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Indicadores foram influenciados pela divulgação de dados animadores vindos do mercado de trabalho dos Estados Unidos

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As bolsas de Nova York abriram o dia perto da estabilidade, após a divulgação, pela manhã, de dados animadores vindos do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Na Europa, porém, o céu segue nublado para os países da zona do euro e o mercado de trabalho mostrou números ruins. Às 12h40 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,18%, o S&P 500 tinha baixa de 0,15% e o Nasdaq mostrava estabilidade.

A economia americana criou 200 mil vagas em dezembro, superando a previsão de aumento de 155 mil vagas. O setor privado criou 212 mil empregos, enquanto o setor público cortou 12 mil vagas. Já a taxa de desemprego caiu para 8,5% em dezembro, mais do que a queda para 8,7% estimada por analistas e o menor nível desde fevereiro de 2009. A taxa de novembro foi revisada, para 8,7%.

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Do outro lado do Atlântico, o desemprego não recua. A taxa de desemprego na zona do euro permaneceu em 10,3% em novembro, a taxa é a mais alta desde junho de 1998. O número de pessoas sem emprego chegou a 16,372 milhões, maior nível desde que o levantamento começou a ser feito, em janeiro de 1995. 

Esta manhã, o euro caía a US$ 1,2763, de US$ 1,2789 no fim da tarde de ontem, após começar o dia em alta.

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A zona do euro sofreu mais um baque hoje após a Fitch ter rebaixado o rating de longo prazo em moeda local e estrangeira da Hungria de longo prazo em moeda local e estrangeira em uma nota, para BB+ (grau especulativo), de BBB- e BBB, respectivamente. A perspectiva para os ratings é negativa.

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