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Bovespa foi afetada pela queda do índice de confiança do consumidor americano e fechou em baixa de 0,97%, aos 66.037 pontos

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A Bovespa tentou manter na abertura a continuidade dos ganhos da véspera, mas sucumbiu ao sinal vermelho do exterior e operou praticamente todo o dia em baixa. Os dados norte-americanos desapontaram e os investidores não hesitaram em vender. A queda doméstica foi diversificada, com destaque para siderurgia, construção civil e Petrobras. Vale, por outro lado, subiu e conteve um pouco as perdas, segurando o índice nos 66 mil pontos.

O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,97%, aos 66.037 pontos. Na mínima, registrou 65.925 pontos (-1,14%) e, na máxima, os 66.968 pontos (+0,42%). No mês, sobe 0,34% e, no ano, 16,36%. 

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Desagradou no exterior, principalmente, o índice de confiança do consumidor norte-americano, que caiu para 70,2 em março ante previsão de 70. O indicador puxou as bolsas europeias e norte-americanas para baixo. O Dow Jones perdeu 0,33%, aos 13.197,73 pontos, o S&P recuou 0,28%, aos 1.412,52 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 0,07%, aos 3.120,55 pontos. 

Vale, ao contrário, subiu 0,71% na ON e 0,85% na PNA, impedindo um recuo maior do Ibovespa. A mineradora foi beneficiada pela notícia de pagamento da primeira parcela de US$ 3 bilhões em dividendos e também pela elevação de recomendação por um grande banco. 

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Usiminas PNA teve queda de 5,79% e liderou as perdas do Ibovespa. Gerdau PN, -2,29%, Metalúrgica Gerdau PN, -2,40%, CSN ON, -2,24%. Esta última siderúrgica divulgou ontem lucro líquido de R$ 817 milhões no quarto trimestre do ano, alta de 81% ante os R$ 450 milhões registrados no mesmo período de 2010. No ano, a empresa acumulou lucro de R$ 3,667 bilhões, crescimento de 46% na comparação com 2010.

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