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Crise das dívidas públicas mantêm os principais indicadores das bolsas europeias no vermelho nesta segunda-feira

O fraco desempenho da economia americana e os persistentes receios em torno da crise das dívidas públicas na Europa mantêm os principais indicadores das bolsas europeias no vermelho nesta segunda-feira.

O FTSE-100, da bolsa de Londres, começou a semana em baixa e, há pouco, registrava queda de 0,07%, aos 5.850,80 pontos. O setor bancário mostrava-se sensível, com as ações do Lloyds recuando 2,80%, acompanhadas pelas do Barclays, com desvalorização de 1,59%. Os papéis do HSBC cediam 0,47%.

Movimento semelhante era visto em Paris, onde o índice CAC-40 baixava 0,81%, para 3.8459,50 pontos. As ações do BNP Paribas caíam 1,80% e as do Credit Agricole, 2,46%.

Em Frankfurt, os papéis do Deutsche Bank perdiam 1,60% e contribuíam para a queda de 0,28% do índice DAX, que marcava 7.088,80 pontos. As ações do BBVA e do Santander lideravam o ranking das maiores perdas do Ibex-35 nesta sessção, caindo 2,53% e 1,79%, respectivamente.

O principal indicador da bolsa de Madri baixava 1,31%, para 10.151,50 pontos. Enquanto isso em Milão, o FTSE-MIB recuava 1,22%, para 20.557,00 pontos, puxado pelas ações do Intesa SanPaolo, que apresentavam 2,89% de retração.

O setor de aviação também chamava a atenção, após o mercado rever suas expectativas para as companhias aéreas. Os papéis da British Airways caíam 1,74% em Londres, enquanto em Frankfurt, as ações da Deutsche Lufthansa baixavam 1,50%. Em Paris, as ações da Air France-KLM perdiam 2%.

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