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SÃO PAULO - O banco central do Japão ampliou a medida de estímulo visando a incentivar as instituições financeiras a conceder mais empréstimos. A autoridade monetária dobrou para 20 trilhões de ienes (US$ 220 bilhões) o montante de empréstimos baratos de curto prazo que oferece aos bancos.

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Com a expansão da linha de liquidez, o BC japonês injeta mais recursos no sistema financeiro com o objetivo de manter o crédito fluindo na economia e ajudar no combate da deflação.

Esta decisão não foi unânime, mas a de manter a taxa de juro em 0,1% foi tomada consensualmente. Aliás, merece menção o fato de o custo do dinheiro se encontrar naquele nível desde dezembro de 2008.

"A economia japonesa está melhorando, em razão de várias medidas tomadas em nível doméstico como externo. Apesar disso, não existe impulso suficiente para apoiar uma recuperação auto-sustentada na demanda privada doméstica", observou o BOJ em comunicado.

O BC japonês notou que vai "incentivar uma queda nas taxas de juros de longo prazo por meio do aumento substancial da quantia de recursos a ser oferecido em operações a uma taxa fixa".

"O banco reconhece que é um desafio importante para a economia do Japão superar a deflação e voltar ao caminho do crescimento sustentável com estabilidade de preços", sublinhou. "A expansão da medida para encorajar uma queda nas taxas de juro de longo prazo está em linha com esse princípio", acrescentou.

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