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Retração foi de 1,1% dentro do limite de 2% estipulado pelas autoridades -, aumentando para 6,4010 yuans por cada dólar

 O Banco Central da China voltou a desvalorizar sua moeda, o yuan, pela terceira vez consecutiva nesta semana, mas as bolsas asiáticas responderam e fecharam em alta nesta quinta-feira (13). A Bolsa de Pequim e a Nikkei, do Japão, subiram 0,99%.

Mercados chineses registraram mais um dia de perdas (Arquivo)
AP
Mercados chineses registraram mais um dia de perdas (Arquivo)

Para hoje, a retração foi de 1,1% - dentro do limite de 2% estipulado pelas autoridades -, aumentando para 6,4010 yuans por cada dólar. As desvalorizações foram as maiores da moeda chinesa desde 1994, quando foi instituído o atual sistema de flutuação.

Segundo o vice-governador do Banco Central, Yi Gang, esta foi a última vez que as autoridades vão causar uma desvalorização desse porte nas moedas.

De acordo com ele, a medida foi tomada para "deixar que seja o mercado quem decida a taxa de câmbio da moeda chinesa" e que, a partir de agora, as mudanças serão "menores".

Apesar de negar, a medida no mercado tem como objetivo reforçar as exportações, que estão em queda neste ano.

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