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As companhias aéreas TAM e Gol cancelaram vários voos entre o Brasil e Argentina, com saídas de São Paulo e de Buenos Aires

A Argentina vive nesta terça-feira (9) uma greve geral que afeta o transporte público - trens, metrô e ônibus - caminhões, aviões e barcos, a cinco meses das eleições gerais no país. As classes exigem aumento salarial e estão sob apoio sindical de oposição. 

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Noticiário argentino fala sobre a greve geral em Buenos Aires
Reprodução/Twitter
Noticiário argentino fala sobre a greve geral em Buenos Aires

Por causa da greve, a companhia aérea TAM cancelou voos entre o Brasil e a Argentina, com saídas de São Paulo. A Gol também cancelou os serviços e pelo menos 15 voos foram cancelados, a maioria com partida do Aeropoto de Cumbica, em Guarulhos, e de Buenos Aires. 

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Os grevistas ameaçam também, entre outras coisas, parar com a coleta de lixo e a entrega de combustíveis. Entidades de esquerda convocaram a ação, que deve durar 24 horas. 

A greve é a quinta desde que Cristina Kirchner assumiu a presidência, em 2007, e a segunda em dois meses. A presidente definiu como limite 27% do reajuste anual, com exceção de setores cuja rentabilidade é alta, como bancos.

Há cinco centrais operárias na Argentina, apesar de a maioria dos 7 milhões de sindicalizados estar ligado à chamada Confederação Geral do Trabalho (CGT) Balcarce, vinculada ao governo.

*Com agências internacionais

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