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Segundo o executivo do JPMorgan, dos EUA, testes médicos mostram não haver sinais da doença

O presidente-executivo do JPMorgan Chase & Co, Jamie Dimon, disse que testes médicos "não mostraram evidência de câncer" em seu corpo, segundo um comunicado interno ao qual a Reuters teve acesso.

As ações do maior banco dos Estados Unidos em ativos chegaram a subir 2,7%, para uma máxima em 14 anos de US$ 63,06, no fim da manhã.

O JPMorgan disse em julho que Dimon, de 58 anos, havia sido diagnosticado com câncer na garganta, mas que a doença era curável.

Dimon disse na sexta-feira (5) que seu tratamento acabou alguns meses atrás, embora sua saúde vá ser monitorada por vários anos. Ele disse que está seguindo o conselho que dá a outros: "Cuide de sua saúde primeiro".

As ações do JPMorgan subiam 2,3%, a US$ 62,81, às 15h05 no horário de Brasília.