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Moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 2,26, depois de chegar a um valor máximo de R$ 2,27

Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 850 milhões
Carlos Severo/Fotos Públicas
Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 850 milhões

O dólar fechou esta segunda-feira (8) com a maior alta ante o real em mais de um mês, acima de R$ 2,26, impulsionado pela decisão do Banco Central (BC) de reduzir o ritmo de rolagem dos swaps cambiais que vencem no início de outubro.

O dólar subiu 1,16%, para R$ 2,2655 na venda, após alcançar R$ 2,2750 na máxima da sessão. Foi a maior alta percentual da divisa desde 30 de julho, quando subiu 1,21%.

Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 850 milhões.

Ajudou a sustentar a alta do dólar nesta sessão a decisão do BC de reduzir o ritmo de rolagem dos contratos de swap cambial --derivativos que equivalem a uma venda futura de dólares.

Após o fechamento dos mercados na sexta-feira (5), o BC anunciou que ofertaria até 6 mil contratos de swap para iniciar a rolagem dos US$ 6,677 bilhões de swaps que vencem em 1º de outubro. No mês passado, o BC ofertava até 10 mil contratos de swap por dia para rolagem.

Nesta manhã, o BC vendeu os 6 mil swaps, com vencimento em 3 de agosto de 2015, para a rolagem. A autoridade monetária também ofertou swaps para 1º de outubro, mas não vendeu nenhum.

Se mantiver o atual ritmo de rolagem, o BC rolará cerca de 76% do lote total, menos do que os 88 por cento rolados no mês anterior.


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