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Índice acionário da Bovespa fechou aos 45.533 pontos; giro financeiro ficou em R$ 5,3 bi

Reuters

O principal índice acionário da Bovespa perdeu mais de 2% nesta sexta-feira (12), numa sessão de fraco volume de negócios, com novos sinais de fragilidade da economia brasileira minando o apetite de investidores por ações domésticas.

-Veja também: dólar sobe 0,35% em relação ao real após sinais de fragilidade da economia

O Ibovespa registrou queda de 2,34%, aos 45.533 pontos, pressionado também por novo tombo das ações das empresas 'X', de Eike Batista, e da queda das blue chips Vale e Petrobras.

Ainda assim, o índice conseguiu acumular alta de 0,7% na semana. Já no ano, a queda é superior a 25%.

O giro financeiro do pregão desta sexta-feira (12) ficou em R$ 5,3 bilhões, bem abaixo da média diária do ano, de cerca de R$ 7,8 bilhões.

Apesar da queda desta sexta-feira (12), o índice conseguiu acumular alta de 0,7% na semana
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Apesar da queda desta sexta-feira (12), o índice conseguiu acumular alta de 0,7% na semana

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado pela manhã assustou investidores, ao mostrar que a economia do país teve em maio a maior retração desde 2008, pressionada pela fraqueza da produção industrial.

Diante de um cenário mais desafiador, estrategistas do Bank of America Merrill Lynch cortaram a estimativa para o Ibovespa no fim de 2013, de 65 mil para 50 mil pontos.

Além de preocupações com a cena local, a expectativa pela divulgação do PIB da China na noite de domingo (14) (horário de Brasília) também manteve investidores cautelosos. Eventuais sinais de fraqueza da segunda maior economia mundial podem minar o apetite por risco dos mercados no início da semana que vem.

Nesta sessão, ações das empresas 'X', de Eike Batista, lideravam as perdas do Ibovespa, com destaque para a petroleira OGX, que perdeu quase 22%.

Operadores atribuíram o movimento às persistentes preocupações do mercado sobre o futuro do grupo EBX. Nesta sexta-feira (12), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) disse que vai analisar os três poços que a OGX tem em Tubarão Azul, para estabelecer se são economicamente viáveis, e poderá retomar a área petrolífera.

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