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Moeda americana foi cotada a R$ 2,1950, na máxima do dia; na mínima, atingiu R$ 2,1750

Agência Estado

O dólar caiu ante o real na maior parte desta penúltima sessão do semestre, mas passou a subir na reta final, influenciado pelo exterior e pelos negócios que antecedem à formação da Ptax de fim de mês. A Ptax é uma cotação média diária do Banco Central e que, no último pregão do mês, serve como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio.

A moeda americana chegou a ficar abaixo de R$ 2,18, mas encontrou resistência neste nível. 

No fechamento desta quinta-feira (27), no mercado de balcão, o dólar subiu 0,23%, cotado a R$ 2,1950, na máxima do dia. Na mínima, a cotação atingiu R$ 2,1750 (-0,68%).

No mês, a divisa dos EUA acumula elevação de 2,24% e, no ano, de 7,33%
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No mês, a divisa dos EUA acumula elevação de 2,24% e, no ano, de 7,33%

No mês, a divisa dos EUA acumula elevação de 2,24% e, no ano, de 7,33%. Perto das 16h30, a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro de US$ 2,230 bilhões.

No mercado futuro, o dólar para julho valia R$ 2,195, em alta de 0,32%. Já o dólar pronto da BM&F fechou a R$ 2,1785 (-0,43%), com apenas dois negócios.

Pela manhã, a desvalorização do dólar ante moedas com elevada correlação com commodities trazia um viés de baixa para a divisa americana no Brasil.

A tendência estava em sintonia com o ambiente externo ameno, onde foram divulgados dados positivos sobre a economia americana e onde dois dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) reduziram a percepção de que o aperto monetário no país é iminente.

Ao mesmo tempo, a proximidade da sexta-feira (28), quando será formada a Ptax que servirá para a liquidação de contratos na segunda-feira (1), fez os investidores pressionarem.

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