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Ibovespa terminou a sessão aos 49.464,94 pontos; giro financeiro foi de R$ 6,716 bilhões

Agência Estado

O comportamento das ações da OGX nesta terça-feira (18) foi determinante para o desempenho da BM&FBovespa. Pela manhã, a ação da petrolífera do empresário Eike Batista tinha mais um dia de fortes perdas, mas esse quadro se inverteu e, ao subir, à tarde, carregou consigo o índice.

A alta de Vale e siderúrgicas foi estímulo adicional para o mercado se firmar no azul, embora o índice não tenha ainda conseguido retomar os 50 mil pontos, recém-perdidos.

-Veja também: dólar sobe ao maior nível em mais de quatro anos, mesmo com atuação do BC

O Índice Bovespa (Ibovespa) terminou a sessão em alta de 0,77%, aos 49.464,94 pontos. Na mínima, registrou 48.414 pontos (-1,37%) e, na máxima, 49.550 pontos (+0,94%). No mês, acumula perda de 7,55% e, no ano, de 18,85%. O giro financeiro totalizou R$ 6,716 bilhões. Os dados são preliminares.

No mês, o Ibovespa acumula perda de 7,55% e, no ano, de 18,85%
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No mês, o Ibovespa acumula perda de 7,55% e, no ano, de 18,85%


Depois de cair 7,31% na mínima do dia, os papéis da OGX foram melhorando e fecharam na máxima, com alta de 12,2%. 

A recuperação no Grupo EBX também agraciou outras empresas da companhia. MMX ON subiu 8,8%, na segunda maior alta do Ibovespa, seguida por LLX ON, com 6,42%. Vale também deu suporte à recuperação do Ibovespa.

Os papéis subiram ajudados pela alta do dólar e da divulgação do novo código do setor de mineração. A ação ON avançou 2,07% e a PNA, 2,46%.

O código de mineração também acabou sendo positivo para as siderúrgicas: Gerdau PN terminou em +0,62%, Metalúrgica Gerdau PN, em +0,49%, Usiminas PNA, +2,2%, e CSN ON, +2,81%.

Petrobras, por outro lado, fechou em baixa, também pressionada pelo câmbio. A ON caiu 1,5% e a PN, 1,44%.

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