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Moeda americana fechou a terça-feira (4) em alta de 0,08%, cotada a R$ 2,1289 na venda

Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 1,8 bilhão
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Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 1,8 bilhão

O dólar fechou praticamente estável frente ao real nesta terça-feira (4), depois de passar boa parte dos negócios registrando alta e chegando a bater o patamar de R$ 2,15 reais após o diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Mendes, afirmar que o Brasil terá que conviver com câmbio mais fraco se este for o movimento do dólar no exterior.

O dólar registrou leve alta de 0,08%, cotado a R$ 2,1289 na venda, sendo que na máxima do dia chegou a subir 1,07%, a R$ 2,1500. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 1,8 bilhão.

O diretor do BC disse durante a manhã que o Brasil terá de conviver com uma taxa de câmbio mais fraca se a recente desvalorização do real em relação ao dólar estiver em linha com outras moedas. E acrescentou: "não há nada que podemos fazer".

Após as declarações de Mendes, o dólar —que operava em queda frente ao real num movimento de ajuste após as fortes altas recentes— reverteu a trajetória e passou a ganhar força. Na última parte do pregão, no entanto, a divisa afastou-se das máximas do dia e voltou a reduzir a alta.

O dólar avançou 7,04% ante o real em maio, batendo R$ 2,15 no intradia na última sexta-feira (31), quando registrou o maior nível de fechamento em quatro anos, apesar de o BC ter feito um leilão de swap cambial tradicional e anunciado pesquisa de demanda após o fechamento dos negócios.

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