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Índice Nikkei do Japão subiu 0,59%, para encerrar na máxima em quase oito meses, liderado por ganhos nas ações de tecnologia e outros exportadores devido ao iene mais fraco

Reuters

As ações asiáticas subiram nesta quarta-feira, sustentadas pelo fortalecimento dos mercados acionários globais, esperanças de acordo nas negociações orçamentárias nos Estados Unidos e expectativas de mais estímulo do Federal Reserve, banco central norte-americano, quando terminar a reunião de dois dias mais tarde.

Às 7h39 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne mercados da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subia 0,73 por cento, para o maior nível em 16 meses. O índice tem atingido máximas em 16 meses sucessivas desde 5 de dezembro.

As ações australianas avançaram 0,17 por cento, depois de se aproximar do maior nível em 17 meses, à medida que preços mais altos de commodities sustentaram o setor de recursos básicos.

"Não há dúvida sobre isso, a liquidez do Fed norte-americano é um bom guia para os preços", afirmou o chefe de pesquisa commodity do Mirae Asset Securities, em Hong Kong, Henry Liu.

Embora as ações do continente chinês tenham continuado pressionadas, o mercado em Hong Kong avançou 0,80 por cento, para o maior nível em 16 meses, apoiado por otimismo de investidores externos sobre a China.

Na China, "é difícil ter uma ideia clara do que está acontecendo, mas você pode deduzir que os investidores domésticos continuam relativamente pessimistas", afirmou um gerente de fundos de Hong Kong.

O índice Nikkei do Japão subiu 0,59 por cento, para encerrar na máxima em quase oito meses, liderado por ganhos nas ações de tecnologia e outros exportadores devido ao iene mais fraco.

O índice de Seul encerrou em alta de 0,55 por cento, a bolsa de Taiwan avançou 1 por cento, enquanto o índice referencial de Xangai ganhou 0,39 por cento e Cingapura subiu 0,75 por cento.

O Fed deve anunciar uma nova rodada de compra de títulos como parte dos esforços para apoiar a frágil recuperação econômica do país, ameaçada por conflitos políticos sobre o orçamento governamental. O banco central parece certo tanto para ampliar suas compras de dívida hipotecária como substituir outro programa de estímulo com um novo período de criação de dinheiro.

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