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Grupo quer levantar até 4 bilhões de euros, vendendo entre 10% e 15% da Telefônica América Latina nas bolsas de Nova York e Madri; São Paulo será a nova sede da holding

O presidente do grupo Telefónica, Cesar Alierta, afirmou em entrevista ao jornal “Financial Times” que a companhia estuda a possibilidade de abrir o capital da Telefônica América Latina, a subsidiária da empresa. Caso essa operação aconteça, a Telefônica Brasil não será afetada. “Os acionistas da Telefônica Brasil não serão afetados pela possível operação”, afirmou Gilmar Roberto Camurra, diretor de Finanças e Relações com os Investidores da Telefônica/Vivo.

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Segundo Camurra, analistas financeiros avaliam a unidade da Telefônica na América Latina em 40 bilhões de euros, sendo que o grupo planeja vender entre 10% a 15% da participação ao público, o que poderia levantar até 4 bilhões de euros para o grupo espanhol. O capital seria aberto somente nas bolsas de Nova York e Madri.

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Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica/Vivo, confirmou que a direção da holding que hoje opera em Madri será transferida para São Paulo no próximo ano e destacou que o Brasil é o país da América Latina com melhor condições para abrigá-la.

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