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O contrato do petróleo Brent para novembro caía 0,04% na plataforma ICE, em Londres, para US$ 112,15 o barril; na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do petróleo WTI avançava 0,38%, para US$ 92,83 o barril

Agência Estado

Os contratos futuros do petróleo operam em direções divergentes, mas perto da estabilidade e mantendo-se em um intervalo estreito. A escassez de notícias fundamentais aponta que o foco estará firmemente sobre os próximos dados macroeconômicos em busca de indicações sobre a força da demanda.

Às 7h38 (de Brasília), o contrato do petróleo Brent para novembro caía 0,04% na plataforma ICE, em Londres, para US$ 112,15 o barril. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do petróleo WTI avançava 0,38%, para US$ 92,83 o barril.

A VTB Capital prevê será a sessão desta terça-feira será "maçante e conduzida por dados macroeconômicos", enquanto a atenção do mercado já está se voltando para as reuniões de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, em inglês) e do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, e dados do relatório de empregos dos EUA, na sexta-feira, em busca de pistas sobre a força futura da demanda por petróleo.

Segundo a VTB Capital, a alta dos preços será mais difícil e improvável, visto que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está mantendo o mercado confortavelmente abastecido em um esforço para obter preços mais perto de US$ 100 por barril. Embora haja um número estimado de 2,5 milhões de barris por dia de petróleo proveniente de países que não fazem parte da Opep atualmente fora do mercado, Dennis Gartman, editor da Gartman Letter, observou que os dados mais recentes da Rússia mostraram que a produção de petróleo bruto do país superou a da Arábia Saudita.

Os dados dos estoques de petróleo nos EUA, que serão divulgados no fim da tarde desta terça-feira pelo American Petroleum Institute (API, do setor privado), deverão mostraram uma alta de cerca de 1,7 milhão de barris na semana passada e uma queda de 400 mil barris nos estoques da gasolina. As informações são da Dow Jones.

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