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Às 10h01, a taxa no contrato para janeiro de 2021 subia a 9,93%, de 9,86% no ajuste de ontem; o DI janeiro de 2017 apontava 9,34%, de 9,25% no ajuste

Agência Estado

As taxas juros longos voltam a subir nesta manhã, sob efeito do índice antecedente do PIB, divulgado nesta sexta-feira pelo Banco Central brasileiro, e ainda reagindo à decisão do Federal Reserve de turbinar a economia norte-americana com novos estímulos.

Prévia do PIB enfraquece e avança 0,42% em julho, aponta Banco Central

O IBC-Br, calculado pelo Banco Central, subiu 0,42% em julho ante junho, com a retirada dos efeitos sazonais. O resultado mostrou uma desaceleração ante o crescimento de 0,61% do resultado de junho, ante maio, mas superou a mediana positiva de 0,30%, calculada pelo AE Projeções.

Os analistas já previam essa moderação na expansão da economia brasileira em julho e já trabalham com um cenário bem melhor da atividade para agosto. Nesta semana, por exemplo, vale destacar que os dois maiores bancos do País - Bradesco e Itaú Unibanco - traçaram prognósticos de expansão de 1% para a produção industrial no oitavo mês do ano.

Às 10h01, a taxa projetado no contrato para janeiro de 2021 subia a 9,93%, de 9,86% no ajuste de ontem. O DI janeiro de 2017 apontava 9,34%, de 9,25% no ajuste. As taxas curtas mantêm a estabilidade, com o janeiro de 2013 em 7,30%, ante 7,29% no ajuste e o janeiro de 2014 apontando 7,79%, de 7,77% no ajuste.