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Presidente da associação do setor diz "não ver nada de espetacular" no fato de a companhia deixar de ser aberta, o que deve acontecer em 24 de setembro

Agência Estado

O mercado de credencimanto não deve sofrer fortes mudanças após o fechamento de capital da Redecard, agendado para 24 de setembro. A opinião é de Claudio Yamaguti, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) e também da Redecard.

Na opinião do executivo, o fato de a empresa deixar de ser uma companhia aberta não significa que o "mundo vai virar de ponta cabeça" neste setor. "Não vejo nada de espetacular", destacou ele, em conversa com jornalistas nesta quarta-feira.

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O Itaú Unibanco, que detém 50% do capital da empresa, anunciou a operação em fevereiro deste ano , pela qual deve desembolsar cerca de R$ 12 bilhões para adquirir o restante da companhia. "Este assunto ainda não terminou", resumiu Yamaguti.

Questionado sobre se há espaço para o aumento da concorrência no mercado de adquirência (credenciamento de lojistas para bandeira de cartões e captura de transações), Yamaguti alegou não saber. "A concorrência já existe. Os bancos que atuam neste setor são fortes e têm participação expressiva." Segundo ele, a concorrência é saudável e o segmento de adquirência está aberto para novos entrantes.