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Presidente do BC brasileiro teve nota B, contra B+ do ano passado; veja quem são os piores presidentes de BCs do mundo

Tombini teve a nota rebaixada em ranking da revista Global Finance
AE
Tombini teve a nota rebaixada em ranking da revista Global Finance

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, teve a nota rebaixada no ranking da revista Global Finance, que considera critérios como controle da inflação, metas de crescimento econômico, estabilidade monetária e administração das taxas de juros. Tombini recebeu “B”, contra “B+” da avaliação anterior. A publicação elaborou uma relação dos melhores e piores presidentes de Bancos Centrais de 50 países do mundo e do Banco Central Europeu (BCE).

A revista concedeu aos líderes de Bancos Centrais uma nota que variou de “A” a “F”, de acordo com seu desempenho, com “A” representando a melhor performance e “F”, a pior. Tombini aparece com a mesma qualificação do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, e dos líderes das autoridades monetárias de Colômbia, José Dario Uribe Escobar, e Peru, Julio Velarde Flores.

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Segundo o ranking, os piores presidentes de Bancos Centrais são a argentina Mercedes Marcó del Pont e o equatoriano Pedro Delgado, que receberam nota “D”. Logo atrás vem o governante da autoridade monetária do Japão, Masaaki Shirakawa, que ganhou um “C-”.

Aparecem com “C” os presidentes dos Bancos Centrais de Belarus, Nadezhda Ermakova; Hungria, András Simor; Bangladesh, Atiur Rahman; Índia, Duvvuri Subbarao; Coreia do Sul, Kim Choongsoo; Vietnã, Nguyen Van Binh; Argélia, Mohammed Laksaci; Etiópia, Teklewold Atnafu; Líbano, Riad Salameh, e África do Sul, Gill Marcus.

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Por outro lado, ganharam notas “A” os presidentes do Banco Central do Canadá, Mark Carney; da Austrália, Glenn Stevens; da Malásia, Zeti Akhtar Aziz; das Filipinas, Amando Tetangco Jr.; de Taiwan, Fai-Nan Perng, e de Israel, Stanley Fischer. Todos eles confirmaram a classificação máxima recebida no ranking de 2011. Já Mario Draghi, presidente do BCE, ganhou nota “B-” dos especialistas da Global Finance.