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SÃO PAULO - A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) centra as atenções na quarta-feira. No entanto, como o colegiado só apresenta sua decisão após o fechamento dos mercados, a repercussão fica para a quinta-feira.

Não há consenso entre os agentes sobre a manutenção do ritmo de alta em 0,5 ponto percentual por reunião ou se o comitê apertará o passo para 0,75 ponto. Atualmente a taxa está em 12,25%, seguindo dois ajustes de 0,5 ponto efetivados em abril e junho.

A agenda do dia reserva a variação semanal do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que subiu 0,67% na terceira leitura de julho ante previsão de 0,68%. A FGV também apresenta a sondagem do consumidor referente ao mês de julho.

Nos Estados Unidos, o foco recai sobre o Livro Bege do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, que traz um panorama da atividade econômica nos últimos 45 dias. O relatório será divulgado à tarde, mas antes disso os investidores recebem os dados sobre a solicitação semanal de empréstimos hipotecários e os estoques de petróleo e derivados.

No âmbito corporativo, estão agendados os balanços da Industrial Romi, Natura e Suzano Papel e Celulose. Nos EUA e Europa, saem os resultados da Amazon.com, Anheuser-Busch, AT & T, ConocoPhillips, Fiat, GlaxoSmithKline, McDonalds, Merck, Pepsi, Peugeot, Pfizer, Phillip Morris, Software AG e Boeing.

A semana ainda reserva o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) de julho, e a taxa de desemprego de junho. Nos EUA, sairão novos dados sobre o setor imobiliário e as encomendas por bens duráveis.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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