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Em Nova York, ex-diretor-geral do FMI se declarou inocente das acusações de abuso sexual

Dominique Strauss-Kahn e esposa, Anne Sinclair, deixam tribunal em Nova York
AFP
Dominique Strauss-Kahn e esposa, Anne Sinclair, deixam tribunal em Nova York
A primeira secretária do Partido Socialista francês, Martine Aubry, pediu nesta segunda-feira "decência" e "calma" para permitir que a Justiça faça seu trabalho no caso de Dominique Strauss-Kahn, um "drama humano verdadeiramente opressor", ressaltou.

O ex-ministro socialista francês e ex-diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Strauss-Kahn, se declarou "inocente" , diante da Corte Suprema de Manhattan, das acusações de abuso sexual e tentativa de estupro e sequestro. "Esperamos ouvir sua versão, sua verdade" e para isso é preciso deixar atuar "a decência e a quietude se queremos que a Justiça faça seu trabalho", acrescentou a prefeita de Lille.

A líder do PSF fez estas declarações em entrevista coletiva em Metz sobre o projeto socialista para as eleições presidenciais de 2012. Embora ainda não tenha apresentado oficialmente sua candidatura, Strauss-Kahn, ou DSK, como também é conhecido na França, era um dos favoritos na disputa para a Presidência da França.

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