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Petroleiros, sindicalistas, estudantes e representantes de diversas entidades sociais ocupam nesta tarde a Praça da Candelária, no centro do Rio, em uma manifestação contra as privatizações e em defesa das empresas estatais

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Petroleiros, sindicalistas, estudantes e representantes de diversas entidades sociais ocupam nesta tarde a Praça da Candelária, no centro do Rio, em uma manifestação contra as privatizações e em defesa das empresas estatais. Apesar da militância uniformizada e de dezenas de bandeiras da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, os organizadores afirmam que o ato nada tem a ver com a campanha eleitoral.

A previsão é que os manifestantes percorram a Avenida Rio Branco, principal via do centro do Rio, e voltem a se concentrar na sede da Petrobras, distante cerca de um quilômetro da Candelária.

De acordo com o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antônio de Moraes, organizador do evento, a expectativa é que o ato reúna 8 mil pessoas. O dirigente explicou que a principal motivação para a manifestação foi a suposta declaração de David Zylbersztajn, presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP) durante o governo Fernando Henrique, que teria defendido a concessão à iniciativa privada de áreas de exploração do petróleo no pré-sal.

"Somos favoráveis ao monopólio total da exploração. Concessão à iniciativa privada é o oposto disso. A partilha proposta pelo governo federal é o meio termo", explicou Moraes. "Nós não negamos que há muita gente aqui a favor da Dilma, mas isso não é um ato de campanha", disse o dirigente sindical.

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