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O otimismo demonstrado ontem pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em relação aos desdobramentos da crise financeira contrastou com as perspectivas da Organização Internacional do Trabalho que prevê, para 2009, redução de 20 milhões de vagas no mundo. Em conferência, no Rio, com representantes dos Ministérios do Trabalho da América do Sul, Lupi manteve a estimativa de criação de 1,8 milhão de empregos no Brasil no ano que vem.

Os demais representantes, sem arriscar projeções, antevêem cortes.

Para Lupi, a crise não trará reflexos imediatos para o mercado de trabalho na América Latina. "Pode não haver um crescimento tão forte do emprego como prevíamos, mas não haverá redução." O documento assinado pelos ministros, assegurando o comprometimento no combate a práticas ilegais e desumanas de trabalho, alertou que a América Latina deve buscar a integração para minimizar os impactos da crise. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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