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SÃO PAULO - A Kimberly-Clark reportou hoje lucro de US$ 384 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que equivale a uma baixa de 5,7% em relação ao resultado de igual período de 2009 (US$ 407 milhões). Segundo a empresa, a última linha do balanço foi influenciada por um aumento de US$ 60 milhões nos gastos com marketing, além de uma carga de impostos mais pesada, como resultado de mudanças da legislação tributária do setor com a reforma do sistema de saúde americano. No campo operacional, a receita líquida do grupo avançou 7,6%, para US$ 4,83 bilhões, refletindo também o impacto positivo da depreciação do dólar no resultado das transações externas em moeda americana. O desempenho também repercutiu as aquisições da IFlow Corporation e da Jackson Safety, finalizadas no ano passado.

SÃO PAULO - A Kimberly-Clark reportou hoje lucro de US$ 384 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que equivale a uma baixa de 5,7% em relação ao resultado de igual período de 2009 (US$ 407 milhões). Segundo a empresa, a última linha do balanço foi influenciada por um aumento de US$ 60 milhões nos gastos com marketing, além de uma carga de impostos mais pesada, como resultado de mudanças da legislação tributária do setor com a reforma do sistema de saúde americano. No campo operacional, a receita líquida do grupo avançou 7,6%, para US$ 4,83 bilhões, refletindo também o impacto positivo da depreciação do dólar no resultado das transações externas em moeda americana. O desempenho também repercutiu as aquisições da IFlow Corporation e da Jackson Safety, finalizadas no ano passado. A linha do lucro operacional mostrou incremento de 5,9%, chegando a US$ 665 milhões. A companhia destaca que as vendas de produtos da linha de cuidados pessoais mostrou incremento de 8,1% na comparação com o primeiro trimestre de 2009. Na esteira dos resultados do trimestre, a Kimberly-Clark revisou a projeção de crescimento das vendas líquidas neste ano para a faixa de 4% a 6%, reduzindo o piso da estimativa anterior, de 5% a 6%. A revisão do guidance segue uma expectativa mais cautelosa sobre o impacto da taxa de câmbio, que deverá aumentar o faturamento do ano entre zero e 1%. A estimativa anterior traçava ganho de aproximadamente 2% decorrente do fator cambial. (Eduardo Laguna | Valor)
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