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Londres, 14 jan (EFE).- A companhia Jaguar Land Rover anunciou hoje o corte de 450 postos de trabalho, dos quais 300 correspondem a chefes de departamentos, como parte de um plano para reduzir custos.

Os cortes respondem a uma "severa redução" na demanda de automóveis novos, informou hoje a empresa, que afirmou também que os chefes de departamentos não receberão prêmios este ano.

Segundo a Jaguar, a companhia começou a conversar com os representantes dos funcionários sobre este programa.

"Está claro que estas decisões são muito difíceis. Nenhuma empresa quer perder funcionários qualificados e com experiência sob nenhuma circunstância. Ao longo deste processo asseguraremos que os funcionários serão tratados com dignidade", informou a companhia.

O diretor-executivo da Jaguar, David Smith, disse hoje que é correto que a companhia responda ao inevitável impacto que a crise de crédito está tendo na queda da demanda.

"Por um tempo, não esperamos que as condições de venda voltem a níveis normais. Se vamos continuar financiando e investindo em produtos e tecnologias com os quais necessitamos ter êxito quando a demanda subir, logo que a recessão for superada, então temos que melhorar a eficácia e (controlar) os custos", declarou Smith.

O diretor-executivo afirmou que é importante que a Jaguar Land Rover seja uma organização dinâmica para poder enfrentar os desafios que se apresentarão nos próximos anos.

A empresa, com sede na localidade de Gaydon, centro da Inglaterra, conta com 15.000 funcionários. EFE vg/fal

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