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Representantes do Itaú-Unibanco se recusaram ontem a garantir, por escrito, a estabilidade de seus funcionários durante o processo de fusão. Vamos responsabilizar os presidentes dos dois bancos, até porque eles disseram que não fariam demissões, diz Carlos Cordeiro, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

A garantia de estabilidade era a principal reivindicação dos bancários. Dos quinze pontos propostos pela categoria, os bancos aceitaram apenas dois: a suspensão das contratações e a criação de um sistema de remanejamento interno para evitar demissões.

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