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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em baixa hoje e já recuava mais de 1% logo nos primeiros minutos dos negócios, apesar do relatório do mercado de trabalho dos Estados Unidos ter apresentado um corte no número de vagas de emprego menor que o esperado em julho e do avanço dos índices futuros das Bolsas de Nova York. Por volta das 10h10 (de Brasília), o índice Bovespa cedia 1,14%, a 58.

827 pontos. Na mínima, o indicador cedeu 1,28%, a 58.743 pontos.

O relatório de emprego nos EUA de julho veio melhor do que o esperado, apontando um corte de 51 mil postos de trabalho no mês passado, ante previsão de redução de 65 mil. Mesmo assim, foi o sétimo mês consecutivo que houve queda no número de vagas de empregos EUA. No acumulado do ano até o mês passado, o número de vagas de trabalho eliminadas supera os 350 mil. Além disso, a taxa de desemprego nos EUA subiu em julho para o maior nível desde março de 2004, a 5,7%. Em junho, a taxa de desemprego estava em 5,5% e economistas esperavam aumento para 5,6%.

Ontem, a Bovespa voltou a fechar em baixa, após uma trégua de dois dias, pressionada por fortes vendas de estrangeiros. Com isso, julho terminou mal para o mercado de ações, com o Ibovespa registrando perda de 8,48%. Segundo fontes, enquanto os estrangeiros não pararem de vender ações o mercado vai continuar fraco.

EUA

As Bolsas americanas, apesar dessa alta moderada dos índices futuros, oscilaram antes da divulgação dos dados do mercado de trabalho pressionadas pelo péssimo balanço péssimo da montadora General Motors (GM), que registrou prejuízo de US$ 15,5 bilhões (US$ 27,33 por ação) no segundo trimestre deste ano. Às 10h15 (de Brasília), o futuro do Nasdaq 100 subia 0,19% e o futuro do S&P 500 tinha alta de 0,31%.

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