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A produção de bens de capital (máquinas e equipamentos) e de bens de consumo duráveis, impulsionada especialmente pelo mercado interno, continua puxando os resultados da indústria brasileira em 2008, observou hoje o coordenador de indústria do IBGE, Silvio Sales. No acumulado do ano até maio, a indústria como um todo apresenta alta de 6,2% ante igual período do ano passado.

Na mesma base de comparação, a produção de bens de capital aumentou 16,3% e a de duráveis, 13,7%.

No ano, até maio, a produção de veículos automotores aumentou 18,2% ante igual período do ano passado e representou o maior impacto de alta nos resultados acumulados da indústria. O segundo maior impacto de alta no resultado acumulado foi dado pela produção de máquinas e equipamentos, que aumentou 10,4% no período.

A produção de automóveis, que puxou para baixo o resultado da indústria em maio ante abril, representou a principal influência de crescimento na comparação com maio do ano passado, período em que cresceu 6,5%. Segundo Sales, a queda nessa atividade ante mês anterior, de 5,5%, ocorreu por causa do efeito calendário e porque, "após uma seqüência de resultados tão fortes, já era esperada uma acomodação". Os automóveis, junto com os eletrodomésticos de linha branca, estão impulsionando os resultados de duráveis.

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