Tamanho do texto

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse nesta segunda-feira que o governo não prorrogará os estímulos concedidos para o setor de bens de capital (máquinas e equipamentos) e que não estuda a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para outros setores, além daqueles já beneficiados. As declarações foram feitas após participação do ministro no 8º Congresso Brasileiro da Construção (Construbusiness), que está sendo realizado na Fiesp, em São Paulo.

_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=economia%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1237574220824&_c_=MiGComponente_C

Nas últimas semanas, o governo anunciou a prorrogação da cobrança de alíquotas reduzidas do imposto para eletrodomésticos da linha branca com maiores índices de eficiência energética, carros flex, caminhões novos e materiais de construção. Também incluiu na lista móveis de madeira, aço, plástico e ratan.

Em sua palestra, o ministro falou a respeito do Programa Minha Casa, Minha Vida e de outros projetos que devem elevar os investimentos no setor de construção civil, como a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.

No evento, o ministro criticou a burocracia para a aprovação e execução de obras e disse que o governo está estudando medidas para minimizar esses problemas. Ele, no entanto, não especificou que medidas seriam essas. O congresso prossegue à tarde com discussões sobre os desafios para financiamento da habitação; infraestrutura urbana, e aprimoramento de projetos de construção civil. Além de Miguel Jorge, participaram do evento na manhã desta segunda, o ministro dos Esportes, Orlando Silva, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Leia mais sobre: IPI

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.