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A General Motors precisa de mais tempo para preparar o plano de reestruturação para sua unidade alemã, a Opel, segundo afirmou o presidente da montadora para operações internacionais, Nick Reilly, após reunião em Bruxelas. Em Nova York, a companhia norte-americana anunciou mudanças em sua diretoria.

Ministros da União Europeia haviam pedido que Reilly apresentasse um plano de reestruturação para a unidade alemã na reunião de hoje, em Bruxelas. No entanto, o executivo informou após a reunião que discutiu o futuro da Opel com os ministros, mas não ofereceu um plano de reestruturação completo. De acordo com Reilly, o plano deve demorar mais "duas ou três semanas", o que significa um adiamento para o início do ano que vem, por causa dos feriados de fim de ano.

A GM quer que os governos da União Europeia forneçam os 3,3 bilhões de euros (US$ 4,9 bilhões) necessários para reestruturar a Opel. A própria GM vai colaborar com parte desse montante. Os governos europeus, porém, temem que a GM possa criar uma batalha de ofertas de subsídios entre os países onde a Opel opera. A montadora tem sede na Alemanha, mas possui operações na Bélgica, Reino Unido, Espanha e Polônia.

Em Nova York, o executivo-chefe interino da GM, Ed Whitacre, anunciou uma série de mudanças na diretoria da companhia. O vice-presidente, Robert Lutz, que atualmente dirige os esforços de marketing da GM, voltará a se envolver mais com o desenho de novos produtos. Entre outras mudanças, Mark Reuss será presidente das operações da GM na América do Norte, enquanto Susan Docherty vai supervisionar vendas, serviços e marketing.

Nick Reilly vai deixar o cargo de presidente de operações internacionais - que excluem Europa - para assumir como presidente da GM para a Europa. Seu sucessor como chefe internacional será Tim Lee. As informações são da Dow Jones.

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