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País criou 1,4 milhão de novos postos de trabalho nos seis primeiros meses do ano; em junho, foram geradas 215,4 mil vagas

A economia brasileira criou 1,414 milhão de postos formais de trabalho no primeiro semestre, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número representa um recuo de 13,4% em relação às vagas geradas em igual período de 2010 (1,6 milhão de vagas).

Em junho, foram criados 215.393 postos de trabalho com carteira assinada. Um ano antes, a economia do País registrou geração líquida de 212.952 empregos . O recorde para o mês foi registrado em 2008, quando o País criou 309,4 mil empregos formais.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no mês passado foram registradas 1,78 milhão de admissões e 1,57 milhão de desligamentos.

A agricultura foi o setor que mais gerou empregos formais em junho, com 75,2 mil vagas. Na sequência, aparecem os setores de serviços (53,5 mil), construção civil (30,5 mil), comércio (30 mil) e indústria de transformação (22,6 mil). 

Geração de empregos com carteira assinada

Evolução do mercado de trabalho nos primeiros seis meses do ano (em milhares)

Gerando gráfico...
Ministério do Trabalho e Emprego/ Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)

IBGE

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o desemprego em junho é o menor para o mês em 9 anos. A taxa de desocupação nas seis regiões metropolitanas pesquisadas ficou em 6,2% em junho, praticamente estável em relação a maio e abaixo da taxa verificada um ano antes (7,0%). O rendimento médio real – de R$ 1.578,50 – também é o maior da série histórica para meses de junho.

( Com agências )

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