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Os gastos com construção nos EUA ficaram estáveis em outubro na comparação com setembro, numa taxa anual sazonalmente ajustada de US$ 910,77 bilhões. Economistas consultados pela agência Dow Jones previam, em média, queda de 0,5%.

Apesar do resultado melhor do que o previsto, o dado de setembro foi revisado em forte baixa, da alta de 0,8% divulgada antes para queda de 1,6%. Os gastos em agosto também foram revisados, do declínio de 0,1% estimado antes para queda de 0,9%.

Na comparação com outubro do ano passado, os gastos com construção foram 14,4% menores este ano. Os gastos em projetos de construção residenciais aumentaram 4,2%, enquanto os gastos em projetos não residenciais recuaram 1,5%. O gasto em construção pelo setor privado aumentou 0,3% e, pelo setor público, caiu 0,4%.

Vendas

O índice de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA subiu 3,7% em outubro, para 114,1, de 110 em setembro, informou a Associação Nacional de Corretores de Imóveis do país (NAR). A leitura é a maior dos últimos três anos e marcou a nona alta mensal consecutiva do índice. Analistas esperavam queda de 1%. Em relação a outubro do ano passado, o índice cresceu 31,8% - o maior avanço já registrado em termos de comparação anual.

A expansão foi motivada por um crédito fiscal do governo dos EUA para pessoas que comprarem o primeiro imóvel residencial. No entanto, o economista-chefe da NAR, Lawrence Yun, afirmou que fatores sazonais e más condições do mercado de trabalho norte-americano podem limitar o aumento das vendas.

O índice é baseado nas vendas pendentes de imóveis residenciais usados. A venda de um imóvel é considerada pendente quando o contrato foi assinado, mas a transação não foi concluída. A conclusão da transação costuma ocorrer um a dois meses depois da assinatura do contrato.

Atividade industrial

O índice dos gerentes de compra sobre a atividade industrial dos EUA caiu para 53,6 em novembro, de 55,7 em outubro, mas ainda ficou acima do nível de 50 que indica expansão, informou o Instituto de Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês). Economistas esperavam que o índice recuasse a 55. O componente de preços caiu fortemente, para 55 em novembro, de 65 em outubro. O subíndice de emprego recuou a 50,8, de 53,1; o componente de novas encomendas avançou a 60,3, de 58,5; e o de produção caiu para 59,9, de 63,3. O subíndice de estoques recuou a 41,3, de 46,9.

O instituto disse que "os sinais ainda são animadores" para o setor industrial. As informações são da Dow Jones.

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