Brasil Econômico

Brasil Econômico

undefined
iStock
A PLR é uma lei, mas o benefício não é obrigatório, sendo decidido entre empresa e sindicato

A Participação nos Lucros ou Resultados é um benefício dos empregados brasileiros citada na Constituição do País desde 1946. Apesar disso, somente no ano de 2000, a Lei 10.101 foi regulamentada e, até hoje, é um benefício não obrigatório. Você tem dúvidas sobre a PLR ? O Brasil Econômico responde às mais comuns. Confira:

O que é PLR

A PLR é um benefício não obrigatório, ou seja, que a empresa pode ou não oferecer, de acordo com o acordo feito com o sindicato responsável. Se você está entrando em uma empresa, procure saber se ela oferece este “extra”, pois é positivo para seu bolso; caso já trabalhe em uma companhia e não sabe se possui o benefício, busque saber com os profissionais do RH.

LEIA MAIS: Veja 10 dicas para fugir dos altos juros do cartão de crédito

Como é calculada 

As variações de metodologias para o cálculo do benefício é grande, por isso é importante que a empresa deixe claro para seus funcionários como é realizado tal estimativa. A clareza desta informação, aliás, é direito garantido na lei – existindo um órgão responsável pela sua fiscalização (Delegacia Regional do Trabalho).

A PLR pode ser paga de duas maneiras: ou semestral ou anualmente, esta sendo a forma mais utilizada atualmente. Quando a empresa opta por pagar o benefício em uma só parcela, geralmente acontece entre janeiro e março do ano seguinte.

LEIA MAIS:  Cupom de desconto, compra coletiva ou clube de benefício?

Além disso, o cálculo pode ser feito a partir dos lucros ou dos resultados da empresa – ou em cima de ambos, tudo dependendo do acordo feito entre empregador e sindicato.

É importante saber que a PLR poderá ser desenvolvido tendo como base o salário nominal, um budget definido ou valores limites fixados.

PLR no Imposto de Renda

O rendimento que o empregado recebe como Participação nos Lucros ou Resultados deve ser declarada no Imposto de Renda. Desde 2013, a Lei 12.832 determinou que o benefício deve ser tributado pelo imposto sobre a renda exclusivamente na fonte, separado de outros rendimentos embolsados no ano do recebimento ou crédito. A nova regra exclui rendimentos de até R$ 6 mil.

LEIA MAIS: Imposto de Renda: tudo o que você precisa saber para não cair na malha fina

No IRPF 2016, por exemplo, ele deveria constar na ficha de “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, linha 11 – PLR, com o nome e o CNPJ da fonte pagadora indicados.

    Veja Também

    Mais Recentes

      Mostrar mais

      Comentários