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Segmentos que mais contribuíram para a elevação foram alimentação, habitação, saúde e transporte, aponta Dieese

Com alta de 0,7%, custo da habitação registrou a segunda maior alta entre os grupos em setembro
iG São Paulo
Com alta de 0,7%, custo da habitação registrou a segunda maior alta entre os grupos em setembro

O Índice do Custo de Vida no município de São Paulo aumentou 0,48% na passagem de agosto para setembro, segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Os grupos que contribuíram para a alta foram alimentação (0,84%), habitação (0,7%), saúde (0,32%) e transporte (0,16%).

No caso da alimentação, o aumento está relacionado ao comportamento dos subgrupos produtos in natura e semielaborados (0,67%), produtos da indústria alimentícia (0,72%) e alimentação fora do domicílio (1,36%).

Em habitação, os três subgrupos apresentaram taxas positivas. Operação do domicílio registrou alta de 1,04%, devido ao reajuste dos serviços domésticos (1,46%) e dos serviços públicos (0,96%), esse último  consequência do aumento de 9,97% do gás de botijão. A tarifa de energia elétrica, no entanto, teve queda de 0,51%. A taxa de 0,33% no subgrupo locação, impostos e condomínio deve-se à elevação de 0,60% no condomínio e de 0,11% na locação. Já no subgrupo conservação do domicílio, os preços do material de construção subiram 0,26%.

No grupo saúde, houve aumento tanto em assistência médica (0,37%) quanto em medicamentos e produtos farmacêuticos (0,08%).

Em transporte, foi registrada taxa de 0,16%, consequência da alta de 0,26% no transporte individual, devido ao aumento de 0,80% no álcool. O transporte coletivo diminuiu 0,03%, em função da queda do preço da tarifa do ônibus interestadual (-0,35%).

No grupo educação e leitura,  a queda de 0,37% foi consequência da diminuição verificada no subgrupo educação (-0,43%), devido às promoções nos cursos de ginástica (-4,24%) e natação (-3,30%). O item papelaria subiu 1,32% e os cursos formais não variaram. No subgrupo leitura, o aumento de 0,68% está relacionado aos reajuste das revistas (0,24%) e cópias xérox (2,04%).

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