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SÃO PAULO - A Lojas Americanas anunciou que planeja abrir 400 novas lojas no Brasil, nos próximos quatro anos, com investimentos estimados em R$ 1 bilhão, após ter divulgado melhora nos resultados do terceiro trimestre.

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Em relatório que acompanha o balanço trimestral, a companhia informa que o programa de investimentos, batizado "Sempre Mais Brasil", é baseado em um modelo de estudos que considera dados macroeconômicos, dentre os quais crescimento das população, renda per capita e evolução da economia local.

Conforme a companhia, entre 2000 e 2008, seu número de lojas aumentou em cinco vezes, a receita bruta consolidada cresceu em seis vezes e a geração de caixa operacional medida pelo Ebitda, sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, subiu em 120 vezes, "o que demonstra solidez na nossa estratégia de crescimento e reforça as oportunidades existentes no país".

Ao final de setembro, a Lojas Americanas contava com mais de 470 lojas espalhadas pelo país.

A companhia registrou, no terceiro trimestre, lucro líquido consolidado de R$ 36,5 milhões, ante ganho de R$ 6,7 milhões um ano antes. O Ebitda totalizou R$ 221,6 milhões entre julho e setembro, em comparação a R$ 201,8 milhões em igual intervalo de 2008.

A receita líquida consolidada da companhia somou R$ 2,006 bilhões no trimestre, com alta de 20,5% frente à receita verificada um ano antes.

Dessa forma, a margem Ebitda consolidada no terceiro trimestre ficou em 11%, ante 12,1% um ano antes, com piora de 1 ponto percentual.

Considerando-se apenas a controladora, a receita líquida foi de R$ 1,033 bilhão, comparada a R$ 891 milhões um ano antes.

No conceito "mesmo número de lojas", o crescimento da receita líquida do terceiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo intervalo de 2008 foi de 8%.

A Lojas Americanas informa ainda que a Financeira Americanas Itaú (FAI) alcançou 2,5 milhões de cartões emitidos, e carteira de recebíveis de R$ 649 milhões. "Ao final de setembro, as vendas com o cartão private label da FAI já representam 15,3% das vendas da Lojas Americanas (controladora)", aponta no relatório.

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