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O maior reajuste, de 6,5%, será para quem tem renda menor

Agência Senado

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O líder do PMDB no Senado, senador Eunício Oliveira (CE), informou na noite desta terça-feira (10) que foi fechado um acordo para a nova tabela de correção do Imposto de Renda. De acordo com o senador, a correção escalonada será um meio termo entre as propostas iniciais do governo e a contraproposta apresentada pelo Congresso mais cedo.

A tabela acordada é a seguinte: o maior reajuste, de 6,5%, será para a primeira (isenta) e a segunda faixas de renda, aquelas nas quais os rendimentos mensais do contribuinte são mais baixos. A terceira faixa terá reajuste de 5,5%, a quarta de 5% e a quinta de 4,5%.

O líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), disse que o acordo não contou com o apoio da oposição. "O governo quer apenas aumentar a carga tributária", disse o senador, ao garantir que a oposição será favorável à derrubada do veto da presidente ao reajuste de 6,5% para todas as faixas.

De acordo com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a presidente Dilma Rousseff deve encaminhar uma medida provisória com a nova tabela ainda nesta terça-feira (10) ou, no máximo, na quarta-feira (11). Segundo o ministro, o impacto nas contas do governo será de mais de R$ 6 bilhões e 25 milhões de brasileiros serão beneficiados pelo reajuste.

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