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Das sete classes de despesa usadas para cálculo do ¿?ndice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), cinco apresentaram acréscimos em suas taxas de variação de preços, do indicador de até 30 de abril para o de até 7 de maio. Os dados foram divulgados hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Das sete classes de despesa usadas para cálculo do ¿?ndice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), cinco apresentaram acréscimos em suas taxas de variação de preços, do indicador de até 30 de abril para o de até 7 de maio. Os dados foram divulgados hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Este é o caso de habitação (de 0,34% para 0,36%), saúde e cuidados pessoais (de 0,79% para 0,82%), educação, leitura e recreação (de 0,22% para 0,40%), transportes (de -0,10% para 0,05%) e despesas diversas (de 0,07% para 0,14%). Apenas duas classes de despesa apresentaram desaceleração nas taxas de variação de preços no período. É o caso de alimentação (de 1,77% para 1,66%) e vestuário (de 1,20% para 1,11%).

A FGV informou ainda que, entre os produtos pesquisados para cálculo do IPC-S de até 7 de maio, os aumentos mais intensos foram apurados nos preços de batata-inglesa (22,13%), leite tipo longa vida (7,75%) e feijão carioquinha (36,46%). Já as mais expressivas quedas de preços foram registradas nos preços de tomate (baixa de 8,05%), laranja pera (recuo de 8,79%) e melancia (queda de 13,97%).

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