Tamanho do texto

Rio, 6 - Na análise feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) entre os produtos do varejo pesquisados para cálculo do índice, as altas de preço mais expressivas em abril foram registradas em batata-inglesa (22,04%); leite tipo longa vida (9,52%); e feijão carioquinha (37,59%). As mais expressivas quedas de preço, por sua vez, foram apuradas em álcool combustível (-8,18%); laranja pera (-9,01%); e melancia (-12,70%).

Rio, 6 - Na análise feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) entre os produtos do varejo pesquisados para cálculo do índice, as altas de preço mais expressivas em abril foram registradas em batata-inglesa (22,04%); leite tipo longa vida (9,52%); e feijão carioquinha (37,59%). As mais expressivas quedas de preço, por sua vez, foram apuradas em álcool combustível (-8,18%); laranja pera (-9,01%); e melancia (-12,70%). No varejo, o IPC-DI acumula altas de 3,64% no ano e de 5,47% em 12 meses até abril, segundo a FGV. Hoje, a instituição anunciou o IGP-DI do quarto mês do ano - sendo que o IPC-DI representa 30% do total do IGP-DI. Ao comentar sobre o cenário da inflação no varejo no mês passado, a FGV informou que a desaceleração na taxa do IPC-DI, de março para abril (de 0,86% para 0,76%) foi influenciada principalmente por taxas de inflação menos intensas em duas das sete classes de despesa usadas para cálculo do indicador. É o caso de alimentos (de 2,60% para 1,77%) e de despesas diversas (de 0,17% para 0,07%). Isso porque, na primeira classe de despesa houve desacelerações e quedas de preços em hortaliças e legumes (de 12,72% para 5,20%), frutas (1,27% para -1,71%) e adoçantes (de 6,20% para -0,61%). Já no segundo grupo houve queda de preços em alimento para animais domésticos (de 0,60% para -2,03%). As outras classes de despesa apresentaram fim de queda de preços; deflação mais fraca; ou aceleração de preços, de março para abril. É o caso de vestuário (de -0,19% para 1,20%); educação, leitura e recreação (de 0,20% para 0,22%); habitação (de 0,26% para 0,34%); saúde e cuidados pessoais (de 0,39% para 0,79%); e transportes (de -0,16% para -0,10%).

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.