Tamanho do texto

Rio, 1 - A Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou hoje que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou para 0,26% na quadrissemana encerrada em 30 de novembro, ante 0,01% na última quadrissemana de outubro. A principal contribuição para a maior taxa do IPC-S partiu do comportamento de preços dos alimentos.

A taxa de inflação deste setor saltou de 0,13% para 0,27%, entre a terceira e a quarta quadrissemana do mês passado.

A FGV informou que, dos 21 itens que compõem o grupo Alimentação, 15 registraram acréscimos em suas taxas de variação. Dentre estes, o destaque ficou por conta da aceleração de preços de frutas (de 0,17% para 2,59%).

Das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice, três apresentaram acréscimos em suas taxas de variação de preços, no período. Além de Alimentação, é o caso de Vestuário (de 0,82% para 0,92%); e de Despesas Diversas (de -0,20% para 0,05%). Outras duas classes de despesa apresentaram desaceleração de preços. É o caso de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,10% para 0,06%); e de Transportes (de 0,33% para 0,22%). Já o grupo Habitação manteve a mesma taxa de elevação de preços, no período (de 0,26%).

Entre os produtos pesquisados para cálculo do índice, os que apresentaram as altas de preços mais expressivas no IPC-S de até 30 de novembro foram batata-inglesa (29,03%); mamão da Amazônia - papaia (13,74%); e cebola (9,83%). Já os produtos que registram as quedas de preços mais intensas foram leite tipo longa vida (-7,03%); manga (-25,86%); e pimentão (-10,53%).

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.