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Juízes de Milão, na Itália, condenaram o fundador da Parmalat, Calisto Tanzi, a 10 anos de prisão, no primeiro veredicto emitido depois que a empresa de laticínios italiana faliu, há cinco anos, na maior quebra corporativa da Europa. Tanzi estava entre os oito ex-executivos e banqueiros acusados de manipular o mercado, enganar os órgãos reguladores e fornecer falsas informações.

Os outros acusados foram absolvidos.

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