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O coordenador de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, José Franco de Morais, informou hoje que 8,87% do total da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) está em mãos de investidores estrangeiros. Esse porcentual, que é recorde, corresponde a R$ 121,5 bilhões.

O coordenador de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, José Franco de Morais, informou hoje que 8,87% do total da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) está em mãos de investidores estrangeiros. Esse porcentual, que é recorde, corresponde a R$ 121,5 bilhões. Em fevereiro, estrangeiros detinham 8,75% do total da DPMFi.

Morais informou que o Tesouro tem observado um maior interesse dos investidores estrangeiros por títulos prefixados de prazo mais curto e também por papéis atrelados a índices de preços. São, principalmente, investidores asiáticos.

Os estrangeiros sempre tiveram apetite maior por papéis prefixados de longo prazo. Agora, o Tesouro está observando uma mudança de portfólio dos estrangeiros. Por outro lado, segundo o coordenador, os investidores nacionais têm aumentado o apetite por papéis prefixados de prazos mais longos - são, principalmente, os chamados investidores institucionais, como fundos de pensão.

Pelos cálculos do Tesouro, do total de R$ 5,6 bilhões do estoque de NTN-F 2021 (papel prefixado de prazo mais longo) até março, 42% estavam nas mãos de investidores nacionais, e os 38% restantes, de investidores estrangeiros.

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