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Empregados são acusados de corrupção e estavam suspensos

A equatoriana Petroecuador informou na sexta-feira que demitiu 380 funcionários, que já estavam suspensos desde setembro, acusados de corrupção por terem criado uma empresa que prestava serviços na elaboração de combustíveis para a estatal.

A companhia Gaspetsa, de propriedade desse trabalhadores, conseguiu um contrato com a Petroecuador em 2005 para produzir combustíveis para uso pesqueiro que eram comercializados no norte do país, o que não é permitido por lei por causa de "conflito de interesses".

"Um total de 380 ex-funcionários da EP Petroecuador foi notificado com as resoluções do Ministério de Relações Trabalhistas... com o que se dão por concluídos os vínculos com os ex-funcionários", informou a estatal em um comunicado.

Os demitidos disseram desconhecer os negócios que a Gaspetsa realizava, e argumentaram que não haviam sido informados de pertencerem à empresa, já que teriam aceitado entrar voluntariamente nela por acreditar se tratar de uma cooperativa.

"Neste processo, hoje são mais de 400 trabalhadores que estão na rua sem um centavo", disse Marcelo Puebla, um dos funcionários que recebeu o comunicado de demissão.

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