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É melhor nascer norueguês ou dinamarquês do que espanhol ou americano, segundo um novo índice de medição do nível de vida desenvolvido por um instituto canadense.

"Este "índice do bem-estar econômico" mede o bem-estar pessoal não apenas segundo a evolução do Produto Interno Bruto (PIB), mas também levando em conta fatores ligados ao consumo, ao grau de segurança financeira, a desigualdades sociais e ao acúmulo de capital.

"O bem-estar econômico tem dimensões múltiplas, e um índice deve retratar essa diversidade", explicaram os especialistas do Centro de estudo dos níveis de vida, com sede em Ottawa, em relatório publicado nesta quinta-feira.

Segundo esta análise, a Noruega lidera o ranking, tendo sido avaliados, apenas, os 14 países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A Dinamarca vem logo depois, seguida por Holanda e Bélgica. A França é a sexta colocada, e o Canadá é o nono. Estados Unidos e Espanha fecham a lista.

"A diminuição do consumo e o aumento do desemprego e da pobreza em decorrência da crise econômica provocam uma queda significativa do bem-estar econômico", concluíram os autores do estudo.

glb/yw

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