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AstraZeneca tinha conseguido impedir rival de vender medicamento para controle do colesterol

Disputa para fabricar o Crestor: em 2010, AstraZeneca vendeu US$ 5,69 bilhões do comprimido no mundo
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Disputa para fabricar o Crestor: em 2010, AstraZeneca vendeu US$ 5,69 bilhões do comprimido no mundo
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu a liminar concedida ao laboratório AstraZeneca que impedia a venda da versão genérica do Crestor por parte do laboratório brasileiro EMS. A decisão foi dada nesta terça-feira pelo desembargador Ribeiro da Silva, da 8ª Câmara de Direito Privado.

A farmacêutica AstraZeneca tinha obtido liminar na 31ª Vara Civil de São Paulo no dia 10 de junho, obrigando a suspensão da comercialização da rosuvastatina cálcica, o princípio ativo do medicamento. A empresa alegava que havia sido violada a patente do medicamento, válida até 2020.

Em março, a AstraZeneca tinha pedido liminar contra a Germed, empresa do grupo EMS, alegando que o laboratório havia infringindo a patente da rosuvastatina cálcica, o princípio ativo do medicamento. Mas não obteve sucesso.

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