<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Empresas - Economia - iG]]></title><link>http://economia.ig.com.br/empresas/</link><description><![CDATA[Notícias e informações sobre empresas e a Economia em primeira mão. Confira conteúdo exclusivo.]]></description><language>pt-BR</language><pubDate>Tue, 4 Dec 2018 23:09:54 -0200</pubDate><lastBuildDate>Tue, 4 Dec 2018 23:09:54 -0200</lastBuildDate><docs>http://www.ig.com.br/rss/</docs>    <copyright>Copyright Sistemas Web - Internet Generation. Todos os direitos reservados.</copyright><atom:link xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" href="http://economia.ig.com.br/empresas/" rel="self" type="application/rss+xml" /><image><title><![CDATA[Empresas - Economia - iG]]></title><url>http://images.ig.com.br/logo_ig.gif</url><link>http://economia.ig.com.br/empresas/</link><width>65</width><height>80</height></image><item><title><![CDATA[Avião tubarão da Embraer faz sucesso e causa fascínio em turnê ao redor do mundo]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-12-01/aviao-tubarao-embraer.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">iG São Paulo</strong></p>Mais econômico que concorrente e sem poltrona central, novo jato brasileiro ganhou manchetes mundo afora e inundou Instagram com 'visual selvagem'<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/au/78/mi/au78mitajh811lubi2lrj5xxw.jpg" alt="Avião da Embraer apelidado de "Shark Profit Hunter" (tubarão caçador de lucro) fez sucesso mundo afora" title="Avião da Embraer apelidado de "Shark Profit Hunter" (tubarão caçador de lucro) fez sucesso mundo afora"/></p><p> Avião da Embraer apelidado de "Shark Profit Hunter" (tubarão caçador de lucro) fez sucesso mundo afora</p><p>Foto: Divulgação/Embraer</p><p class="">A Embraer caprichou ao desenvolver o jato de passageiros mais silencioso do mundo e&nbsp;um dos mais econômicos de sua categoria (consome 10% menos combustível que seu concorrente direto, o Airbus A220). E o lançamento dessa joia brasileira no mercado merecia algo especial. E assim foi: o avião ganhou uma incrível pintura de tubarão e atraiu a atenção do mundo inteiro.</p><p class=""><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-30/paulo-guedes-privatizacao.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-30/paulo-guedes-privatizacao.html">Leia também:&nbsp;Privatizar todas as estatais pode render pelo menos R$ 802 bilhões, diz Guedes</a></p><p>O <strong>avião</strong> apelidado de "Shark&nbsp;Profit Hunter" (ou 'tubarão caçador de lucro', em tradução livre) foi apresentado aos mercados dos Estados Unidos, da África, de países da&nbsp;região da Ásia-Pacífico, da China e da Europa – onde se encerrou, nessa semana, a tour mundial do E190-E2.</p><h3>Mídia internacional exalta novo jato brasileiro</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d1/wm/qy/d1wmqyxp8wyu6914wp7k35q7w.jpg" alt="'Avião tubarão' da Embraer despertou muita curiosidade ao redor do mundo" title="'Avião tubarão' da Embraer despertou muita curiosidade ao redor do mundo"/></p><p> 'Avião tubarão' da Embraer despertou muita curiosidade ao redor do mundo</p><p>Foto: Divulgação/Embraer</p><p class="">A aeronave,&nbsp;que tem capacidade para até 150 passageiros,&nbsp;deu as caras pela primeira vez em fevereiro, quando ainda ostentava a pintura de um tigre, em&nbsp;uma feira realizada em Singapura. Mas foi com a incrível <strong>pintura de tubarão</strong>&nbsp;feita à mão livre por um dos funcionários da Embraer, o Quintana, que a aeronave ganhou manchetes mundo afora.</p><p>"Será essa a mais incrível pintura aeronáutica da história? Esse jato está fazendo muitos olharem para cima", escreveu o tablóide britânico <em>Daily Mail</em>. "O&nbsp;mundo inteiro tem falado desse avião, cujas imagens inundaram o Instagram enquanto a aeronave&nbsp;percorre o mundo em uma turnê mundial", disse o australiano <em>News.com</em>.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-12-01/reforma-da-previdencia-imposto-unico.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-12-01/reforma-da-previdencia-imposto-unico.html">Leia também:&nbsp;Discutir Previdência agora só criaria polêmica, diz futuro secretário de Guedes</a></p><h3>Avião da Embraer&nbsp;tem duas poltronas por fileira</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3s/2d/xh/3s2dxhncjwkrz9u5510u3wji3.jpg" alt="Jato E190-E2 não tem poltrona do meio e possui compartimento espaçoso para bagagem" title="Jato E190-E2 não tem poltrona do meio e possui compartimento espaçoso para bagagem"/></p><p> Jato E190-E2 não tem poltrona do meio e possui compartimento espaçoso para bagagem</p><p>Foto: Divulgação/Embraer</p><p class="">Uma das principais novidades&nbsp;do <strong>E190-E2</strong>&nbsp;é&nbsp;ter apenas dois assentos por fileira, o que elimina a incômoda&nbsp;poltrona central e "permite que os passageiros tenham uma experiência de voo agradável, com mais espaço para as pernas e para armazenamento de bagagem", conforme destaca a Embraer.</p><p class="">As janelas do avião também são&nbsp;mais largas que as de modelos semelhantes, o que torna a cabine mais clara, e os compartimentos para guardar bagagem acima das poltronas são 40% mais espaçosos.</p><p>A empresa brasileira alega que os três&nbsp;aviões que já&nbsp;somam mais de 20 mil horas de operação na Noruega registraram&nbsp;índice de confiabilidade de 99%. Além de ser menos 'gastão' que concorrentes, o E190-E2 também tem custo de manutenção 25% mais baixo e requer intervalos maiores para revisão. Segundo a <strong>Embraer</strong>,&nbsp;as melhorias feitas nesse modelo garantem&nbsp;15 dias adicionais de utilização das aeronaves em um período de dez anos.</p><h3>Voos comerciais do E190-E2</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/az/i8/v8/azi8v8bvhdwbx4rszfy54ex26.jpg" alt="Avião da Embraer foi lançado com pintura de tigre%3B funcionário criou visual tubarão à mão livre" title="Avião da Embraer foi lançado com pintura de tigre%3B funcionário criou visual tubarão à mão livre"/></p><p> Avião da Embraer foi lançado com pintura de tigre%3B funcionário criou visual tubarão à mão livre</p><p>Foto: Divulgação/Embraer</p><p class="">A Embraer prevê que o mercado chinês irá demandar 1.390 novos jatos nos próximos 20 anos (avaliados em USS 82 bilhões, a preços de lista). A empresa também prevê que 2.800 jatos da empresa estarão operando na Europa nos próximos 20 anos.<br></p><p>Criadora do '<strong>avião</strong> tubarão' e principal fabricante mundial de jatos comerciais com até 150 assentos, a Embraer tem <a href="https://economia.ig.com.br/2018-07-05/boeing-embarer-acordo-bilionario.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-07-05/boeing-embarer-acordo-bilionario.html">conversas para se fundir à americana Boeing</a>. O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), já disse em mais de uma ocasião que deve dar sinal verde para essa operação ocorrer.<br></p><h3 class=" ">Veja mais imagens do 'jato tubarão':</h3><p class="  "><br data-mce-bogus="1"></p>]]></description><pubDate>Sat, 1 Dec 2018 20:08:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-12-01/aviao-tubarao-embraer.html</guid></item><item><title><![CDATA["O livro vive seus dias mais difíceis", diz editor da Companhia das Letras]]></title><link>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-27/o-livro-vive-seus-dias-mais-dificeis.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Anaís Motta</strong></p>Em carta aberta, Luiz Schwarcz falou sobre a crise no mercado editorial e pediu solidariedade ao setor: "Todos os tipos de livro precisam sobreviver"<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6w/n7/ja/6wn7jadhung24r2qsyk5oa6tl.jpg" alt=""Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado", acredita Luiz Schwarcz" title=""Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado", acredita Luiz Schwarcz"/></p><p> "Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado", acredita Luiz Schwarcz</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Em carta aberta divulgada nesta terça-feira (27), o editor Luiz Schwarcz comentou a crise no mercado editorial, muito marcada pelos recentes pedidos de recuperação judicial da Livraria Cultura e da Saraiva. No texto, publicado no <a href="http://www.blogdacompanhia.com.br/conteudos/visualizar/Cartas-de-amor-aos-livros" target="_blank" data-mce-href="http://www.blogdacompanhia.com.br/conteudos/visualizar/Cartas-de-amor-aos-livros">blog da Companhia das Letras</a>, a maior editora do País, Schwarcz diz que&nbsp;as consequências&nbsp;desse colapso ainda são incalculáveis, mas já assustadoras.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-23/pedido-de-recuperacao-judicial-da-saraiva.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-23/pedido-de-recuperacao-judicial-da-saraiva.html">Leia também:&nbsp;Saraiva segue os passos da Cultura e entra com pedido de recuperação judicial</a></p><p>"O <strong>livro</strong> no Brasil vive seus dias mais difíceis", escreveu o editor. "O que acontece por aqui vai na maré contrária do mundo.&nbsp;Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado", acredita.</p><p>A primeira a reagir aos efeitos dessa crise no mercado editorial foi a Livraria Cultura, uma das mais tradicionais do Brasil. Em 24 de outubro, a empresa entrou com um pedido de <strong>recuperação judicial</strong>, justificando a decisão pelo cenário econômico nacional adverso e pela situação do setor, que encolheu 40% nos últimos quatro anos.</p><p>Cerca de um mês depois, foi a vez da Saraiva anunciar que entraria com um pedido de recuperação judicial. Fundada há 104 anos e com dívidas que somam R$ 675 milhões, a maior rede de livrarias do País afirmou que a medida é a "mais adequada" para o momento, acrescentando, ainda, que a crise no mercado editorial é reflexo do atual cenário econômico do Brasil.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html">Leia também:&nbsp;Livraria Cultura entra com pedido de recuperação judicial</a></p><p>Para Schwarcz, mesmo com os pedidos, as duas empresas ainda podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. "Dezenas de lojas foram fechadas, centenas de livreiros foram despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos, gerando um rombo que oferece riscos graves para o mercado editorial no Brasil",&nbsp;disse&nbsp;o editor.</p><h3>A crise na Companhia</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d4/un/is/d4unis25z65v9dsavqmlb8ssu.jpg" alt="Na carta, Schwarcz se mostra otimista quanto à possibilidade de superar a crise: "Muitos de nós também guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores"" title="Na carta, Schwarcz se mostra otimista quanto à possibilidade de superar a crise: "Muitos de nós também guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores""/></p><p> Na carta, Schwarcz se mostra otimista quanto à possibilidade de superar a crise: "Muitos de nós também guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores"</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p class="">A Livraria Cultura e a Saraiva foram as primeiras a responder ao colapso no <strong>mercado editorial</strong> – mas não são as únicas a senti-lo na pele, já que as editoras são as grandes credoras das livrarias atualmente. Schwarcz, porém,&nbsp;está otimista quanto à possibilidade de superar a crise. "Muitos de nós não só queremos salvar nossos empreendimentos como também guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores", escreveu.</p><p>Na carta, o editor ainda relatou o que chamou de "um dos piores momentos" de sua vida pessoal e profissional: o momento em que teve que demitir seis&nbsp;pessoas da Companhia das Letras. "Numa reunião para prestar esclarecimentos sobre aquele triste e inédito acontecimento, uma funcionária me perguntou se as demissões se limitariam àquelas seis. Com sinceridade e a voz embargada, disse que não tinha como garantir", lembrou.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-27/justica-aceita-recuperacao-judicial-saraiva.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-27/justica-aceita-recuperacao-judicial-saraiva.html">Leia também:&nbsp;Justiça de São Paulo aceita pedido de recuperação judicial da Saraiva</a></p><p>Schwarcz&nbsp;ainda disse estar disposto a fazer uma autocrítica honesta do setor editorial, e pediu que todos procurem soluções criativas e idealistas&nbsp;para solucionar a crise. "As redes de solidariedade que se formaram, de lado a lado, durante a <strong>campanha eleitoral</strong> talvez sejam um bom exemplo do que se pode fazer pelo livro hoje", comparou o editor, fazendo menção a cartas, "zaps", e-mails e publicações nas redes sociais. "O que precisamos agora, entre outras coisas, é de cartas de amor aos livros", completou.</p><h3>Para salvar o livro</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/db/l4/2o/dbl42o4jygi83akvis7ll5zn2.jpg" alt=""Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva", disse o editor da Companhia das Letras" title=""Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva", disse o editor da Companhia das Letras"/></p><p> "Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva", disse o editor da Companhia das Letras</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p class=" ">Ao final, Luiz Schwarcz pediu que as pessoas que, como ele, "têm no afeto aos livros sua razão de viver", espalhem o desejo de comprá-los – especialmente neste fim de ano. O editor também falou sobre os editores pequenos, que precisam da venda imediata para continuar existindo, e os humanistas, que defendem a diversidade de&nbsp;raças, gêneros, credos, ideais e, claro, de livros.&nbsp;</p><p class=" ">"Todos os tipos de livro precisam sobreviver. Pensem em como será nossa vida sem os livros minoritários, não só no número de exemplares, mas nas causas que defendem, tão importantes quanto os de larga divulgação", argumentou. "Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva".</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html">Leia também:&nbsp;Saraiva cita "desafios econômicos" e decide fechar 20 lojas</a></p><p>Para o editor,&nbsp;o <strong>livro</strong> é um instrumento fundamental&nbsp;para possibilitar que a sociedade lute&nbsp;por um mundo mais justo, e presentear alguém com um deles simboliza, ainda, a sobrevivência de um pequeno editor ou do emprego de um funcionário de uma empresa maior. "[Presentear] representa&nbsp;uma grande ajuda à continuidade de muitas livrarias e um pequeno ato de amor a quem tanto nos deu, desde cedo: o livro", finalizou.</p>]]></description><pubDate>Tue, 27 Nov 2018 19:21:54 -0200</pubDate><guid>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-27/o-livro-vive-seus-dias-mais-dificeis.html</guid></item><item><title><![CDATA[Norwegian Air anuncia voos de baixo custo entre Brasil e Reino Unido]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-11-27/norwegian-lanca-voos-no-brasil.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Viagens do Rio de Janeiro a Londres devem custar cerca de R$ 1,2 mil por trecho e serão feitas a partir de março de 2019, após a oficialização do Brexit<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/64/rg/wa/64rgwa842c511sz0391rd618w.jpg" alt="Primeira empresa internacional low cost a atuar no País, a Norwegian foi autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a operar em solo nacional há cerca de três meses" title="Primeira empresa internacional low cost a atuar no País, a Norwegian foi autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a operar em solo nacional há cerca de três meses"/></p><p> Primeira empresa internacional low cost a atuar no País, a Norwegian foi autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a operar em solo nacional há cerca de três meses</p><p>Foto: Facebook/Reprodução</p><p class="">A companhia aérea norueguesa <em>low cost</em> (de baixo custo) Norwegian Air anunciou, nesta terça-feira (27), uma nova rota entre Brasil e Reino Unido. A expectativa, segundo informações do jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>, é que o voo direto entre Rio de Janeiro e Londres amplie a oferta de viagens entre os dois países em 70 mil lugares por ano.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-08-08/primeira-low-cost-no-brasil.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-08-08/primeira-low-cost-no-brasil.html">Leia também:&nbsp;Anac autoriza primeira companhia aérea low cost a operar no Brasil</a></p><p>Primeira empresa internacional&nbsp;<em>low cost</em> a atuar no País, a <strong>Norwegian</strong> foi autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a operar em solo nacional há cerca de três meses, mas esperava a resolução de burocracias para começar a oferecer voos. Por ora, estão previstas quatro viagens semanais entre Rio e Londres,&nbsp;com passagens&nbsp;por trecho&nbsp;custando cerca de R$ 1,2 mil por pessoa.<br></p><p>Os voos devem acontecer às segundas, quartas, sextas e domingos, com aeronaves&nbsp;Boeing 787-9 Dreamliner, que comportam até 344 passageiros de classe econômica e cabines Premium. O site da companhia aérea já colocou&nbsp;passagens à venda, mas as viagens só serão feitas a partir de 31 de março de 2019, imediatamente após a entrada em vigor do <strong>Brexit</strong>, a saída do Reino Unido da União Europeia.</p><p>A previsão é de que os voos partam do do Aeroporto Internacional Tom Jobim (também conhecido como Aeroporto do Galeão) às 22h25, chegando no Aeroporto de Gatwick, o segundo maior de Londres, às 13h35. As viagens do Reino Unido, por sua vez, devem sair ao meio-dia, chegando ao Brasil às 19h25. Todos os horários são locais.</p><p>Em&nbsp;nota divulgada simultaneamente pela embaixada brasileira em Londres e pela Norwegian, a companhia aérea afirmou que&nbsp;"a conveniência dos horários de voos também proporcionará aos clientes a oportunidade de se conectarem facilmente ao serviço Londres-Rio de Janeiro, usando a rede de voos europeus de curta distância da companhia".</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/financas/2018-03-07/voo-cancelamento.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/financas/2018-03-07/voo-cancelamento.html">Leia também:&nbsp;Seu voo foi cancelado? Você pode ganhar dinheiro com isso</a></p><p>A empresa também informou que os membros de seu programa de fidelidade, o Norwegian Reward, podem ganhar e usar suas milhas nessa nova rota entre Rio e <strong>Londres</strong>. Por enquanto, não é possível comprar passagens por meio de agentes de viagens brasileiros (como sites e agências de turismo, por exemplo), mas a Norwegian garantiu que trabalha para disponibilizar o serviço até fevereiro.</p><h3>Vantagens&nbsp;para a&nbsp;Norwegian</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cr/v9/8m/crv98mprmwgwgvn6qn5bpvie9.jpg" alt=""Com isso [a entrada no mercado doméstico], a Norwegian romperá o monopólio de voos de longa distância partindo do Brasil até o Reino Unido", celebrou a companhia em nota" title=""Com isso [a entrada no mercado doméstico], a Norwegian romperá o monopólio de voos de longa distância partindo do Brasil até o Reino Unido", celebrou a companhia em nota"/></p><p> "Com isso [a entrada no mercado doméstico], a Norwegian romperá o monopólio de voos de longa distância partindo do Brasil até o Reino Unido", celebrou a companhia em nota</p><p>Foto: Divulgação</p><p class="  ">Com a nova rota, a Norwegian amplia sua oferta de voos a partir do Reino Unido, atualmente composta por 12 destinos nos Estados Unidos e <strong>Argentina</strong>.&nbsp;O objetivo, segundo a&nbsp;empresa, é se estabelecer como líder entre as companhias transatlânticas.</p><p>"Com isso [a entrada no mercado doméstico], a Norwegian romperá o monopólio de voos de longa distância partindo do Brasil até o Reino Unido", celebrou a companhia em&nbsp;nota.</p><p>Hoje, na América do Sul, a Norwegian já oferece voos diretos entre Buenos Aires e Londres, cuja frequência deve passar de quatro viagens semanais para uma por dia a partir do próximo dia 3 de dezembro. No mês passado, a companhia norueguesa também lançou voos domésticos na Argentina, com rotas de Buenos Aires para Mendoza e Córdoba,&nbsp;além de&nbsp;viagens planejadas para Neuquén, Iguazú, Salta e Bariloche.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/financas/2018-01-16/embarque-tarifas.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/financas/2018-01-16/embarque-tarifas.html">Leia também:&nbsp;Tarifas de embarque ficam mais caras em voos nacionais e internacionais</a></p><p>Em comunicado à imprensa, o&nbsp;CEO do Grupo <strong>Norwegian</strong>, Bjorn Kjos, disse estar comprometido em "reduzir as tarifas e tornar as viagens mais acessíveis para&nbsp;turistas e viajantes de negócios" da América Latina, enfatizando que o Brasil é uma adição "fantástica" à rede global de operações da companhia aérea.</p>]]></description><pubDate>Tue, 27 Nov 2018 16:17:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-11-27/norwegian-lanca-voos-no-brasil.html</guid></item><item><title><![CDATA[Preço da gasolina nas bombas cai pela quinta semana consecutiva, indica ANP]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-26/preco-da-gasolina-nas-bombas.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Média praticada nos postos de combustíveis chegou a R$ 4,554 na semana passada; redução, porém, é mais modesta que a aplicada nas refinarias<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b9/wv/vr/b9wvvru5oh4bjmt5hp16s3lfv.jpg" alt="A queda do preço da gasolina nas bombas, ainda que mais modesta, coincide com a redução dos valores praticados nas refinarias, que foram cortados em 3,53% (R$ 0,05) pela Petrobras, chegando a R$ 1,5007" title="A queda do preço da gasolina nas bombas, ainda que mais modesta, coincide com a redução dos valores praticados nas refinarias, que foram cortados em 3,53% (R$ 0,05) pela Petrobras, chegando a R$ 1,5007"/></p><p> A queda do preço da gasolina nas bombas, ainda que mais modesta, coincide com a redução dos valores praticados nas refinarias, que foram cortados em 3,53% (R$ 0,05) pela Petrobras, chegando a R$ 1,5007</p><p>Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</p><p class="">Na semana passada, o preço da gasolina nos postos caiu 1,3% em relação à anterior, passando de R$ 4,614 para R$ 4,554. É a quinta semana consecutiva de queda, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (26) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP).</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-23/preco-do-combustivel-presidente-petrobras.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-23/preco-do-combustivel-presidente-petrobras.html">Leia também:&nbsp;"Preço do combustível está na média global", diz futuro presidente da Petrobras</a></p><p>A queda do <strong>preço da gasolina</strong> nas bombas, ainda que mais modesta, coincide com a redução dos valores praticados nas refinarias, que foram cortados em 3,53% (R$ 0,05) pela Petrobras, chegando a R$ 1,5007. O repasse – parcial ou total – do desconto para o consumidor final depende dos postos de combustíveis.</p><p>Somente no mês de novembro, segundo dados levantados pela ANP, o preço da gasolina nas refinarias já acumula queda de 19,42%, enquanto a média praticada nas bombas reduziu apenas 3,6%.&nbsp;</p><p>A&nbsp;Petrobras adota essa política de reajuste dos preços desde julho de 2017. De acordo com a metodologia, as mudanças podem acontecer mais frequentemente, inclusive todos os dias, e refletem os preços praticados nos mercados internacionais e a cotação do <strong>dólar</strong>.&nbsp;Desde então, segundo o jornal <em>Valor Econômico</em>, o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 14,39%.</p><h3>Raio-X do preço da gasolina</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4k/r3/75/4kr375by27ddjf3jfb5fmv527.jpg" alt="De acordo com cálculos feitos pela própria Petrobras, os valores praticados nas refinarias equivalem a 27% do preço pago pelos consumidores finais nos postos; outros 45% são formados por tributos" title="De acordo com cálculos feitos pela própria Petrobras, os valores praticados nas refinarias equivalem a 27% do preço pago pelos consumidores finais nos postos; outros 45% são formados por tributos"/></p><p> De acordo com cálculos feitos pela própria Petrobras, os valores praticados nas refinarias equivalem a 27% do preço pago pelos consumidores finais nos postos; outros 45% são formados por tributos</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class=" ">De acordo com cálculos feitos pela própria <strong>Petrobras</strong>, os valores praticados nas refinarias&nbsp;equivalem a 27% do preço pago pelos consumidores nos postos. Essa porcentagem aproximada leva em conta a coleta de preços feita pela estatal entre os dias 11 e 17 de novembro em 13 regiões metropolitanas do País.</p><p>Outros 45% são formados basicamente por tributos. Destes, 30% correspondem&nbsp;ao&nbsp;ICMS&nbsp;(Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), recolhido pelos estados, e outros 15% são relativos à Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e ao PIS/Cofins, de competência da União.</p><p>A diferença entre os impostos&nbsp;estaduais e federais&nbsp;está na forma com que são cobrados. O ICMS varia de acordo com o&nbsp;que é praticado nos postos, então cada vez que o preço da gasolina sobe, os estados arrecadam mais dinheiro. O PIS/Cofins e a Cide, ao contrário, são valores fixados&nbsp;por litro: o primeiro é de R$ 0,7925 e o segundo, de R$ 0,10.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-06/lucros-petrobras-terceiro-trimestre.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-06/lucros-petrobras-terceiro-trimestre.html">Leia também:&nbsp;Petrobras lucrou R$ 6,6 bilhões no terceiro trimestre do ano</a></p><p>Do restante do&nbsp;<strong>preço da gasolina</strong>, 12% correspondem ao custo do etanol anidro, que, segundo a lei, deve compor 27% da gasolina comum. Os últimos 16%, por sua vez, são relativos aos custos e ao lucro de distribuidores e postos. Há cerca de seis meses, essa fatia era de 12%, o que sugere um aumento de&nbsp;quatro pontos percentuais na margem de lucro desses agentes.</p>]]></description><pubDate>Mon, 26 Nov 2018 18:56:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-26/preco-da-gasolina-nas-bombas.html</guid></item><item><title><![CDATA[Saraiva segue os passos da Cultura e entra com pedido de recuperação judicial]]></title><link>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-23/pedido-de-recuperacao-judicial-da-saraiva.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Em comunicado, rede de livrarias afirmou que busca readequar seu negócio a uma "nova realidade" e que a decisão não altera o funcionamento do varejo<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/10/yv/uy/10yvuyfubm3nte3v7hdyectpz.jpg" alt="Fundada há 104 anos e com um comércio eletrônico relevante, a Saraiva ainda mantém 85 lojas em 17 estados do País" title="Fundada há 104 anos e com um comércio eletrônico relevante, a Saraiva ainda mantém 85 lojas em 17 estados do País"/></p><p> Fundada há 104 anos e com um comércio eletrônico relevante, a Saraiva ainda mantém 85 lojas em 17 estados do País</p><p>Foto: Divulgação</p><p class="">Depois da Livraria Cultura, foi a vez da Saraiva, a maior rede de livrarias do País, entrar com um pedido de recuperação judicial.&nbsp;Por não conseguir renegociar suas dívidas com fornecedores, os débitos da empresa, segundo informações da <em>Agência Reuters</em>, somam R$ 675 milhões. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (23).&nbsp;</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-13/produtos-de-tecnologia-na-saraiva.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-13/produtos-de-tecnologia-na-saraiva.html">Leia também:&nbsp;Saraiva vai deixar de vender produtos de tecnologia e focar no setor editorial</a></p><p>Fundada há 104 anos e com um comércio eletrônico relevante, a <strong>Saraiva</strong>&nbsp;ainda mantém 85 lojas em 17 estados do País. Em comunicado enviado ao mercado, a rede de livrarias afirmou que o pedido de recuperação judicial "não altera, de forma alguma, o funcionamento do varejo", e que tem tomado diversas medidas para readequar seu negócio ao que chamou de "uma nova realidade".</p><p>"Desde o início deste ano, a companhia vem propondo, sem sucesso, a renegociação de seu passivo com os fornecedores", escreveu a Saraiva. "Em decorrência do agravamento de sua situação, a companhia julga que a apresentação do pedido de recuperação judicial é a medida mais adequada nesse momento, no contexto da crise no mercado editorial, reflexo do atual cenário econômico do País".</p><p>No final de outubro, a empresa já havia decidido fechar 20 lojas espalhadas pelo Brasil. Na época, a Saraiva afirmou que a decisão foi motivada pelos&nbsp;"desafios econômicos e operacionais do mercado", além dos indicadores "que retratam uma mudança na dinâmica do <strong>varejo</strong>". Cerca de 700 funcionários foram demitidos no episódio.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html">Leia também:&nbsp;Saraiva cita "desafios econômicos" e decide fechar 20 lojas</a></p><p>No segundo trimestre desse ano, a Saraiva teve prejuízo de R$ 37,6 milhões – 126,5% a mais do que o&nbsp;resultado negativo registrado no mesmo período de 2017 (R$ 16,6 milhões). Entre abril e junho, a receita líquida da empresa somou R$ 364,5 milhões, sendo R$ 227,9 milhões (-4,1% em relação a 2017) com as vendas em lojas e R$ 136,5 milhões (+2,9%) com o e-commerce.</p><h3>Livros em crise</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3l/oo/gu/3looguqtr2l91i8uv4w4fc0k6.jpg" alt="A situação da Cultura é um pouco melhor do que a da Saraiva: hoje, a empresa acumula dívidas de R$ 285,4 milhões" title="A situação da Cultura é um pouco melhor do que a da Saraiva: hoje, a empresa acumula dívidas de R$ 285,4 milhões"/></p><p> A situação da Cultura é um pouco melhor do que a da Saraiva: hoje, a empresa acumula dívidas de R$ 285,4 milhões</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p class=" ">O&nbsp;mercado editorial&nbsp;brasileiro vive umas das piores crises de sua história. Em 24 de outubro, a Livraria Cultura, uma das mais tradicionais do setor, também entrou com um pedido de <strong>recuperação judicial</strong>.&nbsp;Em nota, a empresa justificou a decisão pelo cenário econômico nacional adverso e pela crise no setor, que, segundo a companhia, encolheu 40% desde 2014.</p><p>"Infelizmente, após quatro anos de recessão, o cenário geral no país não apresenta sinais claros de melhoria", escreveu a empresa. "Com essa medida, visamos normalizar compromissos firmados com nossos fornecedores, preservando a saúde da empresa, a manutenção de empregos e gerando mais estímulo para crescer".</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html">Leia também:&nbsp;Livraria Cultura entra com pedido de recuperação judicial</a></p><p>A situação da Livraria Cultura, porém, é&nbsp;um pouco melhor do que a&nbsp;da&nbsp;<strong>Saraiva</strong>. Hoje, a empresa criada por Eva Herz em 1947&nbsp;já acumula dívidas de R$ 285,4 milhões, a maior parte com fornecedores e bancos.</p>]]></description><pubDate>Fri, 23 Nov 2018 16:06:54 -0200</pubDate><guid>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-23/pedido-de-recuperacao-judicial-da-saraiva.html</guid></item><item><title><![CDATA[Seis em cada dez consumidores pretendem comprar na Black Friday, aponta pesquisa]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-21/consumidores-brasileiros-na-black-friday.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Data é considerada uma oportunidade para comprar itens de necessidade com preços mais baixos; gasto médio por pessoa deve ser de R$ 1.145,75<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/be/p0/xu/bep0xu4dn8n9kwt65iue3vdnn.jpg" alt="Cerca de 30% dos consumidores vão usar a Black Friday para antecipar os presentes de Natal; outros 12% planejam aproveitar as ofertas mesmo sem ter necessidade de comprar algo no momento" title="Cerca de 30% dos consumidores vão usar a Black Friday para antecipar os presentes de Natal; outros 12% planejam aproveitar as ofertas mesmo sem ter necessidade de comprar algo no momento"/></p><p> Cerca de 30% dos consumidores vão usar a Black Friday para antecipar os presentes de Natal; outros 12% planejam aproveitar as ofertas mesmo sem ter necessidade de comprar algo no momento</p><p>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</p><p class="">A dois dias da&nbsp;Black Friday, milhares de pessoas aguardam a mega liquidação para aproveitar as ofertas. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que seis em cada dez (58%)&nbsp;brasileiros têm a intenção de fazer compras na data, um aumento de 18 pontos percentuais em relação a&nbsp;2017.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-16/dicas-consumo-black-friday-brasil.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-16/dicas-consumo-black-friday-brasil.html">Leia também:&nbsp;Confira sete dicas para aproveitar as melhores ofertas para a Black Friday</a></p><p>Entre os que pretendem fazer compras, 70% consideram a <strong>Black Friday</strong> uma oportunidade de adquirir itens que estejam precisando com preços mais baixos. Cerca de 30% querem antecipar os presentes de Natal de olho nas promoções, enquanto 12% planejam aproveitar as ofertas mesmo sem ter necessidade de comprar algo no momento.</p><p>Em contrapartida, 32% dos entrevistados só devem ir às compras caso encontrem boas ofertas e apenas 10% não pretendem comprar nada. Entre&nbsp;os que não pretendem fazer compras na Black Friday, os principais motivos apontados são falta de dinheiro (28%) e o fato de não precisar comprar nada (22%).<br></p><p>Considerando aqueles que realizaram compras no ano passado, 34% esperam adquirir mais produtos em 2018, 28% comprar menos e 20% a mesma quantidade. Além disso, 32% pretendem gastar mais — sete pontos percentuais acima do previsto em 2017 —, outros 32% gastar menos e 24% esperam desembolsar o mesmo valor.</p><p>Entre os consumidores que têm intenção de gastar mais, 30% disseram acreditar que os produtos estarão com preço bom e que vale a pena aproveitar a <strong>promoção</strong>. Para 26%,&nbsp;há a necessidade de adquirir mais produtos e 23% vão às compras por terem economizado ao longo do ano para poder gastar.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-14/origem-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-14/origem-black-friday.html">Leia também:&nbsp;A origem da Black Friday e curiosidades sobre a data</a></p><p>O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, explica que o evento já é uma importante data de vendas para o varejo e as lojas que praticarem descontos reais sairão à frente da concorrência. “As promoções na internet costumam ser mais vantajosas, mas as lojas físicas que souberem oferecer preços competitivos também conseguirão atrair o consumidor”, comenta.</p><h3>Gasto&nbsp;médio e locais de compra</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9v/3h/bx/9v3hbxahn1ktnvo11fpjkt3u2.jpg" alt="Nesta Black Friday, os consumidores devem comprar, em média, três produtos e desembolsar R$ 1.145,75, chegando a R$ 1.646,67 nas classes A e B; por outro lado, 30% ainda não definiram o quanto pretendem gastar" title="Nesta Black Friday, os consumidores devem comprar, em média, três produtos e desembolsar R$ 1.145,75, chegando a R$ 1.646,67 nas classes A e B; por outro lado, 30% ainda não definiram o quanto pretendem gastar"/></p><p> Nesta Black Friday, os consumidores devem comprar, em média, três produtos e desembolsar R$ 1.145,75, chegando a R$ 1.646,67 nas classes A e B; por outro lado, 30% ainda não definiram o quanto pretendem gastar</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Os consumidores devem comprar, em média, três produtos e desembolsar R$ 1.145,75 – chegando a R$ 1.268,63 entre os homens e R$ 1.646,67 nas classes A e B. Por outro lado, 30% dos entrevistados ainda não definiram o quanto pretendem gastar. A expectativa dos consumidores para este ano é de que haja um <strong>desconto</strong> médio de 45% nos produtos e serviços ofertados.<br></p><p><a href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-12/promocoes-livros-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-12/promocoes-livros-black-friday.html">Leia também:&nbsp;Black Friday 2018 também terá promoções de livros</a></p><p>A pesquisa também investigou os locais em que os brasileiros farão as compras. Os sites e aplicativos de varejistas nacionais (66%) mantêm a preferência dos consumidores. Na sequência, estão os shopping centers, as lojas de rua e os supermercados, mencionados por 39% dos entrevistados.</p><p>Quanto&nbsp;aos que vão comprar pela internet, 41% disseram escolher os portais que costumam fazer compras, 31% os sites que têm frete grátis e 28% as lojas online de marcas conhecidas. A grande maioria (95%) faz pesquisa de preços antes de comprar, sendo que 53% procuram se certificar de que os produtos estão realmente em promoção e 42% procuram lojas em que os produtos estão mais baratos.&nbsp;</p><h3>Black Week X Black Friday<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dc/oy/ol/dcoyolaigrnbij3rvm80rm997.jpg" alt="“A Black Friday caiu no gosto do brasileiro, mas não basta apenas pesquisar as melhores ofertas e depois se endividar com a aquisição de itens desnecessários", alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti" title="“A Black Friday caiu no gosto do brasileiro, mas não basta apenas pesquisar as melhores ofertas e depois se endividar com a aquisição de itens desnecessários", alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti"/></p><p> “A Black Friday caiu no gosto do brasileiro, mas não basta apenas pesquisar as melhores ofertas e depois se endividar com a aquisição de itens desnecessários", alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti</p><p>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</p><p class="">Quase metade dos consumidores (48%) pretende fazer suas compras na semana da Black Friday e 23% apenas no próprio dia. Um dado curioso mostra a força da campanha de descontos promovida pelo varejo: 44% pretendem passar a madrugada conectados na internet para garantir boas compras e 64% dos que trabalham pretendem se manter online durante o expediente para ficar por dentro das ofertas.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-16/maquiagem-na-black-friday-sephora.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-16/maquiagem-na-black-friday-sephora.html">Leia também:&nbsp;Produtos de beleza têm descontos na&nbsp;Black Friday da Sephora</a></p><p>A má notícia é que, segundo a pesquisa, 25% dos consumidores costumam gastar mais do que podem com as compras nesta data. “A Black Friday caiu no gosto do brasileiro, mas é importante avaliar se os gastos cabem no <strong>orçamento</strong>. Não basta apenas pesquisar as melhores ofertas e depois se endividar com a aquisição de itens desnecessários”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.</p><h3>Perfil das compras<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/13/s1/1t/13s11t53zz2veg4nq5pas9cfk.jpg" alt="Embora a Black Friday atraia cada vez mais consumidores todos os anos, a maioria dos entrevistados (64%) ainda teme ser alvo de fraudes na data, como roubo de dados bancários ou clonagem de cartões" title="Embora a Black Friday atraia cada vez mais consumidores todos os anos, a maioria dos entrevistados (64%) ainda teme ser alvo de fraudes na data, como roubo de dados bancários ou clonagem de cartões"/></p><p> Embora a Black Friday atraia cada vez mais consumidores todos os anos, a maioria dos entrevistados (64%) ainda teme ser alvo de fraudes na data, como roubo de dados bancários ou clonagem de cartões</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Com 38% das menções, as roupas lideram a lista de compras dos consumidores, um aumento de dez pontos percentuais&nbsp;em relação a&nbsp;2017. Os calçados (32%) ocupam o segundo lugar, enquanto os celulares e smartphones (30%) ficaram com a terceira posição.&nbsp;Em seguida, aparecem os eletrônicos (25%) e os eletrodomésticos (24%).</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/consumidores-nao-confiam-na-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/consumidores-nao-confiam-na-black-friday.html">Leia também:&nbsp;Mais da metade dos brasileiros não confiam nos descontos da Black Friday</a></p><p>A forma de pagamento mais utilizada será a de compras a prazo (68%), sobretudo no cartão de crédito parcelado (49%), sendo que a média de parcelas será de seis prestações. Ao mesmo tempo, 66% disseram que pretendem pagar suas compras à vista, principalmente em dinheiro (47%).</p><p class="">Embora a&nbsp;Black Friday atraia mais consumidores todos os anos, a maioria dos entrevistados (64%) ainda teme ser alvo de fraudes, como roubo de dados bancários ou clonagem de cartões. Motivados por isso, 87% dos consumidores brasileiros garantem que costumam buscar informações sobre a reputação das lojas antes das compras, principalmente em sites de reclamação (61%), nas redes sociais (45%) e no <strong>Procon</strong> (14%).</p><h3>Experiências anteriores</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4p/2z/qb/4p2zqbcaj706gtb41etznpmb5.jpg" alt="Apesar de seis em cada dez entrevistados (64%) terem planejado suas compras, 36% reconhecem que acabaram comprando por impulso e 11% ficaram com o nome sujo depois da Black Friday de 2017" title="Apesar de seis em cada dez entrevistados (64%) terem planejado suas compras, 36% reconhecem que acabaram comprando por impulso e 11% ficaram com o nome sujo depois da Black Friday de 2017"/></p><p> Apesar de seis em cada dez entrevistados (64%) terem planejado suas compras, 36% reconhecem que acabaram comprando por impulso e 11% ficaram com o nome sujo depois da Black Friday de 2017</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Questionados sobre a experiência com a Black Friday em 2017, mais da metade dos consumidores (55%) afirma ter comprado alguma coisa e 78% consideram que valeu a pena. Para 89%, os descontos anunciados pelas lojas eram reais e 83% não encontraram problemas com as compras. Apenas 16% tiveram algum tipo de dor de cabeça.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-21/reclame-aqui-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-21/reclame-aqui-black-friday.html">Leia também:&nbsp;Relembre empresas com mais queixas nas últimas edições da Black Friday</a></p><p class=" ">Apesar de seis em cada dez entrevistados (64%) terem planejado suas compras, 36% reconhecem que acabaram comprando por impulso e 11% ficaram com o nome sujo. Dentre os consumidores que ficaram negativados por causa de compras feitas no período, 6% já limparam o nome e 5% ainda estão com restrição no CPF.</p><h3>Metodologia da pesquisa&nbsp;</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0b/vj/ej/0bvjejht5gjyl35gxflagetu3.jpg" alt="O SPC Brasil entrevistou 966 consumidores maiores de idade, de ambos os sexos, de todas as classes sociais e das 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday" title="O SPC Brasil entrevistou 966 consumidores maiores de idade, de ambos os sexos, de todas as classes sociais e das 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday"/></p><p> O SPC Brasil entrevistou 966 consumidores maiores de idade, de ambos os sexos, de todas as classes sociais e das 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class=" ">O SPC Brasil entrevistou 966 consumidores maiores de idade, de ambos os sexos, de todas as classes sociais e das 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na <strong>Black Friday</strong>. Em um segundo momento, a partir de uma amostra de 600 casos, foi investigado de forma detalhada o comportamento do consumo, gerando um intervalo de confiança de 95%.</p>]]></description><pubDate>Wed, 21 Nov 2018 21:10:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-21/consumidores-brasileiros-na-black-friday.html</guid></item><item><title><![CDATA[Relembre empresas com mais queixas nas últimas edições da Black Friday]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-21/reclame-aqui-black-friday.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Em 2017, propaganda enganosa e problemas com a finalização da compra lideraram as reclamações; aumentaram as irregularidades em lojas físicas<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dc/oy/ol/dcoyolaigrnbij3rvm80rm997.jpg" alt="Reclame Aqui mostra principais queixas e empresas mais reclamadas nas últimas três edições da Black Friday" title="Reclame Aqui mostra principais queixas e empresas mais reclamadas nas últimas três edições da Black Friday"/></p><p> Reclame Aqui mostra principais queixas e empresas mais reclamadas nas últimas três edições da Black Friday</p><p>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</p><p class=" ">O Reclame Aqui preparou uma lista com as empresas que tiveram mais reclamações nas últimas edições da <strong>Black Friday</strong>, mostrando ainda as principais queixas dos consumidores nos últimos três anos.</p><p class="   "><a href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-06/comprar-black-friday-seguranca.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-06/comprar-black-friday-seguranca.html">Leia também:&nbsp;Veja dicas para comprar na Black Friday com segurança</a></p><p class=" ">As principais queixas&nbsp;dos últimos anos têm sido em relação às ofertas da Black Friday, como maquiagem de preços e divergência de valores, segundo levantamento do site <strong>Reclame Aqui</strong>. A data de promoções acontece nesta sexta-feira (23).</p><p>A Black Friday acontece anualmente no Brasil desde 2010, e, nos primeiros anos, as principais reclamações se davam especialmente quanto aos <strong>problemas técnicos</strong>,&nbsp;como filas nas lojas virtuais, sites que caíam e produtos que sumiam do carrinho no momento de finalizar a compra. Nos últimos três anos, no entanto, o cenário é diferente.</p><p>Preocupadas com os problemas técnicos, as empresas passaram a investir mais para fortalecer os sistemas. No entanto, novos problemas surgiram. As reclamações dos consumidores passaram a ser, em grande parte, em relação às ofertas.</p><p>A propaganda enganosa lidera as reclamações das três últimas edições no Brasil e&nbsp;inclui as "maquiagens de preço", que trouxeram o apelido de <strong>Black Fraude</strong> ao dia de promoções. A prática consiste em&nbsp;aumentar os preços antes da data do evento para depois baixá-los, mostrando um desconto maior, que na verdade não é tão grande&nbsp;– ou nem existe.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/consumidores-nao-confiam-na-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/consumidores-nao-confiam-na-black-friday.html">Leia também:&nbsp;Mais da metade dos brasileiros não confiam nos descontos da Black Friday</a></p><h3>Reclame Aqui lista empresas com mais queixas entre 2015 e 2017</h3><p>Segundo o Reclame Aqui, o número de reclamações aumentou 20,6% em 2017, após quedas nas edições de 2015 e 2016 – decorrentes da diminuição das vendas. O balanço final acompanhou, nos últimos três anos, as reclamações desde as 18h de quinta até a meia-noite da sexta-feira.</p><p class=""><strong>2015</strong></p><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2f/ba/59/2fba598fkio6w3ju5ho3xep29.jpg" alt="Reclame Aqui mostra o KaBum! como site com mais reclamações na Black Friday de 2015. Compleam a lista as lojas online de Ponto Frio, Casas Bahia, Walmart e o Shoptime" title="Reclame Aqui mostra o KaBum! como site com mais reclamações na Black Friday de 2015. Compleam a lista as lojas online de Ponto Frio, Casas Bahia, Walmart e o Shoptime"/></p><p> Reclame Aqui mostra o KaBum! como site com mais reclamações na Black Friday de 2015. Compleam a lista as lojas online de Ponto Frio, Casas Bahia, Walmart e o Shoptime</p><p>Foto: Reprodução</p><p class=""><strong>2016</strong></p><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0v/yb/af/0vybaf86xzwn8fa5vzro07itl.jpg" alt="Reclame Aqui mostra o KaBum! como líder de reclamações na Black Friday 2016%2C repetindo o ano anterior. Completam a lista as lojas online de Walmart, Fast Shop, Ponto Frio e Casas Bahia" title="Reclame Aqui mostra o KaBum! como líder de reclamações na Black Friday 2016%2C repetindo o ano anterior. Completam a lista as lojas online de Walmart, Fast Shop, Ponto Frio e Casas Bahia"/></p><p> Reclame Aqui mostra o KaBum! como líder de reclamações na Black Friday 2016%2C repetindo o ano anterior. Completam a lista as lojas online de Walmart, Fast Shop, Ponto Frio e Casas Bahia</p><p>Foto: Reprodução</p><p class=""><strong>2017</strong></p><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b0/1f/m2/b01fm2cnqybo68qhlryjtfhee.jpg" alt="Reclame Aqui aponta o Magazine Luiza como empresa com mais reclamações na Black Friday de 2017. Completam a lista os site de Extra e Walmart%2C o Burger King e a Americanas" title="Reclame Aqui aponta o Magazine Luiza como empresa com mais reclamações na Black Friday de 2017. Completam a lista os site de Extra e Walmart%2C o Burger King e a Americanas"/></p><p> Reclame Aqui aponta o Magazine Luiza como empresa com mais reclamações na Black Friday de 2017. Completam a lista os site de Extra e Walmart%2C o Burger King e a Americanas</p><p>Foto: Reprodução</p><p class=""><strong>As principais queixas na última edição da Black Friday foram, segundo o Reclame Aqui:</strong></p><ul><li>Propaganda enganosa: 13,5%</li><li>Problemas com finalização da compra: 9,6%</li><li>Divergência de valores: 8,8%</li><li>Produto indisponível: 3,8%</li></ul><p class="">Durante a data, também foram notadas reclamações sobre o <strong>tempo de entrega</strong>, sites falsos e fretes abusivos, em alguns casos mais caros do que a própria compra.</p><p class=""><strong>Produtos que receberam mais reclamações em 2017, segundo o Reclame Aqui:</strong></p><ul><li>Smartphones: 8,9%</li><li>TV: 4%</li><li>Perfume: 1,7%</li><li>Tênis: 1,5%</li><li>Notebooks: 1,3%</li></ul><p class=""><b>De acordo com pesquisa realizada pelo Reclame Aqui na semana passada, 69,7%&nbsp;dos consumidores perceberam que as empresas anteciparam </b><strong>ofertas da Black Friday</strong><b>, e 29,3% deles disseram que flagraram aumento no valor em alguns produtos. Ao todo, 7,9 mil responderam.</b></p><p></p><p class="">Embora os levantamentos mostrem sites encabeçando as listas de reclamações, as irregularidades em lojas físicas também aumentaram. Segundo estudo divulgado pelo <strong>Procon-SP</strong>, as irregularidades constatadas&nbsp;pela fiscalização em lojas físicas subiram, passando de 15,5% para 78,26%.&nbsp;</p><p class="">A Fundação Procon-SP monitora preços dos produtos mais procurados em lojas físicas e virtuais 60 dias antes do evento e o&nbsp;desconto deve ser dado sobre o menor preço dos últimos 60 dias, segundo a entidade. Consumidores podem utilizar a <strong>#proconspnablackfriday</strong> e os&nbsp;perfis oficiais da Fundação Procon nas redes sociais para fazer reclamações ou denúncias.</p><p class="">A Black Friday acontece nesta sexta-feira (23) e, segundo a&nbsp;Associação Brasileira de&nbsp;Comércio Eletrônico&nbsp;(ABComm),&nbsp;<a href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-10-30/comercio-eletronico-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-10-30/comercio-eletronico-black-friday.html">são esperados cerca de 8,8 milhões de pedidos</a> nas lojas virtuais brasileiras, com estimativa de um gasto médio de R$ 326. Segundo o <strong>Reclame Aqui</strong>, cabe ao consumidor, tanto nas lojas físicas quanto nos sites, procurar entender as promoções, pesquisar e ter consciência ao comprar.</p>]]></description><pubDate>Wed, 21 Nov 2018 13:41:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-21/reclame-aqui-black-friday.html</guid></item><item><title><![CDATA[Confira sete dicas para aproveitar as melhores ofertas para a Black Friday]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-16/dicas-consumo-black-friday-brasil.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Planejamento dos gastos e acompanhamento dos preços são dois conselhos preciosos para consumidores não caírem na 'black fraude', segundo executiva<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/be/p0/xu/bep0xu4dn8n9kwt65iue3vdnn.jpg" alt="Mercado Livre dá dicas para a preparação dos consumidores para a Black Friday Brasil " title="Mercado Livre dá dicas para a preparação dos consumidores para a Black Friday Brasil "/></p><p> Mercado Livre dá dicas para a preparação dos consumidores para a Black Friday Brasil </p><p>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</p><p>A Black Friday Brasil&nbsp;é a principal época do ano para aproveitar milhares de produtos com descontos e, em 2018, acontece em 23 de novembro. A&nbsp;Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) projeta&nbsp;que a data irá movimentar R$ 2,7 bilhões somente no e-commerce.</p><p><a style="font-size: 18px;" href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-07/melhores-descontos-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-07/melhores-descontos-black-friday.html" data-mce-style="font-size: 18px;">Leia também:&nbsp;Quais produtos possuem os melhores descontos da Black Friday?</a><br></p><p>Para que o consumidor aproveite as melhores ofertas na <strong>Black Friday Brasil</strong> em 2018, o Mercado Livre, companhia líder na oferta de tecnologia para o comércio eletrônico na América Latina, preparou uma lista com dicas para não cair na 'black fraude'.</p><p><strong>Julia&nbsp;Rueff</strong>, gerente de marketplace do Mercado Livre,&nbsp;vê na&nbsp;Black Friday uma das principais campanhas de vendas no ano. Segundo ele, as grandes empresas oferecem descontos reais, de forma que o consumidor pode ficar tranquilo de que, se adquirir produtos em algum desses canais, estará fazendo uma compra "segura e confiável".</p><p>A executiva preparou uma lista com sete dicas para que o consumidor possa conseguir&nbsp;os melhores preços e garantir uma boa experiência de compra na data. Confira abaixo.</p><p><a data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-10-30/comercio-eletronico-black-friday.html" href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-10-30/comercio-eletronico-black-friday.html" target="_blank">Leia também:&nbsp;Comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 2,87 bi na Black Friday 2018</a></p><h3>Dicas para consumidores na Black Friday Brasil</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6n/1r/pz/6n1rpzhgol7hx416wunp068yi.jpg" alt="Gerente de marketplace do Mercado Livre dá dicas para consumidores se prepararem para a Black Friday Brasil em 2018" title="Gerente de marketplace do Mercado Livre dá dicas para consumidores se prepararem para a Black Friday Brasil em 2018"/></p><p> Gerente de marketplace do Mercado Livre dá dicas para consumidores se prepararem para a Black Friday Brasil em 2018</p><p>Foto: shutterstock </p><ol><li><strong style="font-size: 18px;" data-mce-style="font-size: 18px;">Tenha planejamento financeiro –&nbsp;</strong>Os descontos da Black Friday podem chegar a 80%.&nbsp; Então reserve uma verba do seu orçamento para aproveitar a data <span data-mce-style="font-size: 18px;" style="font-size: 18px;">e </span><span data-mce-style="font-size: 18px;" style="font-size: 18px;">comprar aquele produto que você deseja e até mesmo adiantar as compras de fim de ano. Usar parte do 13º pode ser uma opção para aproveitar mais ofertas sem comprometer o orçamento.<br><br></span></li><li>&nbsp;<strong style="font-size: 18px;" data-mce-style="font-size: 18px;">Acompanhe os preços </strong>– Monitore os preços dos produtos que te interessam com antecedência. Assim você terá uma base para comparação das ofertas quando se aproximar do dia e saberá o melhor momento de compra.<br><br></li><li><strong data-mce-style="font-size: 18px;" style="font-size: 18px;">A Black Friday não acontece só na sexta-feira </strong>– É possível comprar produtos com desconto antes, durante e depois da Black Friday. Na semana que acontece a data, os varejistas já entram no ar com as ofertas do <strong>Esquenta Black Friday</strong>, seguidos da própria data e, muitas vezes, na segunda-feira seguinte (conhecida como <strong>Cyber Monday</strong>). Uma dica importante é que os descontos prévios dificilmente cairão ainda mais na sexta-feira. Então, caso um produto de interesse esteja com um preço atrativo, o ideal é garantir a compra antes que esteja esgotado no dia 23.<br><br></li><li><strong>Promoções-relâmpago </strong>– Fique atento a ofertas repentinas das suas lojas preferidas, pois elas aparecem em diversos horários e geralmente acabam em poucos minutos.<br><br></li><li><strong>&nbsp;Smartphones, eletrônicos e eletrodomésticos&nbsp;</strong>– Esses produtos contam sempre com ótimas ofertas, então, se você está pensando em adquirir um produto desse segmento, a hora é agora. Uma pesquisa do Mercado Livre com o&nbsp;Ibope indicou que a maioria (31%) dos participantes utilizarão a data para trocar de smartphones, portanto espere bons descontos nesse e em outros produtos da categoria de eletrônicos. Mas a Black Friday também movimenta outros setores como Casa e Decoração, Moda e Beleza e Acessórios para Veículos.<br><br></li><li><strong>Atente-se às opções de pagamento das ofertas </strong>– Há ofertas que contam com um grande desconto para pagamento à vista e outras que podem ser parceladas em&nbsp;várias vezes. Então fique de olho para aproveitar os preços sem comprometer o equilíbrio financeiro. Utilizar sites que tenham meios de pagamentos seguros também ajudam a garantir uma experiência de compra positiva.<br><br></li><li><strong>&nbsp;Muita atenção a ofertas tentadoras de sites desconhecidos </strong>– Evite comprar por impulso em sites que você não conhece. Para garantir que a compra é segura, verifique a autenticidade da página e pesquise sua reputação. Lojas de grandes marcas que vendem em marketplaces garantem qualidade, preço e segurança da compra. Além disso, grandes plataformas poderão entregar as compras de forma mais ágil e, no caso de insatisfação de compra, fazer a devolução do dinheiro.</li></ol><p><a href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-06/comprar-black-friday-seguranca.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/black-friday/2018-11-06/comprar-black-friday-seguranca.html">Leia também:&nbsp;Veja dicas para comprar na Black Friday com segurança</a></p><p>E aí? Alguma dica para a <strong>Black Friday Brasil</strong> lhe pareceu útil? Atenção e boas compras!</p>]]></description><pubDate>Fri, 16 Nov 2018 13:26:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-16/dicas-consumo-black-friday-brasil.html</guid></item><item><title><![CDATA[Eletrobras tem prejuízo de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre]]></title><link>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-13/prejuizo-eletrobras-3-trimestre.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Saldo é muito pior do que o lucro de R$ 550 milhões registrado em 2017; no acumulado do ano, porém, resultado da estatal é positivo em R$ 1,275 bilhão<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bb/ae/53/bbae53zdgixsz1nj46mhx9onf.jpg" alt="Segundo a Eletrobras, o resultado foi impactado principalmente pelas reservas para imprevistos, que somaram R$ 2,201 bilhões, com destaque para o R$ 1,518 bilhão em empréstimos compulsórios" title="Segundo a Eletrobras, o resultado foi impactado principalmente pelas reservas para imprevistos, que somaram R$ 2,201 bilhões, com destaque para o R$ 1,518 bilhão em empréstimos compulsórios"/></p><p> Segundo a Eletrobras, o resultado foi impactado principalmente pelas reservas para imprevistos, que somaram R$ 2,201 bilhões, com destaque para o R$ 1,518 bilhão em empréstimos compulsórios</p><p>Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil</p><p class="">A Eletrobras registrou prejuízo líquido de R$ 1,613 bilhão no terceiro trimestre deste ano – saldo muito pior do que o lucro líquido de R$ 550 milhões anotados no mesmo período de 2017. O resultado foi divulgado na noite desta segunda-feira (12) pela própria estatal.</p><p class=""><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-19/amazonas-energia-pode-ser-liquidada.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-19/amazonas-energia-pode-ser-liquidada.html">Leia também:&nbsp;Eletrobras deve liquidar Amazonas Energia caso leilão de privatização fracasse</a></p><p class="">Segundo a <strong>Eletrobras</strong>, o resultado foi impactado principalmente&nbsp;pelas reservas para imprevistos, que somaram R$ 2,201 bilhões, com destaque para o R$ 1,518 bilhão em empréstimos compulsórios. O segmento de distribuição também contribuiu negativamente, registrando prejuízo de R$ 998 milhões no terceiro trimestre.</p><p>Os segmentos de geração e de transmissão, por sua vez, apresentaram lucro de R$ 832 milhões e R$ 103 milhões no período, respectivamente. Há ainda R$ 2,8 bi de passivo, referentes à venda das distribuidoras Cepisa, Ceron, Boa Vista Energia e Eletroacre, que poderão ser revertidos no quarto trimestre.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-15/plano-de-demissao-eletrobras.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-15/plano-de-demissao-eletrobras.html">Leia também:&nbsp;Após desligamento de 733 pessoas, Eletrobras amplia plano de demissão</a></p><p>No acumulado dos nove primeiros meses do ano, a Eletrobras&nbsp;registrou um lucro líquido de R$ 1,275 bilhão, R$ 997 milhões a menos do que o verificado no mesmo período de 2017 (R$ 2,272 bilhões). Os segmentos de geração e transmissão&nbsp;anotaram lucro de R$ 2,518 bilhões e R$ 1.629 bilhão, respectivamente, enquanto o segmento de distribuição&nbsp;registrou <strong>prejuízo</strong> de R$ 2,002 bilhões.</p><h3>Privatização da Eletrobras</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/57/vt/aq/57vtaq5b26xeccqpvva6jwklb.jpg" alt="Há cerca de um mês, o Senado rejeitou o projeto que facilitava a venda de seis distribuidoras da Eletrobras. A matéria havia sido encaminhada pelo governo federal e tramitava em regime de urgência" title="Há cerca de um mês, o Senado rejeitou o projeto que facilitava a venda de seis distribuidoras da Eletrobras. A matéria havia sido encaminhada pelo governo federal e tramitava em regime de urgência"/></p><p> Há cerca de um mês, o Senado rejeitou o projeto que facilitava a venda de seis distribuidoras da Eletrobras. A matéria havia sido encaminhada pelo governo federal e tramitava em regime de urgência</p><p>Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado</p><p class=" ">Há cerca de um mês,&nbsp;o Senado rejeitou o projeto que facilitava a venda de seis distribuidoras da Eletrobras. Por 34 votos a 18, os senadores derrubaram a matéria, que havia sido encaminhada ao Congresso pelo governo federal e tramitava em regime de urgência.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-16/senado-rejeita-venda-eletrobras.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-16/senado-rejeita-venda-eletrobras.html">Leia também:&nbsp;Senado rejeita projeto sobre a privatização de distribuidoras da Eletrobras</a></p><p>A votação foi marcada por embate entre representantes de estados do Norte, que seriam atingidos pela medida, e líderes do governo. Com a rejeição, a matéria sobre a venda de distribuidoras deixa de tramitar no Congresso Nacional.</p><p>Das seis distribuidoras incluídas na proposta, o governo já&nbsp;leiloou&nbsp;quatro: Companhia Energética do Piauí (Cepisa), Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e Boa Vista Energia, que atende a Roraima.</p><p>As outras duas são a Amazonas Distribuidora de Energia, cujo leilão havia sido&nbsp;adiado para a semana seguinte e ainda não foi feito, e a Companhia Energética de Alagoas, que teve sua privatização suspensa por uma decisão judicial.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-17/bolsa-rejeicao-de-privatizacao-da-eletrobras.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-17/bolsa-rejeicao-de-privatizacao-da-eletrobras.html">Leia também: Bolsa cai após rejeição do projeto de vendas da Eletrobras pelo Senado</a>&nbsp;</p><p>Para o&nbsp;senador Eduardo Braga (MDB-AM), a rejeição do projeto de venda das distribuidoras da <strong>Eletrobras</strong> foi a decisão mais acertada. "Creio que [com a rejeição do projeto] muito provavelmente não haverá a concretude da assinatura dos contratos, e isso dará a oportunidade ao futuro governo de decidir [sobre as políticas para o setor]", disse.</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>]]></description><pubDate>Tue, 13 Nov 2018 18:37:54 -0200</pubDate><guid>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-13/prejuizo-eletrobras-3-trimestre.html</guid></item><item><title><![CDATA[Saraiva vai deixar de vender produtos de tecnologia e focar no setor editorial]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-11-13/produtos-de-tecnologia-na-saraiva.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Decisão vem em conjunto com a divulgação dos resultados da empresa no 3º trimestre deste ano; rede de livrarias quase dobrou seu prejuízo desde 2017<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/83/2x/y6/832xy61yl7vq42j2oh1of261v.jpg" alt="Segundo Henrique Dau Cugnasca, diretor financeiro da Saraiva, os produtos de tecnologia serão oferecidos aos consumidores por meio de um marketplace próprio" title="Segundo Henrique Dau Cugnasca, diretor financeiro da Saraiva, os produtos de tecnologia serão oferecidos aos consumidores por meio de um marketplace próprio"/></p><p> Segundo Henrique Dau Cugnasca, diretor financeiro da Saraiva, os produtos de tecnologia serão oferecidos aos consumidores por meio de um marketplace próprio</p><p>Foto: Divulgação</p><p class="">Em meio a uma reestruturação financeira e operacional, a rede de livrarias Saraiva anunciou que deixará de vender produtos de tecnologia – como smartphones e computadores, por exemplo – e se dedicará mais ao segmento editorial. A informação foi divulgada nesta terça-feira (13) durante uma teleconferência entre a diretoria e analistas da empresa.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html">Leia também:&nbsp;Saraiva cita "desafios econômicos" e decide fechar 20 lojas</a></p><p>Segundo Henrique Dau Cugnasca, diretor financeiro da <strong>Saraiva</strong>,&nbsp;os produtos de tecnologia&nbsp;demandam mais investimentos e capital de giro, e por isso serão oferecidos aos consumidores por meio de um <em>marketplace</em> próprio. "A mudança faz parte do esforço da empresa para se concentrar no mercado editorial", comentou.</p><p>O anúncio da decisão vem junto com a publicação dos resultados – ruins – registrados no terceiro trimestre deste ano. Segundo o balanço divulgado&nbsp;pela Saraiva em seu site corporativo, o prejuízo líquido da rede quase dobrou em relação a 2017, passando de R$ 33,4 milhões para R$ 66,6 milhões no período.</p><p>No fim do mês passado, a empresa ainda registrou queda de 17,1% na receita líquida, que saiu de R$ 374,2 milhões em 2017 para R$ 310,3 milhões em 2018. No período, o EBITDA, relativo ao lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização,&nbsp;ficou em menos R$ 49,4 milhões, número 90,6% maior do que o resultado negativo observado um ano antes.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html">Leia também:&nbsp;Crises fizeram Brasil "perder" 36 mil milionários em um ano</a></p><p>No terceiro trimestre de 2018, ainda de acordo com a demonstração de resultados divulgada, o <strong>lucro</strong> bruto da Saraiva ficou em R$ 81,2 milhões. O valor é 33,5% menor do que o registrado no mesmo período de 2017 (R$ 122 milhões).</p><h3>Lojas fechadas</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6w/n7/ja/6wn7jadhung24r2qsyk5oa6tl.jpg" alt="No último dia 29 de outubro, a Saraiva anunciou o fechamento de 20 lojas espalhadas pelo Brasil. Segundo a empresa, a decisão foi motivada pelos "desafios econômicos e operacionais do mercado"" title="No último dia 29 de outubro, a Saraiva anunciou o fechamento de 20 lojas espalhadas pelo Brasil. Segundo a empresa, a decisão foi motivada pelos "desafios econômicos e operacionais do mercado""/></p><p> No último dia 29 de outubro, a Saraiva anunciou o fechamento de 20 lojas espalhadas pelo Brasil. Segundo a empresa, a decisão foi motivada pelos "desafios econômicos e operacionais do mercado"</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class=" ">No último dia 29 de outubro, a Saraiva anunciou&nbsp;o fechamento de 20 lojas espalhadas pelo Brasil. Segundo a empresa, a decisão foi motivada pelos&nbsp;"desafios econômicos e operacionais do mercado", além dos indicadores "que retratam uma mudança na dinâmica do varejo".</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-13/tesouro-estados-gastos-com-pessoal.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-13/tesouro-estados-gastos-com-pessoal.html">Leia também:&nbsp;Tesouro vê risco de estados quebrarem por extrapolação em gastos com pessoal</a></p><p>Em nota, a Saraiva&nbsp;informou que a iniciativa reflete um esforço da rede em obter rentabilidade e ganho de eficiência operacional "dentro de uma estrutura mais enxuta e dinâmica". A empresa, que ainda mantém 84 unidades em funcionamento, afirmou que pretende fortalecer o seu <strong>e-commerce</strong>, que hoje representa 38,4% de todo o seu negócio.</p><h3>Livraria Cultura<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3l/oo/gu/3looguqtr2l91i8uv4w4fc0k6.jpg" alt="A situação da Livraria Cultura é mais grave que a da Saraiva: hoje, a empresa criada por Eva Herz em 1947 já acumula dívidas de R$ 285,4 milhões, a maior parte com fornecedores e bancos" title="A situação da Livraria Cultura é mais grave que a da Saraiva: hoje, a empresa criada por Eva Herz em 1947 já acumula dívidas de R$ 285,4 milhões, a maior parte com fornecedores e bancos"/></p><p> A situação da Livraria Cultura é mais grave que a da Saraiva: hoje, a empresa criada por Eva Herz em 1947 já acumula dívidas de R$ 285,4 milhões, a maior parte com fornecedores e bancos</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p class="">No último dia 24 de outubro, a <strong>Livraria Cultura</strong>, uma das mais tradicionais do mercado, entrou com um pedido de recuperação judicial.&nbsp;Em nota, a empresa justificou a decisão pelo cenário econômico nacional adverso e pela crise no setor, que, segundo a companhia, encolheu 40% desde 2014.</p><p>"Infelizmente, após quatro anos de recessão, o cenário geral no país não apresenta sinais claros de melhoria", escreveu a empresa. "Com essa medida visamos normalizar compromissos firmados com nossos fornecedores, preservando a saúde da empresa criada, a manutenção de empregos e gerando mais estímulo para crescer".</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html">Leia também:&nbsp;Livraria Cultura entra com pedido de recuperação judicial</a></p><p>A situação da Livraria Cultura, porém, é mais grave que a da&nbsp;<strong>Saraiva</strong>. Hoje, a empresa criada por Eva Herz em 1947&nbsp;já acumula dívidas de R$ 285,4 milhões, a maior parte com fornecedores e bancos.</p>]]></description><pubDate>Tue, 13 Nov 2018 17:47:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-11-13/produtos-de-tecnologia-na-saraiva.html</guid></item><item><title><![CDATA[Natal deve movimentar R$ 53,5 bilhões na economia do País]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-08/natal-2018-deve-movimentar-r-535-bi.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Segundo levantamento, cerca de 110 milhões de consumidores brasileiros pretendem comprar presentes na data e devem gastar, em média, R$ 115,90<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2h/hw/nq/2hhwnqa6qhhr1tfpzb66rxzs0.jpg" alt="Entre os que não vão presentear ninguém neste Natal (9%), os motivos se dividem entre falta de importância dada ao feriado (26%), desemprego (23%) ou falta de dinheiro (17%)" title="Entre os que não vão presentear ninguém neste Natal (9%), os motivos se dividem entre falta de importância dada ao feriado (26%), desemprego (23%) ou falta de dinheiro (17%)"/></p><p> Entre os que não vão presentear ninguém neste Natal (9%), os motivos se dividem entre falta de importância dada ao feriado (26%), desemprego (23%) ou falta de dinheiro (17%)</p><p>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</p><p class="">Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) indica que o Natal deste ano deve injetar aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia do País.&nbsp;Segundo o estudo, as projeções permanecem no mesmo patamar do ano passado.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/cesta-basica-outubro-2018.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/cesta-basica-outubro-2018.html">Leia também:&nbsp;Cesta básica fica mais cara em 16 capitais em outubro, aponta Dieese</a></p><p>O levantamento aponta 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no <strong>Natal</strong>, o que representa 110,1 milhões de consumidores. Entre os que não vão presentear (9%), os motivos se dividem entre falta de importância dada ao feriado (26%),&nbsp;desemprego (23%) ou falta de dinheiro (17%). Os que ainda não decidiram representam 19% dos entrevistados.</p><p>Os consumidores ouvidos na pesquisa devem comprar, em média, entre quatro e cinco presentes, gastando o valor médio de R$ 115,90. O índice também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com <strong>presentes</strong> cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%, e que cerca de um terço (33%) desse percentual está na faixa acima dos 55 anos.</p><p>Entre os que compraram presentes em 2017, 27% afirmam que vão gastar um valor superior este ano, enquanto outros 30% planejam gastar a mesma quantia e 22%, menos. Considerando os que vão gastar mais, 29% planejam adquirir um presente melhor, enquanto 25% reclamam do aumento dos preços. Há ainda quem economizou ao longo do ano (22%).</p><p>Dos consumidores que vão diminuir gastos, a principal razão deve-se à situação financeira ruim e ao orçamento apertado (34%). As outras razões dividem-se entre&nbsp;a busca pela economia&nbsp;(30%), outras prioridades de compra (14%), como a casa própria ou um automóvel, e <strong>desemprego</strong> (12%).</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-08/por-que-gasolina-nao-cai.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-08/por-que-gasolina-nao-cai.html">Leia também:&nbsp;Por que a queda do preço da gasolina nas refinarias não chega aos postos</a></p><p>Para o presidente do SPC, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia reforça&nbsp;por que a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, avalia.</p><h3>Natal virtual<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ad/1b/y2/ad1by2fxzryeit87jyv4vhxa6.jpg" alt="Segundo o levantamento, quanto ao local escolhido para as compras de Natal deste ano, as lojas de departamento (42%) dividem a preferência dos consumidores com as lojas online (40%)" title="Segundo o levantamento, quanto ao local escolhido para as compras de Natal deste ano, as lojas de departamento (42%) dividem a preferência dos consumidores com as lojas online (40%)"/></p><p> Segundo o levantamento, quanto ao local escolhido para as compras de Natal deste ano, as lojas de departamento (42%) dividem a preferência dos consumidores com as lojas online (40%)</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Quanto ao local escolhido para as compras de&nbsp;Natal, este ano as lojas de departamento (42%) dividem a preferência dos consumidores com as lojas online (40%). Três quartos (75%) desses compradores virtuais farão pelo menos metade de suas compras pela <strong>internet</strong>. Na sequência aparecem os shopping centers (34%) e o comércio de rua (30%).</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/transacoes-bancarias-pelo-celular.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/transacoes-bancarias-pelo-celular.html">Leia também:&nbsp;Duas em cada três operações bancárias são feitas via internet e telefone</a></p><p>Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a internet vem se consolidando como um importante canal de vendas no País. “Cada vez mais, os consumidores usam&nbsp;os canais virtuais&nbsp;para compras, principalmente pela comodidade e praticidade, além da possibilidade de comparar preços e encontrar uma maior diversidade de produtos”, comenta.</p><h3>Presenteados e presentes</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/96/zs/cm/96zscmbw6voobhydejexdl5q3.jpg" alt="A pesquisa da CDNL e do SPC também aponta que os filhos (57%) continuam sendo os principais beneficiários dos presentes de Natal, seguidos pelos maridos e esposas (48%)" title="A pesquisa da CDNL e do SPC também aponta que os filhos (57%) continuam sendo os principais beneficiários dos presentes de Natal, seguidos pelos maridos e esposas (48%)"/></p><p> A pesquisa da CDNL e do SPC também aponta que os filhos (57%) continuam sendo os principais beneficiários dos presentes de Natal, seguidos pelos maridos e esposas (48%)</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="  ">A pesquisa da CDNL e do SPC também aponta que os filhos (57%) continuam sendo os principais beneficiários dos presentes. Na sequência estão maridos e esposas (48%), mães (46%), irmãos (24%), sobrinhos (21%), pais (20%) e namorados (17%).</p><p>As roupas (55%) permanecem na primeira posição do ranking de produtos&nbsp;que os consumidores pretendem comprar para presentear no&nbsp;Natal. Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios (19%), como bolsas, cintos e bijuterias, completam a lista de produtos mais procurados para a data.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/consumidores-nao-confiam-na-black-friday.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/consumidores-nao-confiam-na-black-friday.html">Leia também:&nbsp;Mais da metade dos brasileiros não confiam nos descontos da Black Friday</a></p><p>Para o levantamento, foram ouvidas 761 pessoas nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no&nbsp;<strong>Natal</strong>. Depois, a partir de 607 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo na data. A margem de erro é de 3,5 e 4 pontos percentuais, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%.</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>]]></description><pubDate>Thu, 8 Nov 2018 19:48:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-11-08/natal-2018-deve-movimentar-r-535-bi.html</guid></item><item><title><![CDATA[Banco do Brasil tem lucro de R$ 3,4 bilhões no terceiro trimestre]]></title><link>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-08/lucro-banco-do-brasil-3-trimestre.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Resultado positivo é 14,3% maior do que o registrado no trimestre anterior; no período, inadimplência caiu 2,83% e ficou abaixo da média do mercado<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/21/mw/yg/21mwygvfy91wnj1tzitgmino9.jpg" alt="Além do lucro: a carteira de crédito do Banco do Brasil atingiu R$ 686,3 bilhões em setembro de 2018, uma elevação de 0,1% em relação a junho e de 1,4% na comparação com setembro do ano passado" title="Além do lucro: a carteira de crédito do Banco do Brasil atingiu R$ 686,3 bilhões em setembro de 2018, uma elevação de 0,1% em relação a junho e de 1,4% na comparação com setembro do ano passado"/></p><p> Além do lucro: a carteira de crédito do Banco do Brasil atingiu R$ 686,3 bilhões em setembro de 2018, uma elevação de 0,1% em relação a junho e de 1,4% na comparação com setembro do ano passado</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p class="">O Banco do Brasil teve lucro de R$ 3,4 bilhões no terceiro trimestre de 2018, 14,3% a mais do que no trimestre anterior. No mesmo período do ano passado, o lucro havia aumentado 12,8% ante o segundo trimestre de 2017. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (8), na cidade de São Paulo.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-08/lucro-maiores-bancos-terceiro-trimestre.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-08/lucro-maiores-bancos-terceiro-trimestre.html">Leia também:&nbsp;Bancos brasileiros crescem no terceiro trimestre e têm maior lucro desde 2006</a></p><p>Ainda segundo o balanço do período, o lucro do <strong>Banco do Brasil</strong> foi de 165% ante o primeiro trimestre de 2016. A carteira de crédito atingiu R$ 686,3 bilhões em setembro de 2018, uma elevação de 0,1% em relação a junho e de 1,4% na comparação com setembro do ano passado.</p><p>De acordo com os dados, a carteira de crédito para as pessoas físicas cresceu 2% e atingiu R$ 184,6 bilhões em setembro. O aumento está relacionado à diversificação do mix, que inclui financiamento de veículos, cartão de crédito, financiamento imobiliário, crédito consignado, CDC Salário e empréstimo pessoal. Em junho de 2018, esse valor foi de R$181 bilhões.</p><p>As contratações de <strong>crédito imobiliário</strong> para pessoa física&nbsp;registraram alta de 73,1% de janeiro a setembro e totalizaram R$ 6,6 bilhões, ante os R$ 3,8 bilhões dos nove primeiros anos de 2017. O saldo da carteira de crédito imobiliário aumentou 9,9%, chegando em R$ 48 bilhões em setembro&nbsp;passado – mais de R$ 4 bilhões acima do registrado no mesmo mês de 2017.</p><p>Os dados mostram ainda que a carteira de pessoa jurídica somou R$ 263,9 bilhões em setembro, dos quais R$ 39 bilhões de micro e pequenas empresas (MPE) e R$ 224,9 bilhões de médias e grandes empresas e governo. O valor representa um aumento de 0,2%&nbsp;em relação a junho de 2018.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/transacoes-bancarias-pelo-celular.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-11-07/transacoes-bancarias-pelo-celular.html">Leia também:&nbsp;Duas em cada três operações bancárias são feitas via internet e telefone</a></p><p>“A carteira das MPEs está em quase R$ 40 bilhões porque tem um perfil diferente de quando estava em um patamar de R$ 100 bilhões. Com este mix que estamos constituindo agora, é difícil atingir esse mesmo patamar em um curto espaço de tempo", explicou o novo presidente do Banco do Brasil, Marcelo Labuto. "A expectativa é começar a retomar o crescimento a partir [dos dados coletados após o mês] de setembro".</p><h3>Níveis de inadimplência</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bv/gd/7n/bvgd7naqjoa9twggmsxugfzr6.jpg" alt="A inadimplência do Banco do Brasil registrou queda no terceiro trimestre, ficando abaixo da média do mercado. “A expectativa é de que ainda há um grau de melhoria", comentou Marcelo Labuto" title="A inadimplência do Banco do Brasil registrou queda no terceiro trimestre, ficando abaixo da média do mercado. “A expectativa é de que ainda há um grau de melhoria", comentou Marcelo Labuto"/></p><p> A inadimplência do Banco do Brasil registrou queda no terceiro trimestre, ficando abaixo da média do mercado. “A expectativa é de que ainda há um grau de melhoria", comentou Marcelo Labuto</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class=" ">A&nbsp;inadimplência do Banco do Brasil&nbsp;registrou queda de 2,83% no terceiro trimestre do ano, ficando abaixo da média do mercado (3%). “A expectativa é de que ainda há um pequeno grau de melhoria, porque estamos fazendo melhorias no crédito para o <strong>agronegócio</strong> que devem refletir na inadimplência total do banco. Mas a inadimplência deve ficar estável nesse patamar”, disse Labuto.</p><p class="">No setor do agronegócio, a carteira de crédito teve aumento de 4,2%, totalizando R$ 188,2 bilhões. Os desembolsos para o Plano Safra no terceiro trimestre cresceram 28,7%, atingindo a marce de R$ 28,7 bilhões.</p><p class=""><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-31/copom-mantem-selic-em-65.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-31/copom-mantem-selic-em-65.html">Leia também:&nbsp;Copom mantém Selic em 6,5% ao ano na primeira reunião após as eleições</a></p><p>O presidente ainda&nbsp;ressaltou que o banco está buscando diversificação e passará a entregar crédito no mesmo&nbsp;nível que os concorrentes. Para&nbsp;tanto,&nbsp;a instituição visa estreitar a relação com os clientes e oferecer créditos adequados às necessidades do correntista.</p><p>“Precisamos continuar crescendo. Somos um <strong>banco</strong> competitivo e relevante sob a ótica de quantidade de clientes e a expectativa é a de continuarmos atraindo clientes, pessoa física ou jurídica, para que possamos ter base negocial ainda maior para continuar com a estratégia de diversificar os produtos e desconcentrar os resultados”, declarou Labuto.</p><h3>Novo presidente do Banco do Brasil</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9f/em/yb/9femybcck8p0f5ckguybqvb3d.jpg" alt="Quanto aos resultados do terceiro trimestre, o presidente do Banco do Brasil disse estar muito satisfeito: "Estamos conseguindo números mais consistentes para os nossos investidores e acionistas"" title="Quanto aos resultados do terceiro trimestre, o presidente do Banco do Brasil disse estar muito satisfeito: "Estamos conseguindo números mais consistentes para os nossos investidores e acionistas""/></p><p> Quanto aos resultados do terceiro trimestre, o presidente do Banco do Brasil disse estar muito satisfeito: "Estamos conseguindo números mais consistentes para os nossos investidores e acionistas"</p><p>Foto: Divulgação</p><p class="">Na última segunda-feira (5), o Diário Oficial da União publicou uma edição extra para anunciar a nomeação de Marcelo Augusto Dutra Labuto como novo presidente do Banco do Brasil. Labuto ocupava a vice-presidência de Negócios e Varejo da instituição e agora substitui Paulo Rogério Caffarelli, que pediu demissão há cerca de duas semanas.</p><p>Graduado&nbsp;em administração, o novo presidente, segundo o site do Banco do Brasil, é funcionário da instituição há 26 anos. Labuto já ocupou os cargos de diretor de Empréstimos e Financiamentos; gerente-geral da Unidade de Governança Estratégica; e diretor-presidente da BB Seguridade S.A.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-26/demissao-presidente-banco-do-brasil.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-26/demissao-presidente-banco-do-brasil.html">Leia também: Presidente do BB, Paulo Caffarelli pede demissão e parte para o setor privado</a></p><p>Quanto aos resultados do terceiro trimestre deste ano, o presidente do <strong>Banco do Brasil</strong> disse estar muito satisfeito. “Estamos muito felizes com o resultado. Conseguimos estruturar uma formação de resultados e a cada trimestre estamos conseguindo resultado maior, mais forte, consistente, sustentável e previsível para os nossos investidores e acionistas”, celebrou.</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>]]></description><pubDate>Thu, 8 Nov 2018 18:14:54 -0200</pubDate><guid>https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-08/lucro-banco-do-brasil-3-trimestre.html</guid></item><item><title><![CDATA[Saraiva cita "desafios econômicos" e decide fechar 20 lojas]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>No segundo trimestre deste ano, a rede de livrarias teve prejuízo 126,5% maior do que em 2017; empresa pretende investir mais em seu e-commerce<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/83/2x/y6/832xy61yl7vq42j2oh1of261v.jpg" alt="Em nota, a Saraiva informou que a iniciativa reflete um esforço da rede em obter rentabilidade e ganho de eficiência operacional "dentro de uma estrutura mais enxuta e dinâmica"" title="Em nota, a Saraiva informou que a iniciativa reflete um esforço da rede em obter rentabilidade e ganho de eficiência operacional "dentro de uma estrutura mais enxuta e dinâmica""/></p><p> Em nota, a Saraiva informou que a iniciativa reflete um esforço da rede em obter rentabilidade e ganho de eficiência operacional "dentro de uma estrutura mais enxuta e dinâmica"</p><p>Foto: Divulgação</p><p class="">Nesta segunda-feira (29), a rede de livrarias Saraiva anunciou que fechará 20 lojas espalhadas pelo Brasil. Segundo a empresa, que não confirmou a relação de unidades fechadas, a decisão foi motivada pelos&nbsp;"desafios econômicos e operacionais do mercado", além dos indicadores "que retratam uma mudança na dinâmica do varejo".</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html">Leia também:&nbsp;Crises fizeram Brasil "perder" 36 mil milionários em um ano</a></p><p>Em nota, a <strong>Saraiva</strong> informou que a iniciativa reflete um esforço da rede em obter rentabilidade e ganho de eficiência operacional "dentro de uma estrutura mais enxuta e dinâmica". A empresa, que ainda mantém 84 unidades em funcionamento, afirmou que pretende fortalecer o seu e-commerce, que hoje representa 38,4% de todo o seu negócio.</p><p>No segundo trimestre desse ano, a Saraiva teve prejuízo de R$ 37,6 milhões – 126,5% a mais do que o&nbsp;resultado negativo registrado no mesmo período de 2017 (R$ 16,6 milhões). Entre abril e junho, a receita líquida da empresa somou R$ 364,5 milhões, sendo R$ 227,9 milhões (-4,1% em relação a 2017) com as vendas em lojas e R$ 136,5 milhões (+2,9%) com o e-commerce.</p><h3>Saraiva não é a única</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3l/oo/gu/3looguqtr2l91i8uv4w4fc0k6.jpg" alt="O problema da Saraiva atinge todo o mercado editorial brasileiro: no último dia 24, a Livraria Cultura, uma das mais tradicionais do setor, entrou com um pedido de recuperação judicial" title="O problema da Saraiva atinge todo o mercado editorial brasileiro: no último dia 24, a Livraria Cultura, uma das mais tradicionais do setor, entrou com um pedido de recuperação judicial"/></p><p> O problema da Saraiva atinge todo o mercado editorial brasileiro: no último dia 24, a Livraria Cultura, uma das mais tradicionais do setor, entrou com um pedido de recuperação judicial</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p class=" ">O <strong>mercado editorial</strong> brasileiro vive umas das piores crises de sua história. No último dia 24, a Livraria Cultura, uma das mais tradicionais do setor, entrou com um pedido de recuperação judicial.&nbsp;Em nota, a empresa justificou a decisão pelo cenário econômico nacional adverso e pela crise no mercado editorial, que, segundo a companhia, encolheu 40% desde 2014.</p><p>"Infelizmente, após quatro anos de recessão, o cenário geral no país não apresenta sinais claros de melhoria", escreveu a empresa. "Com essa medida visamos normalizar compromissos firmados com nossos fornecedores, preservando a saúde da empresa criada, a manutenção de empregos e gerando mais estímulo para crescer".</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html">Leia também:&nbsp;Livraria Cultura entra com pedido de recuperação judicial</a></p><p>A situação da Livraria Cultura, porém, é mais grave que a da <strong>Saraiva</strong>. Hoje, a empresa criada por Eva Herz em 1947&nbsp;já acumula dívidas de R$ 285,4 milhões, a maior parte com fornecedores e bancos.</p>]]></description><pubDate>Mon, 29 Oct 2018 20:05:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-29/saraiva-fecha-20-lojas.html</guid></item><item><title><![CDATA[Livraria Cultura entra com pedido de recuperação judicial]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Criada em 1947, empresa justificou a decisão pelo cenário econômico negativo e pela crise no mercado editorial, que encolheu nos últimos anos<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3l/oo/gu/3looguqtr2l91i8uv4w4fc0k6.jpg" alt="Agora, com o pedido de recuperação judicial, a direção da Livraria Cultura promete investir de forma "agressiva nos canais digitais" e manter apenas algumas lojas físicas" title="Agora, com o pedido de recuperação judicial, a direção da Livraria Cultura promete investir de forma "agressiva nos canais digitais" e manter apenas algumas lojas físicas"/></p><p> Agora, com o pedido de recuperação judicial, a direção da Livraria Cultura promete investir de forma "agressiva nos canais digitais" e manter apenas algumas lojas físicas</p><p>Foto: Reprodução/Facebook</p><p class="  ">Nesta quarta-feira (24), a Livraria Cultura, uma das mais tradicionais do mercado, entrou com um pedido de recuperação judicial. Em nota, a empresa justificou a decisão pelo cenário econômico nacional adverso e pela crise no&nbsp;setor editorial, que, segundo a companhia, encolheu 40% desde 2014.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html">Leia também:&nbsp;Crises fizeram Brasil "perder" 36 mil milionários em um ano</a></p><p>"Infelizmente, após quatro anos de recessão, o cenário geral no país não apresenta sinais claros de melhoria", escreveu a empresa. "Com essa medida [pedido de&nbsp;<strong>recuperação judicial</strong>] visamos normalizar, em curto espaço de tempo, compromissos firmados com nossos fornecedores, preservando a saúde da empresa criada por Eva Herz em 1947, a manutenção de empregos e gerando mais estímulo para crescer".</p><p>Nos últimos meses, a direção da <strong>Livraria Cultura</strong> tem promovido uma série de ajustes no negócio. A empresa fechou lojas, uma delas recentemente, no centro do Rio de Janeiro, reduziu o quadro de funcionários e refez os planejamentos de curto e médio prazos.</p><p>A empresa também encerrou as atividades da rede francesa de livrarias e eletrônicos Fnac, adquirida há pouco mais de um ano, em julho de 2017. Para se desfazer do negócio, os franceses pagaram R$ 130 milhões para vender a subsidiária brasileira. Na época, funcionários demitidos da Fnac protestaram e afirmaram não ter recebido direitos trabalhistas.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-19/confianca-do-consumidor-setembro-2018.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-19/confianca-do-consumidor-setembro-2018.html">Leia também:&nbsp;Com desemprego e eleições, confiança do consumidor fica estável em setembro</a></p><p>Agora, com o pedido de <strong>recuperação judicial</strong>, a direção da Cultura promete investir de forma "agressiva nos canais digitais" e manter&nbsp;apenas algumas lojas físicas. Em dezembro, a&nbsp;empresa comprou a plataforma de e-commerce de livros Estante Virtual e, na ocasião, informou que a plataforma seria seu meio&nbsp;de vendas mais importante.</p>]]></description><pubDate>Wed, 24 Oct 2018 22:40:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/recuperacao-judicial-livraria-cultura.html</guid></item><item><title><![CDATA[Acordo de leniência livra Camargo Corrêa de punição do TCU]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/acordo-de-leniencia-camargo-correa.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Construtora respondia a um processo por irregularidades em licitações para obras da refinaria pernambucana Abreu e Lima, que pertence à Petrobras<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8p/5y/j7/8p5yj7wkar0buzuz4xzl6g62x.jpg" alt="Como a empresa firmou acordo de leniência com o MPF e com o Cade, o relator do processo, ministro Benjamin Zymler, argumentou que ela não deveria sofrer as punições previstas na legislação" title="Como a empresa firmou acordo de leniência com o MPF e com o Cade, o relator do processo, ministro Benjamin Zymler, argumentou que ela não deveria sofrer as punições previstas na legislação"/></p><p> Como a empresa firmou acordo de leniência com o MPF e com o Cade, o relator do processo, ministro Benjamin Zymler, argumentou que ela não deveria sofrer as punições previstas na legislação</p><p>Foto: Divulgação/Governo de Pernambuco</p><p class=" ">Nesta quarta-feira (24),&nbsp;motivado por um acordo de leniência, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu suspender o processo contra a construtora Camargo Corrêa por fraudes em licitações para obras da Refinaria Abreu e Lima. A refinaria, que pertence à Petrobras, está sendo construída em Pernambuco.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-08-09/petrobras-lava-jato.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-08-09/petrobras-lava-jato.html">Leia também:&nbsp;Petrobras recebe mais de R$ 1 bilhão recuperado pela Operação Lava Jato</a></p><p>Como a empresa firmou <strong>acordo de leniência</strong> com o Ministério Público Federal (MPF) e com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o relator do processo, ministro Benjamin Zymler, argumentou que ela não deveria sofrer as punições previstas na legislação, como a proibição de firmar contratos públicos com a administração federal.</p><p>Durante a análise do processo,&nbsp;Zymler explicou que uma decisão do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, impede que as provas fornecidas por pessoas e empresas em acordos de colaboração – como os de leniência e as delações premiadas – sejam usadas pelos órgãos de controle, como o TCU, para puni-las.</p><p>Segundo o acórdão, a suspensão da punição está condicionada ao cumprimento, pela Camargo Corrêa, das obrigações previstas nos acordos de leniência.</p><p>A Refinaria Abreu e Lima foi classificada pelo <strong>TCU</strong> como uma obra com índice de irregularidade grave, mas com recomendação de retenção parcial de valores. A medida permite a continuidade da obra, desde que sejam inseridas garantias para prevenir possível dano erário, isto é, aos recursos da União.</p><p>Uma auditoria do tribunal&nbsp;revelou um superfaturamento nas obras de terraplanagem e serviços de drenagem, arruamento e pavimentação na Refinaria Abreu e Lima. O TCU constatou, ainda, a aplicação de preços excessivos frente aos praticados pelo mercado. Os contratos avaliados somam mais de R$ 530 milhões.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-24/arrecadacao-receita-federal-cresce.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-24/arrecadacao-receita-federal-cresce.html">Leia também:&nbsp;Arrecadação federal sobe 0,26% em setembro e tem menor crescimento do ano</a></p><p>Em nota, a&nbsp;Camargo Corrêa afirmou que foi a primeira empresa do seu setor a firmar <strong>acordo de leniência</strong> e que "está comprometida a colaborar continuamente com as autoridades na apuração de eventuais ilícitos". Para a&nbsp;construtora, ainda, a decisão do TCU reforça "a importância e os benefícios do instrumento da leniência para toda a sociedade".</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>]]></description><pubDate>Wed, 24 Oct 2018 22:04:54 -0200</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-24/acordo-de-leniencia-camargo-correa.html</guid></item><item><title><![CDATA[Público de hamburguerias tem crescido nos
últimos anos]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-10-18/cia-66-hamburguerias-eventos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">iG São Paulo</strong></p>Esse tipo de estabelecimento conta com ambiente temático, e recebe os mais diversos eventos, desde aniversários até shows musicais<p>Comida é sempre motivo de confraternização entre amigos, parentes e colegas. Seja em um aniversário, festa da empresa, ou uma reunião informal. Mas muitas vezes é difícil encontrar um lugar onde haja convergência para todos os gostos: vegetarianos, carnívoros, descolados e exigentes. Por isso, é comum nesses momentos o restaurante de lanches, como uma hamburgueria, ser escolhido; cada um pede o seu e todo mundo sai feliz.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/brasil-perde-36-mil-milionarios.html">Leia também:&nbsp;Crises fizeram Brasil "perder" 36 mil milionários em um ano</a></p><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2z/j7/qe/2zj7qe1ywjt29wkptttuxkgfq.jpg" alt="Evento realizado na hamburgueria Cia 66%2C em São Paulo" title="Evento realizado na hamburgueria Cia 66%2C em São Paulo"/></p><p> Evento realizado na hamburgueria Cia 66%2C em São Paulo</p><p>Foto: Reprodução</p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p><p>Além de ser o tipo de restaurante mais procurado pelos jovens, as <strong>hamburguerias</strong> têm tido grande crescimento por causa de seu estilo diferenciado. E quem não gosta de se divertir com os amigos nos finais de semana, ou se encontrar com colegas de trabalho em um lugar descontraído?</p><p>A variedade de restaurantes desse tipo é imensa. Muitas delas são temáticas, o que ajuda os clientes a procurarem mais esse tipo de estabelecimento. Com cardápios variados, e agora, com opções vegetarianas, esse tipo de hamburgueria gourmet está bombando pelo país.</p><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0y/s9/k9/0ys9k9i1zxovaujq4afnvbz0o.jpg" alt="Restaurantes são escolhidos como local de confraternização" title="Restaurantes são escolhidos como local de confraternização"/></p><p> Restaurantes são escolhidos como local de confraternização</p><p>Foto: Reprodução</p><p class=" "><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/13-salario-movimenta-economia.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/13-salario-movimenta-economia.html">Leia também:&nbsp;Pagamento do 13º salário vai injetar mais de R$ 200 bilhões na economia</a></p><p class=" ">Com a proposta de trazer a cultura Hot Rod dos Estados Unidos, a lanchonete Cia 66, em Moema, São Paulo, vem recebendo cada vez mais clientes. O local conta com carros antigos, motos, bicicletas e roupas expostos para os consumidores, e todos esses itens estão&nbsp; à venda. O nome da casa é uma homenagem à famosa rota 66, que corta o território americano.</p><p class=" ">Para agradar a todos os gostos, o restaurante conta com cardápio vegetariano, além dos lanches tradicionais que levam carne. O local é amplo e recebe até 300 pessoas. Há uma variedade de bebidas no cardápio, como: cervejas, drinks, sucos e milk-shakes.</p><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3i/ap/hf/3iaphffk9t4z0b9td17m6eb3r.jpg" alt="Hamburguerias têm sido cada vez mais procuradas para eventos e confraternizações" title="Hamburguerias têm sido cada vez mais procuradas para eventos e confraternizações"/></p><p> Hamburguerias têm sido cada vez mais procuradas para eventos e confraternizações</p><p>Foto: Reprodução</p><p>E não para por aí. A hamburgueria também é utilizada para todo tipo de evento: festas de aniversário, lançamento de livros e até shows, além de encontros reunindo&nbsp; motocicletas clássicas, como é comum nos Estados Unidos.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/abono-salarial-outubro-pis-pasep.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-18/abono-salarial-outubro-pis-pasep.html">Leia também:&nbsp;Começa hoje pagamento de abono do PIS/Pasesp para nascidos em outubro</a></p><p>A Cia 66 está localizada na Av. Aratãs, 801, Moema. Para conferir o cardápio da <strong>hamburgueria</strong> basta clicar <a href="http://www.cia66.com/" target="_blank" data-mce-href="http://www.cia66.com/">aqui</a>. O site do estabelecimento também conta com loja virtual, que faz a alegria dos amantes da cultura Hot Rod.</p><p></p>]]></description><pubDate>Thu, 18 Oct 2018 17:57:54 -0300</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-10-18/cia-66-hamburguerias-eventos.html</guid></item><item><title><![CDATA[Burger King reage a vídeo sobre suposta manifestação da rede contra Bolsonaro]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-17/burger-king-atendimento-bolsonaro.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Cliente foi impedido de cadastrar o nome do presidenciável em um totem de atendimento; segundo a empresa, o termo "Haddad" também não é aceito<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dw/x3/xo/dwx3xo3e0h3asuinwbexyl8be.jpg" alt="No vídeo, gravado na última terça-feira (16), um rapaz tenta digitar "Bolsonaro" em um terminal de autoatendimento do Burger King, mas o sistema exibe uma mensagem dizendo que o nome é inválido" title="No vídeo, gravado na última terça-feira (16), um rapaz tenta digitar "Bolsonaro" em um terminal de autoatendimento do Burger King, mas o sistema exibe uma mensagem dizendo que o nome é inválido"/></p><p> No vídeo, gravado na última terça-feira (16), um rapaz tenta digitar "Bolsonaro" em um terminal de autoatendimento do Burger King, mas o sistema exibe uma mensagem dizendo que o nome é inválido</p><p>Foto: Reprodução/Twitter</p><p class=" ">Nesta quarta-feira (17), em sua conta no Twiter, o&nbsp;Burger King se defendeu da acusação de fazer campanha contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).&nbsp;O pronunciamento&nbsp;é uma resposta a um vídeo publicado nas redes sociais&nbsp;em que um cliente é impedido de cadastrar o nome do candidato como autor do pedido em&nbsp;um terminal de autoatendimento da rede.&nbsp;</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-17/burguer-king-condenado-discriminacao.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-17/burguer-king-condenado-discriminacao.html">Leia também:&nbsp;Tribunal condena Burguer King por preconceito racial com menor de idade</a></p><p>No vídeo, gravado na última terça-feira (16), um rapaz tenta digitar "Bolsonaro" no terminal, mas&nbsp;o sistema exibe uma mensagem dizendo que o nome é inválido.&nbsp;A máquina ainda alerta que o <strong>Burger King</strong> "repudia todo e qualquer ato de discriminação racial, de gênero, classe social ou de qualquer outro tipo" e que a empresa "preza pela igualdade e diversidade".</p><p>Ao jornal <em>Correio Braziliense</em>, o Burger King explicou que o sistema dos terminais de autoatendimento foi programado para não aceitar uma série de palavras, sendo a maior parte delas palavrões e xingamentos, especialmente os dirigidos a determinados grupos sociais. É por isso, inclusive, que a mensagem exibida cita o respeito à igualdade e à diversidade.</p><p class="">Durante o segundo turno, ainda segundo a empresa, também foram vetados os nomes dos dois candidatos que concorrem à Presidência para evitar manifestações políticas e discussões entre clientes e/ou funcionários. Para comprovar, o Burger King divulgou um vídeo mostrando que a tentativa de cadastrar o nome de <strong>Fernando Haddad</strong>, do PT, também falha. Confira:</p><p class=""><br></p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p><p class="">Anteriormente, o Burger King já havia respondido ao próprio usuário que&nbsp;publicou o vídeo em que tentava cadastrar o nome de <strong>Jair Bolsonaro</strong>. No Twitter, a empresa reforçou que é apartidária e que os terminais de autoatendimento não permitem a utilização dos nomes de ambos os presidenciáveis "a fim de evitar ruídos e discussões em nossos restaurantes".</p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p><p class=""><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-10/propostas-fernando-haddad-jair-bolsonaro.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-10/propostas-fernando-haddad-jair-bolsonaro.html">Leia também:&nbsp;O que propõem Fernando Haddad e Jair Bolsonaro para a economia</a></p><p class=""><br data-mce-bogus="1"></p>]]></description><pubDate>Wed, 17 Oct 2018 19:36:54 -0300</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-17/burger-king-atendimento-bolsonaro.html</guid></item><item><title><![CDATA[Senado rejeita projeto sobre a privatização de distribuidoras da Eletrobras]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-16/senado-rejeita-venda-eletrobras.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Para os representantes da região Norte, especialmente do Amazonas, a privatização encareceria o fornecimento de energia elétrica aos brasileiros<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/f3/jx/vi/f3jxvig75q738eszzd4wj34u1.jpg" alt="Com a rejeição, a matéria sobre a venda de distribuidoras da Eletrobras, do presidente Wilson Ferreira Júnior (foto), deixa de tramitar no Congresso Nacional" title="Com a rejeição, a matéria sobre a venda de distribuidoras da Eletrobras, do presidente Wilson Ferreira Júnior (foto), deixa de tramitar no Congresso Nacional"/></p><p> Com a rejeição, a matéria sobre a venda de distribuidoras da Eletrobras, do presidente Wilson Ferreira Júnior (foto), deixa de tramitar no Congresso Nacional</p><p>Foto: Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil</p><p class="">Nesta terça-feira (16), o Senado rejeitou o projeto que facilitava a venda de seis distribuidoras da Eletrobras. Por 34 votos a 18, os senadores derrubaram a matéria, que havia sido encaminhada ao Congresso pelo governo federal e tramitava em regime de urgência.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-15/plano-de-demissao-eletrobras.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-15/plano-de-demissao-eletrobras.html">Leia também:&nbsp;Após desligamento de 733 pessoas, Eletrobras amplia Plano de Demissão</a></p><p>A votação foi marcada por embate entre representantes de estados do Norte, que seriam atingidos pela medida, e líderes do governo. Com a rejeição, a matéria sobre a venda de distribuidoras da <strong>Eletrobras</strong> deixa de tramitar no Congresso Nacional.</p><p>Das seis distribuidoras incluídas na proposta, o governo já&nbsp;leiloou&nbsp;quatro: Companhia Energética do Piauí (Cepisa), Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e Boa Vista Energia, que atende a Roraima.</p><p>As outras duas são a Amazonas Distribuidora de Energia, cujo leilão tinha sido adiado para a semana que vem, e a Companhia Energética de Alagoas, que teve sua privatização suspensa por uma decisão judicial.</p><p>Para o&nbsp;senador Eduardo Braga (MDB-AM), a rejeição do projeto foi a decisão mais acertada. "Creio que [com a rejeição do projeto] muito provavelmente não haverá a concretude da assinatura dos contratos, e isso dará a oportunidade ao futuro governo, que será escolhido, de decidir [sobre as políticas para o setor]", disse, após a votação.</p><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ey/mb/yi/eymbyialynnkfzmpxxnvfpqkd.jpg" alt=""O Programa Luz para Todos sofrerá uma grave ameaça caso seja efetivada a privatização", disse Vanessa Grazziotin (PCdoB) durante a discussão sobre as distribuidoras da Eletrobras" title=""O Programa Luz para Todos sofrerá uma grave ameaça caso seja efetivada a privatização", disse Vanessa Grazziotin (PCdoB) durante a discussão sobre as distribuidoras da Eletrobras"/></p><p> "O Programa Luz para Todos sofrerá uma grave ameaça caso seja efetivada a privatização", disse Vanessa Grazziotin (PCdoB) durante a discussão sobre as distribuidoras da Eletrobras</p><p>Foto: Pedro França/Agência Senado</p><p class="">Durante as discussões, os três senadores do Amazonas&nbsp;argumentaram que a energia ficaria mais cara para os consumidores. Segundo Vanessa Grazziotin (PCdoB), o projeto vai facilitar a privatização da Amazonas Energia,&nbsp;prejudicando investimentos do grupo vencedor do leilão em municípios do interior do estado.</p><p>"O próprio Programa <strong>Luz para Todos</strong> sofrerá uma grave ameaça caso seja efetivada a privatização da Amazonas Energia. Qual a empresa que vai querer e vai manter esse programa efetivamente se não lhe dá lucro nenhum e se as pessoas vivem tão isoladas que não terão posteriormente a quem recorrer e a quem reclamar?", questionou.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-13/bolsonaro-privatizacoes-bb-caixa-furnas.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-13/bolsonaro-privatizacoes-bb-caixa-furnas.html">Leia também:&nbsp;Bolsonaro diz que não vai privatizar Banco do Brasil, Caixa e Furnas</a><br></p><p>O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), repetiu enfaticamente que os contratos de leilão impedem o repasse de qualquer aumento para os consumidores. Segundo o senador, o déficit atual da Amazonas Energia é fruto de "má gestão" e seria assumido em partes, caso houvesse a privatização, pela própria Eletrobras.</p><p>Bezerra também criticou os senadores que disseram que o projeto&nbsp;poderia acabar com o Luz para Todos, uma vez que a contribuição que financia o programa continuará existindo. "O&nbsp;setor de energia elétrica é um dos mais bem regulamentados. Portanto, não é certo dizer que o governo está acabando com o subsídio da energia para a região Norte", argumentou.</p><h3>Resposta do governo<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ar/l1/lk/arl1lkkywsv22e9au4fwwnx7m.jpg" alt="Logo depois da decisão do Senado, o Ministério do Planejamento, comandado interinamente por Esteves Conalgo (foto), divulgou uma nota para lamentar a rejeição da matéria sobre a Eletrobras" title="Logo depois da decisão do Senado, o Ministério do Planejamento, comandado interinamente por Esteves Conalgo (foto), divulgou uma nota para lamentar a rejeição da matéria sobre a Eletrobras"/></p><p> Logo depois da decisão do Senado, o Ministério do Planejamento, comandado interinamente por Esteves Conalgo (foto), divulgou uma nota para lamentar a rejeição da matéria sobre a Eletrobras</p><p>Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo</p><p class=" ">Logo depois da decisão do Senado, o Ministério do Planejamento divulgou uma nota para lamentar a rejeição da matéria. Para os representantes da pasta, existe um risco de insegurança jurídica no caso das duas distribuidoras ainda não leiloadas e que estão sem contrato de concessão vigente.</p><p>“A prestação destes serviços sem contrato de concessão, conforme deliberado em Assembleia Geral Extraordinária da Eletrobras ocorrida em&nbsp;30 de julho&nbsp;de 2018, somente poderá permanecer de forma precária até o dia&nbsp;31 de dezembro&nbsp;de 2018. Expirado o prazo sem a venda das distribuidoras, o caminho natural é a dissolução das companhias e a licitação da concessão de forma separada”, argumentou o órgão do governo.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-16/privatizacoes-governo-temer.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-16/privatizacoes-governo-temer.html">Leia também:&nbsp;Maioria das privatizações previstas por Temer não sairá do papel neste ano</a></p><p>Segundo defende o Planejamento, essa dissolução das distribuidoras pode&nbsp;colocar em risco a oferta de energia no Amazonas e em Alagoas. Outro efeito, acrescenta o texto, será o custo de R$ 13 bilhões para a <strong>Eletrobras</strong>. Na avaliação do ministério, essas despesas vão impactar o processo de recuperação industrial da estatal e sua capacidade de investimento.</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>]]></description><pubDate>Tue, 16 Oct 2018 21:15:54 -0300</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/2018-10-16/senado-rejeita-venda-eletrobras.html</guid></item><item><title><![CDATA[Dia das Crianças deve movimentar R$ 9,4 bilhões no varejo, apontam CNDL e SPC]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-10-05/dia-das-criancas-varejo-2018.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Gastos com presentes, porém, prometem ser mais ponderados neste ano; no total, cada consumidor deve desembolsar pouco mais de R$ 185, em média<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8m/il/w9/8milw93ilhhnyllq25e8cs61e.jpg" alt="Para especialistas, o Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano" title="Para especialistas, o Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano"/></p><p> Para especialistas, o Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Apesar da lenta retomada da economia refletir no ânimo dos brasileiros, a maioria dos consumidores (72%) deve ir às compras&nbsp;no próximo Dia das Crianças — e a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 9,4 bilhões nesta data. É o que revela a pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/financas/impostoderenda/2018-10-05/restituicao-do-imposto-de-renda.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/financas/impostoderenda/2018-10-05/restituicao-do-imposto-de-renda.html">Leia também:&nbsp;Receita libera consulta ao quinto lote de restituição do Imposto de Renda</a></p><p>Os gastos com&nbsp;as lembranças para o <strong>Dia das Crianças</strong>, porém, prometem ser ponderados. De acordo com o levantamento, 39% dos entrevistados que presentearão, principalmente filhos, sobrinhos, netos ou afilhados, pretendem gastar o mesmo valor do ano passado, enquanto 24% planejam&nbsp;compras presentes mais baratos. No total, cada consumidor deve desembolsar, em média, R$ 187.<br></p><p>Os impactos da crise econômica ainda contribuem para que boa parte dos consumidores gaste menos nesta data. O orçamento apertado (34%) é apontado como principal motivo desta cautela, seguido pelo desejo de economizar (24%), o desemprego (18%) e outras prioridades de aquisição (9%), como carro e casa, por exemplo. Outros 8% também precisam pagar dívidas em atraso.</p><p>O Dia das Crianças&nbsp;representa a última festa comemorativa antes do <strong>Natal</strong> e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano. “As intenções de compra da data&nbsp;servirão de termômetro para o fim de ano, principalmente em um momento que o poder de compra das famílias continua sendo afetado pelas dificuldades econômicas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.</p><h3>Perfil das compras<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1g/pz/g3/1gpzg3wsi2sscuinyr9ljexyz.jpg" alt="Segundo levantamento da CNDL e do SPC, a maioria (66%) dos consumidores espera pagar os presentes de Dia das Crianças à vista, e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados" title="Segundo levantamento da CNDL e do SPC, a maioria (66%) dos consumidores espera pagar os presentes de Dia das Crianças à vista, e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados"/></p><p> Segundo levantamento da CNDL e do SPC, a maioria (66%) dos consumidores espera pagar os presentes de Dia das Crianças à vista, e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Embora os&nbsp;brasileiros estejam mais moderados, a pesquisa da CNDL e do SPC mostra que cerca de um terço (30%) pretende comprar dois presentes e 25% apenas um. A maioria (66%) espera pagar os produtos à vista e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados, à frente do <strong>cartão de crédito</strong> parcelado (34%) e do cartão de débito (28%).</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-05/inflacao-oficial-setembro.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-05/inflacao-oficial-setembro.html">Leia também:&nbsp;Inflação de setembro fica em 0,48% e acumulado do ano ultrapassa meta do governo</a></p><p>Os shoppings são o lugar preferido de 42% dos consumidores para fazer suas compras (42%), enquanto 35% optarão pela internet, provavelmente motivados pela comodidade e praticidade. Outros 28% mencionaram que buscarão o tradicional comércio de rua.</p><p>Mesmo com uma inflação menor – 4,53% nos últimos 12 meses – se comparada ao auge da crise econômica, a maioria dos entrevistados (59%) avalia que os preços dos presentes estão mais caros do que em 2017. Para 31%, os preços estão na mesma faixa e apenam 6% dizem estar mais baratos.</p><p>O estudo aponta, ainda, que 80% dos consumidores pretendem pesquisar preços antes de comprar, em especial as <strong>mulheres</strong> (84%) e as classes C e D (82%). Entre os que adotam a prática da comparação pela internet (77%), os meios de pesquisa mais utilizados são os sites de busca, como o Google (66%), os aplicativos de comparação de preços (51%) e os sites de ofertas (48%).<br></p><p>No ranking dos tipos de presente que devem ser mais escolhidos pelos consumidores, as roupas e calçados (38%) aparecem em primeiro lugar, seguidas pelas bonecas (37%) e pelos aviões e carrinhos de brinquedo (21%).</p><h3>A inadimplência e o Dia das Crianças</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bo/27/bt/bo27btcfade0j2dp9c3ioa2b5.jpg" alt=""Para quem está com as contas em dia, a recomendação é planejar os gastos de Dia das Crianças e pagar à vista”, orienta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil" title=""Para quem está com as contas em dia, a recomendação é planejar os gastos de Dia das Crianças e pagar à vista”, orienta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil"/></p><p> "Para quem está com as contas em dia, a recomendação é planejar os gastos de Dia das Crianças e pagar à vista”, orienta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil</p><p>Foto: Reprodução</p><p class="">Segundo a economista do SPC, os consumidores só devem ir às compras se o orçamento permitir e se não tiverem contas em atraso. “Mesmo que os valores pareçam baixos, todo esforço deve ser direcionado ao pagamento das dívidas. Para quem está com as contas em dia, a recomendação é planejar os gastos e pagar à vista”, orienta&nbsp;Marcela.</p><p class=""><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-04/preco-da-cesta-basica-dieese.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-04/preco-da-cesta-basica-dieese.html">Leia também:&nbsp;Preço da cesta básica cai em dez das 18 capitais, indica Dieese</a></p><p>Quando&nbsp;questionados se costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Crianças, a maioria dos entrevistado (74%) respondeu que não. Outros 22%, porém, reconheceram que assumem despesas acima de suas possibilidades financeiras.</p><p>A consequência do hábito de gastar além do próprio orçamento é a <strong>inadimplência</strong>: 28% dos que pretendem fazer compras nesta data possuem alguma conta atrasada&nbsp;– e 69% destes consumidores estão com o nome sujo. Entre os que compraram presentes para o Dia das Crianças passado, 23% admitem ter ficado negativados, sendo que 16% destes ainda estão nesta situação.</p><h3>Divisão dos gastos<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/et/98/0z/et980zo5bc2v9dxnjc6tfd5n0.jpg" alt="Em tempos de dificuldades, dividir o valor dos presentes de Dia das Crianças com outras pessoas para economizar é uma alternativa que atrai muitos brasileiros" title="Em tempos de dificuldades, dividir o valor dos presentes de Dia das Crianças com outras pessoas para economizar é uma alternativa que atrai muitos brasileiros"/></p><p> Em tempos de dificuldades, dividir o valor dos presentes de Dia das Crianças com outras pessoas para economizar é uma alternativa que atrai muitos brasileiros</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class=" ">Em tempos de dificuldades, dividir o valor dos presentes com outras pessoas&nbsp;para economizar é uma alternativa&nbsp;que atrai muitos brasileiros. Segundo o levantamento da CNDL e do SPC, cerca de 15%&nbsp;dos entrevistados pretendem dividir o valor das compras, sendo que&nbsp;metade deve&nbsp;fazê-lo com o cônjuge, 24% com o pai ou a mãe da criança e 21% com outros familiares.<br></p><p class=" "><a href="https://economia.ig.com.br/financas/fgts/2018-10-01/fgts-como-garantia-do-consignado.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/financas/fgts/2018-10-01/fgts-como-garantia-do-consignado.html">Leia também:&nbsp;FGTS como garantia para o crédito consignado: regras, requisitos e restrições</a></p><p>Para 32%, a divisão do preço do presente será usada como estratégia de <strong>redução dos gastos</strong>. Mas uma parcela significativa dos consumidores também respondeu que vai&nbsp;recorrer à alternativa&nbsp;por estar com o orçamento apertado (26%) ou por estar desempregado (22%). Apenas um em cada oito entrevistados respondeu que espera pagar pelos presentes sozinho, sobretudo os homens (86%).</p><h3>Influências na escolha</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/as/3l/7b/as3l7b67h1pqcbaolnrok67oe.jpg" alt="Quase todos os consumidores (92%) que participaram do levantamento disse acreditar que a publicidade influencia seus filhos na hora de pedirem presentes para o Dia das Crianças" title="Quase todos os consumidores (92%) que participaram do levantamento disse acreditar que a publicidade influencia seus filhos na hora de pedirem presentes para o Dia das Crianças"/></p><p> Quase todos os consumidores (92%) que participaram do levantamento disse acreditar que a publicidade influencia seus filhos na hora de pedirem presentes para o Dia das Crianças</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">O estudo também analisou&nbsp;o protagonismo das crianças na escolha dos presentes e a influência de seu círculo&nbsp;social e dos meios de comunicação nos seus hábitos de consumo. De acordo com a pesquisa, 37% dos entrevistados&nbsp;disseram se sentir pressionados pelos&nbsp;pequenos para comprar o que eles desejam, mas outros 62%, não.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-10-02/13-salario-direitos.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-10-02/13-salario-direitos.html">Leia também:&nbsp;Ainda não recebeu primeira parcela do 13º salário? Confira prazos e direitos</a></p><p>Quase&nbsp;todos os consumidores&nbsp;(92%) que participaram do levantamento, especialmente os de 35 a 54 anos (96%), disse acreditar que a publicidade influencia&nbsp;seus filhos na hora de pedirem presentes para o <strong>Dia das Crianças</strong>. Além disso, a grande maioria (91%) ouvida também concorda em algum grau que as crianças sejam influenciadas por outras na definição dos presentes que gostariam de ganhar.</p>]]></description><pubDate>Fri, 5 Oct 2018 17:37:54 -0300</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/2018-10-05/dia-das-criancas-varejo-2018.html</guid></item><item><title><![CDATA[Arroz e feijão são os alimentos mais desperdiçados no Brasil, aponta estudo]]></title><link>economia.ig.com.br/empresas/agronegocio/2018-09-20/desperdicio-arroz-e-feijao-no-brasil.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Brasil Econômico</strong></p>Entre os motivos do desperdício indicados pelos pesquisadores estão a busca pelo sabor e a preferência pela fartura dos consumidores brasileiros<p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4h/5e/xq/4h5exqz5vqfoj5gz61ngjrezz.jpg" alt="Desperdício de alimentos: ranking dos itens mais descartados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) nas primeiras posições" title="Desperdício de alimentos: ranking dos itens mais descartados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) nas primeiras posições"/></p><p> Desperdício de alimentos: ranking dos itens mais descartados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) nas primeiras posições</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Base da alimentação do brasileiro, o arroz e o feijão representam 38% do montante de alimentos jogado fora no país. O dado faz parte da pesquisa sobre hábitos de consumo e despedício de alimentos do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e apoiado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).<br></p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-09-19/confianca-do-consumidor.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-09-19/confianca-do-consumidor.html">Leia também:&nbsp;Confiança do consumidor cresce pelo segundo mês seguido, mas segue baixa</a></p><p>O estudo sobre <strong>desperdício</strong> ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado.</p><p>“A grande surpresa foram as carnes aparecerem com um índice tão alto de desperdício, um produto de alto valor agregado, de alto valor nutricional e que é desperdiçado", comentou Carlos Lourenço, professor de marketing da Escola de Administração de Empresas da FGV de São Paulo.</p><p>Entre os motivos do desperdício apontados pelos pesquisadores estão a busca pelo sabor e a preferência pela <strong>fartura</strong> dos consumidores brasileiros. O não aproveitamento das sobras das refeições é o principal fator para o descarte de arroz e feijão.</p><p>Como exemplo desses eventos, o professor da FGV citou o caso de um participante do levantamento que, após um churrasco,&nbsp;acabou descartando&nbsp;quatro quilos de carne. Há, ainda, quem tenha salgado demais o feijão durante o cozimento e&nbsp;jogou toda a panela fora em vez de tentar recuperar o alimento.<br></p><h3>Cultura da abundância</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b6/ok/2t/b6ok2tmdeb3qwllywurvp8ba2.jpg" alt="Algumas contradições aparecem entre o público pesquisado: enquanto 94% afirmam ser importante evitar o desperdício, 59% não dão importância se houver comida demais na despensa" title="Algumas contradições aparecem entre o público pesquisado: enquanto 94% afirmam ser importante evitar o desperdício, 59% não dão importância se houver comida demais na despensa"/></p><p> Algumas contradições aparecem entre o público pesquisado: enquanto 94% afirmam ser importante evitar o desperdício, 59% não dão importância se houver comida demais na despensa</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class="">Os resultados mostraram que 61% das famílias priorizam uma grande compra mensal de <strong>alimentos</strong>, além de duas a quatro compras menores ao longo do mês. De acordo com os pesquisadores, esse hábito aumenta a propensão de comprar itens desnecessários, especialmente quando a compra farta é combinada com o baixo planejamento das refeições.</p><p class=""><a href="https://economia.ig.com.br/2018-09-14/conta-luz-bandeira-vermelha.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-09-14/conta-luz-bandeira-vermelha.html">Leia também:&nbsp;Conta de luz deve continuar na bandeira vermelha até o final do ano, prevê ONS</a></p><p>Algumas contradições também aparecem entre o público pesquisado. Enquanto 94% afirmam ser importante evitar o desperdício, 59% não dão importância se houver comida demais na mesa ou na despensa. A maioria das famílias (68%) valoriza muito&nbsp;ter&nbsp;uma despensa e geladeira cheias de alimento.</p><p>Outra descoberta relevante da pesquisa é que 43% das pessoas concordam que “os conhecidos jogam comida fora regularmente”, mas quando abordado o comportamento da própria família o problema não aparece tanto.</p><p>Segundo Lourenço, apesar do grande desperdício, o brasileiro tem a percepção do impacto social desse comportamento e parece fazer um esforço para não jogar tanta comida fora. “Essa consciência aparece na pesquisa”, afirmou o professor.</p><h3>Desperdício é problema geral<br></h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ei/kx/24/eikx240gwrq7y6sdxwhy2wrzn.jpg" alt=""Se combatêssemos isso [desperdício da produção agrícola] com efetividade, estaríamos diminuindo a pressão sobre nossos recursos naturais”, explicou Edson Duarte, ministro do Meio Ambiente" title=""Se combatêssemos isso [desperdício da produção agrícola] com efetividade, estaríamos diminuindo a pressão sobre nossos recursos naturais”, explicou Edson Duarte, ministro do Meio Ambiente"/></p><p> "Se combatêssemos isso [desperdício da produção agrícola] com efetividade, estaríamos diminuindo a pressão sobre nossos recursos naturais”, explicou Edson Duarte, ministro do Meio Ambiente</p><p>Foto: Divulgação/Ministério da Agricultura</p><p class="">De acordo com Lourenço, o motivador do desperdício é transversal e acontece em todas as classes sociais. “Não há um vilão”, ressaltou. “Talvez fosse mais fácil se tivesse, mas é um problema geral da nossa sociedade”. Segundo ele, apenas em hortaliças o desperdício acontece mais nas classes A e B do que nas classes C e D.</p><p class=""><a href="https://economia.ig.com.br/2018-09-13/inadimplencia-agosto-2018.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-09-13/inadimplencia-agosto-2018.html">Leia também:&nbsp;Inadimplência sobe em agosto e país chega a 62,9 milhões de negativados</a></p><p>Para o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, é preciso atuar em todos os elos da cadeia:&nbsp;impedir que o produto fique no campo, com tecnologias que aumentem a produtividade e preservem o meio ambiente; garantir que o alimento chegue à mesa do consumidor; e educar as pessoas para evitar o desperdício.</p><p>“Um&nbsp;terço de toda a <strong>produção agrícola</strong> está sendo desperdiçada, seja no pós-colheita, seja em toda a cadeia de alimentos. Se combatêssemos isso com efetividade, estaríamos combatendo a fome e diminuindo a pressão sobre nossas florestas e nossos recursos naturais”, explicou Duarte.</p><h3>Etapas do estudo</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7h/17/nd/7h17ndmc2v44u9c4ksy8wvdd8.jpg" alt="Na fase inicial da pesquisa sobre desperdício, 62 consumidores foram entrevistados em supermercados, lojas de conveniência e feiras livres por um grupo de pós-graduandos europeus" title="Na fase inicial da pesquisa sobre desperdício, 62 consumidores foram entrevistados em supermercados, lojas de conveniência e feiras livres por um grupo de pós-graduandos europeus"/></p><p> Na fase inicial da pesquisa sobre desperdício, 62 consumidores foram entrevistados em supermercados, lojas de conveniência e feiras livres por um grupo de pós-graduandos europeus</p><p>Foto: Reprodução</p><p class="">Na fase inicial da pesquisa, 62 consumidores foram entrevistados em supermercados, lojas de conveniência e feiras livres. A coleta de dados envolveu um grupo de pós-graduandos das universidades de Bocconi (Itália), St. Gallen (Suíça), Viena (Áustria) e Groningen (Holanda). O objetivo foi avaliar hábitos de compra e consumo dos brasileiros a partir do olhar europeu.</p><p>“Os estudantes europeus ficaram impressionados com a quantidade dos alimentos adquiridos pelos brasileiros, principalmente nas compras semanais”, disse Lourenço,&nbsp;lembrando que os&nbsp;pós-graduandos&nbsp;se perguntavam por que nas lojas de conveniência, onde as compras são menores, os carrinhos utilizados eram enormes.</p><p>Na&nbsp;segunda&nbsp;fase, depois de uma triagem, foram selecionadas três mil pessoas de todo o país e, destas, 1.764 participaram efetivamente da&nbsp;primeira etapa&nbsp;quantitativa da pesquisa. Entre elas, 638 famílias participaram também do preenchimento de um diário alimentar, que incluiu dados sobre quantidades desperdiçadas e fotos dos alimentos descartados.</p><p>A conclusão é a de que&nbsp;o brasileiro está mais preocupado com sabor e aparência dos alimentos do que em consumir <strong>alimentos saudáveis</strong> ou pouco calóricos. Segundo o&nbsp;presidente da Embrapa, Maurício Lopes, o consumidor exalta mais o design dos alimentos do que seu valor nutricional na hora da compra.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-09-13/vendas-do-comercio.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-09-13/vendas-do-comercio.html">Leia também:&nbsp;Vendas do comércio caem pelo terceiro mês e já acumulam perdas de 2,3%</a></p><p>“Temos uma cultura de&nbsp;expor em excesso, de exaltar o visual. Quando entramos no supermercado, é ótimo&nbsp;ter&nbsp;gôndolas cheias de alimentos bonitos e polidos, então consumimos primeiro com os olhos para depois pensar na consequência desse consumo”, explicou.</p><h3>Falta de engajamento</h3><p><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8x/yp/zb/8xypzbuori0bhnwvljlatv4av.jpg" alt="Para Carlos Lourenço, professor da FGV, é preciso pensar em estratégias para sensibilizar o público sobre o problema do desperdício: “Há um esforço institucional que não reverbera nas pessoas", comentou" title="Para Carlos Lourenço, professor da FGV, é preciso pensar em estratégias para sensibilizar o público sobre o problema do desperdício: “Há um esforço institucional que não reverbera nas pessoas", comentou"/></p><p> Para Carlos Lourenço, professor da FGV, é preciso pensar em estratégias para sensibilizar o público sobre o problema do desperdício: “Há um esforço institucional que não reverbera nas pessoas", comentou</p><p>Foto: Shutterstock </p><p class=" ">Por fim, na terceira fase da pesquisa, foi feito um levantamento de dados em blogs e redes sociais para avaliar como o tema desperdício de alimentos foi propagado na internet nos últimos meses. Os resultados indicaram que 75% desse assunto é tratado por instituições públicas e privadas e há pouco envolvimento das pessoas nesse tema.</p><p>Para Lourenço, é preciso pensar em <strong>estratégias de comunicação</strong> para sensibilizar e engajar o público nessa causa. “Há um esforço institucional que não reverbera nas pessoas, elas não reportam, não fazem a viralização, então a informação não se propaga”, destaca o professor da FGV.</p><p>As ações de cooperação para o combate ao desperdício alimentar, financiadas pela União Europeia, são desenvolvidas com outros parceiros, como o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e a organização não-governamental WWF-Brasil.</p><p>Segundo o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, o tema não tem tanta audiência nos debates públicos como deveria&nbsp;ter, mas quando a perspectiva é de 10 bilhões de pessoas no planeta em 2050, é preciso pensar em formas de alimentá-las com&nbsp;comidas seguras e nutritivas.</p><p><a href="https://economia.ig.com.br/2018-09-12/preco-da-gasolina.html" target="_blank" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2018-09-12/preco-da-gasolina.html">Leia também:&nbsp;Petrobras reajusta preço da gasolina em 1,02% e bate novo recorde</a></p><p>“É fundamental que saibamos escolher políticas públicas que não nos obriguem a decidir entre alimentar o planeta ou salvar o planeta. A produção deve se tornar cada vez mais sustentável, sem <strong>desperdício</strong>, e menos um peso para os nossos recursos naturais”, defendeu Cravinho.</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>]]></description><pubDate>Thu, 20 Sep 2018 17:31:54 -0300</pubDate><guid>economia.ig.com.br/empresas/agronegocio/2018-09-20/desperdicio-arroz-e-feijao-no-brasil.html</guid></item></channel></rss> 