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Atualmente, a iniciativa está parada devido à decisão do governo peruano de suspender o processo

A Eletrobras se mostrou otimista em relação ao andamento do projeto da hidrelétrica de Inambari, que seria construída no Peru.

Atualmente, a iniciativa está parada devido à decisão do governo peruano de suspender o processo que garantiu a concessão de Inambari para o consórcio formado pela construtora brasileira OAS, com 51% de participação; Eletrobras, com 29,4%; e Furnas, com 19,6%.

"Estamos otimistas que essa decisão seja revista e um novo processo licitatório seja colocado no ar. Já existe um presidente eleito no Peru, e ele deve se posicionar de maneira favorável. Entendemos que, na verdade, isso faz parte de uma estratégia de projetos para a Região Amazônica", frisou Cláudio Magalhães, assistente da superintendência da coordenação-geral da presidência da Eletrobras.

"A Amazônia Peruana e a Amazônia Brasileira naturalmente vão se integrar em estratégia de produção de energia. Então a gente está esperançoso. Vamos aguardar os acontecimentos", acrescentou. O executivo frisou que o grande objetivo da companhia é a integração regional, principalmente, na América do Sul e lembrou que, além de Inambari - que terá capacidade de gerar cerca de 2 mil MW e tem custo estimado de US$ 4,9 bilhões - a Eletrobras tem como iniciativas "firmes" fora do país a construção da hidrelétrica de Garabi, uma binacional em sociedade com a Argentina; e de uma outra usina hídrica na Nicarágua.

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