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RIO DE JANEIRO - O presidente de Furnas, Flavio Decat, demonstrou otimismo sobre os desdobramentos da decisão do governo peruano de cancelar a concessão da hidrelétrica de Inambari para o consórcio Egasur

. O grupo é formado pela OAS, com 51% de participação; Eletrobras, com 29,4%; e Furnas, com 19,6%. "Vi que eles cancelaram a licitação, mas a notícia que eu tenho é que o leilão vai continuar na praça", frisou Decat, que participou do 7º Seminário de Gestão da Ética nas Empresas Estatais, no Rio de Janeiro. Oficialmente, o governo do Peru alegou que a concessão havia sido feita sem respeitar uma norma da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de consulta às comunidades locais antes de decidir por obras com grande impacto nas regiões em que serão instaladas. Inambari terá capacidade de gerar 2 mil megawatts e está orçada em US$ 4,9 bilhões. (Rafael Rosas | Valor)

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