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Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Petrobrás atuam no país sob acordos firmados com o regime Kadafi

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Algumas das maiores empresas brasileiras, como a Petrobrás e a Andrade Gutierrez, terão seus contratos revistos pelo novo governo líbio. Em entrevista a reportagem, o primeiro-ministro líbio, Abdurrahim al-Keib, deixou claro que os termos dos contratos assinados pelos grupos brasileiros e o ex-ditador Muamar Kadafi serão reavaliados.

A Andrade Gutierrez se diz aberta a renegociar. Mas alerta que a falta de uma posição de apoio do Palácio do Planalto ao novo governo líbio tem feito com que Trípoli favoreça empresas de outros países.

Na Líbia, pelo menos quatro empresas brasileiras tinham operações em obras de infraestrutura e petróleo: Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Petrobrás. A esperança do governo brasileiro é de que a Odebrecht, a Andrade Gutierrez e a Queiroz Galvão tenham mais facilidade para voltar ao país, já que parte de suas obras já haviam sido iniciadas.

Já a Petrobras teria um cenário mais complicado, com seus projetos suspensos de forma indeterminada. A empresa é dona de uma exploração na costa noroeste da Líbia, com 70% de participação em um bloco com a australiana OSL. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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