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A Celg-D atende 2,5 milhões de unidades consumidoras localizadas em 237 municípios goianos

A Companhia Energética de Goiás Distribuição (Celg-D) ficou em último lugar no ranking elaborado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que listou todas as concessionárias de distribuição de energia elétrica do País em relação à qualidade do serviço prestado em 2013.

-Leia também: Aneel aprova devolução de recursos para distribuidoras

A Celg-D atende a 2,5 milhões de unidades consumidoras localizadas em 237 municípios goianos. Procurada pela reportagem, a empresa ainda não se posicionou sobre o resultado do ranking.

No mercado maior, a mais bem colocada foi a Companhia Energética do Ceará
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No mercado maior, a mais bem colocada foi a Companhia Energética do Ceará

A lista foi dividida em dois grupos, de acordo com o porte da empresa. Além de 35 distribuidoras consideradas de grande porte, foram avaliadas 28 concessionárias consideradas de menor porte. 

No mercado maior, as mais bem colocadas foram a Companhia Energética do Ceará, seguida da Companhia Luz e Força Santa Cruz, de São Paulo, e da Companhia Energética do Maranhão. As três piores foram a Celg-D, em último lugar; a Light Serviços de Eletricidade, do Rio de Janeiro, em penúltimo; e a Companhia Energética do Pará.

Entre as empresas de menor porte, as três melhores estão na Região Sul do País: Empresa Força e Luz João Cesa, de Santa Catarina; Força e Luz Coronel Vivida, do Paraná; e Muxfeldt Marin & Cia., do Rio Grande do Sul. As três piores neste mercado foram a Companhia de Eletricidade do Amapá, em 28º lugar; a Centrais Elétricas de Carazinho, do Rio Grande do Sul; e a Iguaçu Distribuição de Energia Elétrica, de Santa Catarina.

A avaliação é elaborada com base no Desempenho Global de Continuidade (DGC), formado a partir da comparação dos índices de interrupção do fornecimento de energia para os consumidores.

Segundo a Aneel, o ranking é um instrumento que incentiva as concessionárias a buscarem a melhoria contínua da qualidade do serviço. Desde o ano passado, o ranking é usado para definição do fator X, que determina a redução que deve ser aplicada no cálculo do reajuste da tarifa.

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