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Segundo Márcio Zimmermann, País está equilibrado em termos de quantidade de usinas geradoras

Agência Câmara

O secretário-executivo de Minas e Energia, Márcio Zimmermann
Wilson Dias/ABr
O secretário-executivo de Minas e Energia, Márcio Zimmermann

Em resposta a deputados, o secretário-executivo do ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse há pouco que o País está equilibrado em termos de quantidade de usinas geradoras e de linhas de transmissão de energia e descartou o risco de que os aportes de recursos do Tesouro feitos em socorro às distribuidoras resultem em aumento de tarifa no próximo ano.

O deputado Mandetta (DEM-MS) havia questionado o fato de o governo atuar para manter o preço da energia baixo, por meio de constantes aportes de recursos do Tesouro e do endividamento das companhias distribuidoras, que enfrentam aumento de custos por conta da alta do preço da energia no curto prazo.

“Os consumidores estão se endividando, é isso?”, perguntou Mandetta, referindo-se a uma suposta falta de transparência do governo em relação a quem vai arcar com os custos do socorro oferecido ao setor nos últimos meses.

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Ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma mudança na gestão da Conta de Energia de Reserva (Coner) para permitir que parte dos recursos acumulados seja utilizado em socorro às distribuidoras. A Coner é alimentada com recursos recolhidos mensalmente das próprias distribuidoras e consumidores livres e residenciais.

Zimmermann participa de audiência pública no plenário 14, promovida em conjunto pelas comissões de Minas e Energia; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Fiscalização Financeira e Controle.

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