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Segundo presidente da estatal, o Executivo levará em conta se o investimento é "grande" e o risco, "elevado" para lançar mão de fazer projetos executivos em futuros empreendimentos

Agência Estado

O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, afirmou nesta terça-feira que a nova estatal poderá realizar projetos executivos, caso julgue conveniente para a administração pública. Figueiredo participa de audiência na Comissão Mista do Congresso que examina a Medida Provisória 576, que trata da criação da EPL. Segundo ele, o Executivo levará em conta se o investimento é "grande" e o risco, "elevado" para lançar mão de fazer projetos executivos em futuros empreendimentos.

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Figueiredo confirmou ao relator da comissão mista da MP, deputado Henrique Fontana (PT-RS), que a Medida Provisória já contém essa possibilidade de elaboração de projetos, mas disse que isso poderia ficar mais explícito agora, na votação do texto final. O executivo também informou que tentará entregar, no ato das concessões das novas rodovias, as licenças prévias das obras.

"Vamos antecipar tudo o que for possível e se possível fazer concessão com licença prévia da rodovia já pronta". Para ele, o desafio é inverter a lógica atual, de se pedir as licenças ambientais posteriormente à realização das concessões. "É investir para não ficar ruim", ressaltou. O presidente da estatal disse que o programa vai gerar "efeito" quando tiver uma "prateleira de projetos".

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